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“Ao redor do mundo, uma conspiração monolítica implacável se opõe a nós. Baseia-se, primeiramente, no encobrimento para expandir sua esfera de influência. É um sistema que tem recrutado vastos recursos materiais e humanos para formar uma poderosa e eficiente máquina, que combina operações militares, diplomáticas, de inteligência, económicas, científicas e políticas. Suas preparações são ocultas do público. Seus erros são enterrados. Não vão para capas de jornais. Seus discordantes são silenciados, não aclamados.”

John F. Kennedy

Artigos

Toda a verdade sobre o Clube Bilderberg


TODA A VERDADE SOBRE O CLUBE BILDERBERG

DE DANIEL ESTULIN


Durão Barroso, José Sócrates, Francisco Pinto Balsemão, António Guterres, Santana Lopes, Vítor Constâncio, são alguns dos nomes portugueses que integram o clube Bilderberg

Por detrás de portas fechadas…
…e passando os guardas armados, chega-nos a verdadeira história da poderosa elite mundial e dos seus planos secretos para o SEU futuro…

Entre num mundo de intrigas e secretismo e passe a saber o que nunca antes foi revelado!
Desde que se reuniram pela primeira vez no Hotel Bilderberg, em 1954, os homens mais poderosos do mundo cumprem anualmente este ritual e durante um fim-de-semana planeiam os destinos da Humanidade, estejam eles relacionados com questões económicas e políticas ou com relações internacionais. Intitularam-se o Clube Bilderberg e este é constituído por nomes tão sonantes quanto Bill Clinton, Tony Blair, Paul Wolfowitz, Henry Kissinger, David Rockefeller, entre outros.
Mais de 50 encontros foram realizados, mas a imprensa nunca teve acesso nem às conclusões nem à ordem de trabalhos destas reuniões.
De que falam os homens mais poderosos do mundo? Que influências têm estes sobre os nossos destinos? O autor responde-nos exactamente a estas questões, e a muitas mais, provando-nos que este Clube tem ramificações bem enraizadas por todo o planeta. Saiba toda a verdade sobre os planos secretos de um clube de elite que acredita que tem o direito de ditar os destinos do mundo!
Daniel Estulin é um jornalista premiado que há 15 anos investiga os segredos e as tramas que envolvem o Clube Bilderberg. É autor de La Verdadera Historia del Club Bilderberg (2005), um best-seller traduzido em 29 línguas e publicado em mais de 49 países.

Uma obra polémica e reveladora!

Título original: The True Story of The Bilderberg Group
Tradução: Susana Serrão
Colecção: Biblioteca das Ideias
Pp.: 368
Formato: 15,5 x 23 cm
ISBN: 978-972-1-05966-5
Data de Edição: Dezembro 2008

in http://www.europa-america.pt/product_info.php?products_id=5600
22:47 | 0 sdt2010

What do you know about the Bilderberg Group??



O QUE VOCÊ SABE SOBRE O GRUPO BILDERBERG?


WHAT DO YOU KNOW ABOUT THE BILDERBERG GROUP??
Posted by Linda G on January 10, 2010 at 9:57 am in The Townhall

Check out "WHAT DO YOU KNOW ABOUT THE BILDERBERG GROUP??" on TCUnation

To view this discussion, visit: http://www.tcunation.com/forum/topic/show?id=2476373%3ATopic%3A334728
18:38 | 0 sdt2010

A Década de 2000/2009

Inquérito
A década da Internet
31.12.2009 - 07:48 Por PÚBLICO

Os leitores do PÚBLICO.PT elegeram a primeira década do terceiro milénio como a Década da Internet e da Tecnologia. Essa foi a resposta dada por 31 por cento (873) dos leitores que responderam ao inquérito que esteve no site entre 8 e 21 de Dezembro.

Entre as cinco definições propostas pelo PÚBLICO, a segunda mais votada foi a Década da Crise (28 por cento), logo seguida por a Década do Terrorismo (25 por cento). As outras escolhas foram a Década dos Países Emergentes (dez por cento) e a Década da Ecologia (quatro por cento).

in http://www.publico.pt/Tecnologia/a-decada-da-internet_1415899
17:57 | 0 sdt2010

Osama bin-Laden



Como será Osama bin-Laden nos dias de hoje
18h47m

O FBI actualizou a imagem de Osama bin-Laden na lista dos “terroristas mais procurados”. As novas imagens, criadas digitalmente, mostram o possível aspecto do líder da al-Qaeda nos dias de hoje.

As novas imagens mostram bin-Laden envelhecido com barba e turbante, a imagem mais parecida com as últimas fotografias conhecidas do alegado terrorista, mas também com barba aparada e cabelo grisalho.

O trabalho de transformação do rosto de bin-Laden foi feito por artistas forenses do FBI que pensam que, com estas novas fotografias, será mais fácil identificar o suspeito de terrorismo.

O Departamento de Estado dos EUA oferece 25 milhões de dólares (cerca de 17 milhões de euros) por informações que levem à captura de Osama bin-Laden.



foto FBI/AFP
Bin-Laden com barba aparada



foto FBI/AFP
Bin-Laden envelhecido com barba e turbante


in http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Mundo/Interior.aspx?content_id=1470923
22:52 | 0 sdt2010

OMS - H1N1

15/01/2010 - 09h47
OMS está sob suspeita de laços com laboratórios na gestão da gripe A

SÃO PAULO - A Organização Mundial da Saúde (OMS) está sob pressão crescente de governos e entidades na Europa, sob suspeita de colusão com a indústria farmacêutica no caso da gripe A (H1N1). Graças à venda maciça de vacinas para combater uma pandemia, os laboratórios podem obter até US$ 10 bilhões de lucros suplementares.

Enquanto a pandemia chega ao seu fim, sem os estragos previstos por especialistas, os governos acumulam medicamento e a ira aumenta sobre os gastos. França, Alemanha, Espanha, Holanda, Estados Unidos tentam revender seus excedentes ou romper os contratos feitos com os laboratórios farmacêuticos.

A situação chegou agora a tal ponto que o Conselho da Europa, que reúne 47 países do Velho Continente, abriu uma investigação excepcional sobre a influência que teria exercido a indústria farmacêutica sobre a OMS, que decretou a pandemia e a elevou ao nível mais elevado de grau de alerta, fazendo os governos se prepararem para o pior.

Na segunda-feira, o Conselho da Europa iniciará a investigação. Na quarta-feira, os laboratórios Sanofi Pasteur, Novartis, GlaxoSmithKline e Baxter serão interrogados no Senado francês. O Parlamento russo (Duma) também abriu uma investigação por "corrupção" e chegou a ameaçar se retirar da OMS.

As denúncias contra a OMS começaram a se propagar depois que um membro da comissão de saúde do Conselho da Europa, o médico e epidemiologista alemão Wolfgang Wodarg, não hesitou a fazer uma denúncia sobre "um dos maiores escândalos médicos do século". "Os laboratórios farmacêuticos organizaram essa psicose". Ele questiona "laços incestuosos" entre a OMS e os laboratórios. Segundo ele, "um grupo de pessoas na OMS está associado de maneira muito estreita com essa indústria".

Para Wodarg, tudo começou com a gripe aviária de 2005-06, quando a indústria farmacêutica se comprometeu a produzir rapidamente uma vacina em caso de alerta. "Isso deu lugar a negociações entre as firmas e os governos. De um lado, os laboratórios se comprometiam a estar prontos. De outro, os governos asseguravam que comprariam tudo. No final, os laboratórios não assumiam nenhum risco economico." De acordo com o jornal Tribune de Genève, um estudo do banco americano JP Morgan estima que a venda de vacinas A (H1N1) vai permitir a Glaxo, a Novartis e a Sanofi um lucro suplementar de US$ 7,5 bilhões a US$ 10 bilhões.

A diretoria da OMS promete uma avaliação sobre a maneira como administrou a pandemia. Os trabalhos começam na segunda-feira. Mas Keiji Fukuda, conselheiro especial da OMS, tratou de reagir.

"Não, não superavaliamos os riscos do perigo do vírus. Não, não mudamos de definição da pandemia unicamente para agradar aos laboratórios farmacêuticos. Não, não estamos sob influência. Nós dispomos de medidas internas para evitar conflitos de interesse," Outro problema é o vinculo entre a OMS e o ESWI, grupo de trabalho científico europeu sobre a gripe, que é financiado pelos mesmos laboratórios que são interrogados no Senado francês.

O próprio modo de financiamento da OMS, metade privado, metade público, está sendo questionado por suposta opacidade.

(Assis Moreira | Valor)
22:32 | 0 sdt2010

GlaxoSmithKline

A GlaxoSmithKline (GSK) é uma companhia multinacional de investigação farmacêutica.

«Temos uma missão que é ao mesmo tempo um desafio e uma inspiração: melhorar a qualidade de vida humana, permitindo aos indivíduos uma vida com melhores perspectivas, maior longevidade e com mais qualidade. Esta missão leva-nos a desenvolver medicamentos e produtos inovadores que ajudam milhões de pessoas em todo o mundo.

Somos uma das poucas companhias farmacêuticas que investiga, quer medicamentos, quer vacinas, no âmbito das três doenças definidas como prioritárias pela Organização Mundial de Saúde – VIH/SIDA, Tuberculose e Malária. Sentimos muito orgulho em termos desenvolvido alguns dos medicamentos líderes nestas áreas.

Com sede no Reino Unido e operações nos Estados Unidos da América, somos um dos líderes da indústria, com cerca de sete por cento do negócio farmacêutico ao nível mundial.

Para nós, ser líder é sinónimo de responsabilidade, o que significa que nos preocupamos com o impacto que temos na vida das pessoas e nos lugares onde desenvolvemos a nossa missão, no sentido de melhorar as condições de saúde em todo o mundo.

Também significa que devemos ajudar os países em vias de desenvolvimento onde doenças debilitantes afectam milhões de pessoas e onde o acesso a medicamentos e vacinas vitais constituem um grave problema. Para estarmos à altura deste desafio, estamos empenhados no fornecimento de medicamentos a preços reduzidos onde estes são mais precisos.

Produzimos medicamentos em seis grandes áreas terapêuticas – oncologia, respiratória, anti-infecciosos, sistema nervoso central (SNC), gastrointestinal e metabólica (diabetes). Somos ainda líderes na importante área das vacinas.

Temos, também, um portfolio de produtos da área de consumo – Consumer Healthcare - que inclui medicamentos não sujeitos a receita médica ou OTC (over-the-counter) e produtos de higiene oral, situando-se todos eles entre os líderes de mercado.

Somos uma equipa criativa, orientada para a melhor forma de desempenhar o trabalho. Atravessamos fronteiras, partilhamos e aprendemos uns com os outros. Focamo-nos no desempenho, mas reconhecemos que não há sucesso sem integridade. Em tudo o que fazemos colocamos sempre o doente em primeiro lugar.

Empregamos mais de 100,000 trabalhadores em mais de 100 países. Mais de 32,000 colaboradores trabalham em 104 fábricas dispersas por 40 países e 15,000 colaboradores trabalham na área de Investigação e Desenvolvimento (I&D).

Em Portugal, somos uma das maiores empresas farmacêuticas, com 275 colaboradores, 225 na área dos produtos farmacêuticos e 50 na área de grande consumo. A média etária dos nossos colaboradores situa-se nos 40 anos e um nível de antiguidade próximo dos 12 anos. Temos ainda 42% de mulheres e 58% de homens.»

in https://www.gsk.pt/quemsomos-nossacompanhia.html
Ver mais em http://www.gsk.com/
22:10 | 0 sdt2010

GlaxoSmithKline




Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

A GlaxoSmithKline é uma companhia farmacêutica e de cuidados de saúde. É a segunda maior farmacêutica no mundo a seguir à norte-americana Pfizer, a par da suiça Novartis. Teve um volume de vendas de 21,66 mil milhões de libras e um lucro de 6,9 mil milhões de libras em 2005. Emprega 100,000 pessoas em todo o mundo, das quais 40,000 pertencem ao departamento de vendas e marketing.A sede da companhia fica em Brentford Middlesex, no Reino Unido. A base de operações fica em Filadélfia, nos Estados Unidos. Futuro prometedor com o lançamento do Medicamento, TYKERB, no mercado oncológico, já aprovado no FDA.

Website http://www.gsk.com/
21:00 | 0 sdt2010

OMS - H1N1

H1N1: países europeus devolvem vacina
Por Conceicao Costa, em Vacinas.

A França já conseguiu cancelar 50 milhões das 94 milhões de doses encomendadas. A Alemanha pretende cancelar a encomenda de metade das 50 milhões de doses da vacina. A Itália também luta para cancelar encomendas. Outros países estão negociando a venda para o Irã, o Kosovo, a Ucrânia e a Turquia. Esses e outros países fizeram encomendas da vacina anti-H1N1 antes de elas ficarem prontas e sob o medo de uma pandemia mundial. A OMS (Organização Mundial de Saúde) decretou em 2009 uma pandemia da gripe suína, e os laboratórios farmacêuticos, segundo especialistas, teriam lucrado muito com a medida da OMS.

A principal acusação que pesa sobre a OMS, de acordo com o presidente da Comissão de Saúde da Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa, Wolfgang Wodgard, é a de que a entidade exagerou nos riscos da doença para aumentar, vejam vocês, a venda dos produtos farmacêuticos. Wodgard, que é médico epidemiologista, afirmou que “a OMS em cooperação com algumas das grandes companhias farmacêuticas e seus cientistas, redefiniram o nível pandêmico.

Esses novos padrões, segundo o médico, obrigaram os políticos da maioria dos países a reagirem imekdiatamente e firmarem acordos comerciais para adquirir vacinas contra a nova gripe e gastar milhões de dólares par responder ao alarmante cenário que “os laboratórios”, os meios de comunicação e a OMS estavam propagando. Para analistas, a possível pandemia da gripe teve efeito positivo para a indústria farmacêutica, que foi muito menos afetada pela crise mundial do que outros setores da economia.

De acordo com Wolfgang Wodgard a OMS mudou seus critérios para declarar uma pandemia. Segundo ele, apenas a velocidade de transmissão foi levada em conta, mas não o grau de perigo da infecção. para o jornal alemão “Die Welt”, a OMS exagerou na reação à gripe suína porque teria reagido de forma branda, alguns anos antes, com a Síndrome Respiratória Aguda Grave, a SARS.

Publicado por Conceicao Costa
23:59 | 0 sdt2010

O Terrorista Perfeito

Estar em guerra com o terror é tão estúpido como estar em guerra com o medo ou com o cancro

Afinal ainda estamos em guerra com "o terror" e acabamos de arranjar um novo inimigo, o Iémen. Tudo o que Susan Sontag escreveu sobre a doença como metáfora a propósito da sida podia agora ser escrito a propósito desta guerra antiterror e da histeria mediática que ela causa, destinada a causar ainda mais terror do que o terror propriamente dito. Estar em guerra com o terror é tão estúpido como estar em guerra com o medo ou com o cancro. São factos, não são declarações de guerra. São, às vezes, sentimentos.

Vamos ter mais medidas de segurança em aeroportos, mais scanners, mais restrições e aflições, mais investigações, mais detenções e arbitrariedades. E, como se calcula, nada disto fará, exactamente, parar a guerra com o terror que é uma guerra que por definição é intemporal e infinita. Em rigor, só acabaria quando todos os terroristas estivessem mortos e como nunca saberemos quantos são, como são e quantos restam, nunca veremos o fim desta guerra. Da sua toca, Dick Cheney esboçou o sorriso cínico e ameaçou a América de Obama de ser um país fraco e impotente, à mercê de um nigeriano da classe média que resolveu usar umas cuecas explosivas.

Nunca será possível impedir a doutrinação de um jovem da classe média-alta que está entediado com a vida e sente a mesma repulsa patológica pela sociedade que os seus companheiros brigadistas dos anos 70. Nunca será possível prever todos os terroristas, todos os desocupados, todos os recrutados, todos os anarquistas, todos os psicopatas, todos os extremistas, todos os socialmente desadequados, todos os vingadores e todos os vingativos. Todos os agentes duplos. O terrorismo, tal qual o conhecemos desde o 11 de Setembro, faz parte das nossas vidas. E continuará a fazer. Se Obama ouvir o canto das sereias e dos falcões, estragará uma boa parte do trabalho que tem sido feito, e com êxito, contra actos terroristas. Se existe uma coisa que a América não suporta é o "terror", sem saber bem o que é o "terror".

O caso do nigeriano, como o dos sauditas de classe alta implicados em manobras terroristas, não faz parte dos livros e dos manuais antiterroristas. A razão pela qual o aviso do pai junto da Embaixada americana e da CIA não foi levado em conta é simples. Desde que começou a guerra antiterror que ameaças e denúncias de "terroristas" chegam às instâncias e são filtradas. Isto acontece todos os dias. A maior parte das denúncias são falsas ou pedidos de ajuda para encontrar um membro da família que desapareceu. Quando se trata de um membro de uma classe social elevada, o desconto dado é maior. Na imaginação, o terrorista não anda em colégios particulares nem usa andares luxuosos em Londres enquanto estudante. Não é filho de banqueiros e antigos ministros. No entanto, muitos dos terroristas da definição clássica, ideologizados por opção e não por imposição (como os órfãos das madrassas do Paquistão) são jovens da classe média, educados em universidades do mundo europeu ou americano.

A histeria trará consigo o desnorte. Desde o dia de Natal, data do atentado, a América esqueceu-se da crise económica, do sistema de saúde, de tudo. A gritaria nos media é tanta que Obama será empurrado para produzir afirmações inventadas pela Administração Bush para justificar o statu quo. Desde o 11 de Setembro, europeus e, sobretudo, ingleses, já abortaram e preveniram vários atentados, sem ameaçar países nem justificar guerras preventivas. Cabe aos serviços secretos e militares destes países conduzir na sombra um trabalho que deve permanecer na sombra e que, desde o 11 de Setembro, tem tido assinaláveis sucessos. Que nunca são mencionados nem devem sê-lo porque a histeria conduz à irracionalidade e à retórica republicana que condensa o pior e o mais primitivo do Partido Republicano, a níveis "palinianos" para quem se lembra da senhora. O mesmo partido que privatizou a guerra e criou task forces de extermínio, dependentes de gente como o senhor Erik Prince, o patrão da Blackwater, a empresa de mercenários que resolveu substituir o Estado e os agentes do Estado na "guerra contra o terror" usando métodos terroristas, justamente. Numa entrevista dada à "Vanity Fair", Prince (lembram-se de Ollie North?) produz afirmações que num estado de direito o deveriam levar à prisão e julgamento. Armado em cowboy, Prince construiu um serviço privado de extermínio e rapto de presumíveis terroristas, the bad guys, que vai contra a Constituição americana. Protegido pelo seu conhecimento das práticas da Administração anterior, sabe que jamais lhe tocarão. Nenhum Presidente ousa pôr em causa outro Presidente. E Cheney vive e prospera à custa disto. Este será o teste maior de Obama.

Clara Ferreira Alves (www.expresso.pt)
0:00 Quinta-feira, 14 de Jan de 2010
Texto publicado na edição do Expresso de 09 de Janeiro de 2010

23:59 | 0 sdt2010

OMS - H1N1

Gripe A: OMS nega conivência com farmacêuticas
14-Jan-2010

A Organização Mundial de Saúde defendeu-se das acusações de ter criado uma "farsa" com a pandemia da gripe A em benefício dos produtores de vacinas.

O responsável pela luta contra a gripe A na OMS disse que a organização manteve contato com as farmacêuticas e laboratórios para garantir que estes uniriam esforços na luta contra a pandemia, mas que "em nenhum caso fomos influenciados por interesses comerciais".

Keiji Fukuda explicou que nas análises prevaleceu o "princípio da precaução", ou seja "preparar-se para o pior e esperar que ocorra o melhor". E acrescentou que as críticas são "desrespeitosas" para as 13 mil pessoas mortas por causa desta doença. Respondendo a quem acusa a OMS de ter exagerado a gravidade da pandemia, Fukuda lembra que "desde o início, a OMS disse que podia ser de moderada a severa".

A OMS admitiu esta semana submeter-se a uma avaliação por peritos independentes, mas só após ser declarado o fim da pandemia, o que poderá demorar anos a acontecer. A declaração surgiu depois da organização ter sido duramente criticada esta semana pelo presidente da comissão de saúde da Assembleia do Conselho da Europa.

"A grande campanha de pânico que vimos foi uma oportunidade de ouro para os representantes dos laboratórios que sabiam que eles iriam atingir o jackpot, no caso de uma pandemia ser declarada", afirmou Wolfgang Wodarg, acrescentando que esta pandemia "é um dos grandes escândalos de medicina do século”. A Assembleia aprovou a sua proposta de investigação sobre o papel das empresas farmacêuticas na definição das escolhas políticas face à gripe A e vai debater o assunto no próximo dia 25.

"Queremos esclarecer tudo que causou esta grande operação de desinformação. Nós queremos saber quem fez as decisões, com base em quais provas, e precisamente como a influência da indústria farmacêutica passou a ostentar-se na tomada de decisões", declarou Wodarg, acrescentando que um grupo de pessoas na Organização Mundial de Saúde "está associado estreitamente com a indústria farmacêutica" que já lucrou 5 mil milhões de euros com o fabrico de vacinas.

O debate sobre o tema está a ganhar terreno em países como a Inglaterra, que se pergunta agora o que fazer com mil milhões de libras em vacinas encomendadas no momento auge do receio pelo H1N1. Os planos de contingência ingleses previam 65 mil mortes e foram dadas instruções para a preparação das morgues e do exército para prevenir os motins esperados pelo acesso à vacina. Mas ao todo morreram 251 pessoas, muitas delas doentes crónicas.

O jornal Daily Mail contribuiu para adensar as suspeitas de conflito de interesses, ao noticiar que Roy Anderson - um cientista conselheiro do governo sobre a resposta à gripe A - é um dos quadros superiores da GlaxoSmithKline, uma das farmacêuticas que mais ganhou com a venda de vacinas.

in http://www.esquerda.net/content/view/14928/26/
23:59 | 0 sdt2010

OMS - H1N1



Gestão da Pandemia de Gripe e Vacinas


Críticas apontam para zelo excessivo, que terá cedido a pressões das empresas farmacêuticas
2010-01-13
JN - EDUARDA FERREIRA*

A Organização Mundial de Saúde anunciou ontem, terça-feira, que irá pedir a peritos independentes uma auditoria à sua gestão da gripe H1N1, depois de se intensificarem críticas de que terá cedido aos interesses das farmacêuticas, empolando os riscos da doença.

O anúncio foi feito ontem, em Genebra, pela porta-voz da OMS, Fadela Chaib. Em causa estão as críticas endossadas a esta organização das Nações Unidas, que declarou a passagem ao grau de pandemia no início do Verão passado, devido à progressão do vírus H1N1.

Uma das últimas queixas quanto à forma de gestão da nova gripe a nível global surgiu da parte do Conselho da Europa, fórum político em que participam quase todos os países europeus.

Sobra de vacinas

A queixa do Conselho da Europa sugeria que devia ser averiguado se as empresas farmacêuticas terão sido influenciadas por dirigentes das autoridades de saúde no sentido de gastarem dinheiro em reservas de vacinas desnecessárias. Recorde-se que em Julho e Agosto o Mundo assistiu a uma corrida à reserva de vacinas ainda não desenhadas e para as quais tiveram de ser desenvolvidas linhas industriais de fabrico. Então, também, as cotações das três principais farmacêuticas envolvidas no processo subiram em flecha. Só em Dezembro, face ao anúncio de alguns países de que pretendiam renegociar as encomendas do fármaco, as acções entraram em baixa.

A auditoria a fazer por peritos independentes á gestão que a OMS tem feito da nova gripe não começará agora, mas quando for dada por terminada a pandemia. Os resultados serão tornados públicos, prometeu a porta-voz da organização. Entretanto, no próximo dia 18, a OMS reunirá os 34 membros da sua administração para proceder a um ponto de situação sobre a expansão do H1N1..

Perante as crescentes críticas que têm sido dirigidas às autoridades de saúde, o Centro Europeu de Prevenção e Controlo de Doenças já tinha alertado, na passada semana para um risco: o de surgirem variantes do vírus caso os governos abrandem as suas medidas contra a gripe A. Num artigo na revista "Eurosurveillance", o especialista Angus Nicoll afirmava que "os vírus nunca estão quietos", podendo sofrer mutações. O facto de a propagação do vírus ter diminuído na Europa e nos Estados Unidos não deve deioxar todos descansados, afirmou. Nicoll lembrou ainda que na pandemia de 1969-70, o onda do segundo Inverno causou muitas mais mortes. "Esperar o inesperado" será a regra a seguir, acrescentou.

23:59 | 0 sdt2010

Obama e o "Estamos em guerra"


12 de Janeiro de 2010 - 14h45
Desencanto popular arrisca desempenho de partido de Obama

Apenas um ano após celebrar-se talvez o maior momento de esperança na última década nos Estados Unidos, desaparece o encanto popular de Barack Obama e, com ele, se compromete o seu poder político. Já se fala sobre o enfraquecimento de um líder que marcou a história e chegou ao poder com um capital político enorme, mas que, depois de um ano na Casa Branca, falhou em quase todas as suas principais promessas.

Por David Brooks, no La Jornada

Desmoronou o nível de aprovação deste político, mas talvez mais preocupante seja o fato de que se começa a ver o desapontamento entre suas bases, o que pode ter graves implicações políticas para o Partido Democrata e a agenda do governo de Obama.

Ainda que todos tenham reconhecido que ele assumiu a presidência em meio à pior crise financeira desde a grande depressão, e herdando duas guerras, ele prometeu uma série de políticas que resumia em uma palavra: "mudança".

Mas a "mudança" está cada vez mais difícil de se identificar para além da retórica e, recentemente, até isso parece mais do mesmo. "Estamos em guerra", disse Obama na semana passada, com o mesmo vocabulário de George W. Bush e Dick Cheney, falando sobre o falido atentado "terrorista" em um avião que aterrissava em Detroit no dia de Natal, assunto que interrompeu suas férias e provocou uma emergência política e de segurança nacional para seu governo.

Desde então, se fala, sem cessar, sobre "inimigos", "ameaças", medidas de segurança cada vez mais extensas. Isto é, o mesmo vocabulário desde o 11 de setembro.

A economia

Entretanto, a principal "ameaça" política à administração de Obama não vem de fora. Não há assunto mais importante no âmbito político-eleitoral que a economia, principalmente o emprego. Ao iniciar um ano de eleições legislativas, no qual os democratas esperam perder vários lugares frente a seus adversários, todos sabem que o fator mais influente na votação é o estado da economia.

Uma e outra vez Obama sublinhou que a sua prioridade é regenerar o crescimento econômico e o emprego. Na sexta-feira, quando o governo esperava anunciar uma redução do desemprego, os números oficiais mostraram a perda de outros quase 100 mil empregos.

Obama teve que declarar que era "um lembrete de que devemos trabalhar todos os dias para conseguir que a nossa economia avance novamente. Para a maioria dos americanos, como para mim, isso significa criar empregos."

No entanto, a taxa de desemprego permanece em 10 por cento, enquanto as consequências da crise se manifestam em todo o país. Além dos 8 milhões de desempregados desde o início da recessão, milhões de pessoas perdem suas casas porque não conseguem pagar as hipotecas. A crise econômica gerou uma crise fiscal para os governos estaduais, o que levou a cortes dramáticos nos serviços públicos, à demissão de centenas de milhares de professores e impostos mais elevados, entre outros sacrifícios.

O setor financeiro recuperado com bilhões de fundos público, debate agora as quantidades de bônus que serão pagos aos executivos, que poderão estar entre os mais elevados da história. Politicamente, isso alimenta o ódio contra o governo.

Migrantes e Saúde

Não é apenas no setor da economia que cresce o desânimo entre as bases de Obama. O anúncio da expansão da guerra no Afeganistão (30 mil soldados) poucos dias antes de receber o Prêmio Nobel da Paz e seu discurso sobre a "guerra justa" decepcionaram aqueles que votaram em um candidato que expressou a sua oposição à guerra no Iraque e à política belicista de Bush.

O mesmo ocorre em outras frentes: a reforma da saúde, tema central do seu primeiro ano no governo, foi reduzida a uma reforma repudiada por vários grupos progressistas que no princípio a apoiaram entusiasticamente. Outros ficaram decepcionados com o fracasso da cúpula sobre mudanças climáticas em Copenhague e a performance de Obama nela.

Da mesma forma estão sindicatos, que esperavam apoio a iniciativas legislativas que dariam mais direitos para organizar os trabalhadores. E ainda que apenas se inicie a ofensiva para conseguir a reforma migratória integral prometida por Obama este ano, há dúvidas sobre o compromisso da Casa Branca com o estado atual da economia, enquanto defensores dos imigrantes denunciam a continuidade de medidas governamentais de prisão e deportação contra suas comunidades.

Além disso, e embora tenha repercussões políticas menores dentro dos Estados Unidos, os que comemoraram o anúncio inicial de Obama de uma mudança nas relações com a América Latina até agora só viram a aprovação deste governo ao resultado do golpe de Estado em Honduras, o acordo sobre o uso de sete bases militares na Colômbia e um abandono das promessas para reformar o Tratado de Livre Comércio com o México. Ao mesmo tempo, se renova a retórica agressiva contra a Venezuela, Bolívia e Cuba.

O saldo de tantas concessões e da falta de resultados no campo econômico ressucitaram os republicanos, incluindo sua ala à direita, que agora percebem vários flancos vulneráveis na administração de Obama. Depois de algumas de suas derrotas mais graves nos últimos anos, eles renovaram o entusiasmo em suas fileiras, alimentados pela crescente angústia entre amplos setores da sociedade.

Os "surpreendentes" anúncios de dois altos legisladores democratas, Christopher Dodd, de Connecticut, e seu colega Byron Dorgan, de Dakota do Norte, ambos com décadas no Senado, de que não tentarão a reeleição detonaram uma série de especulações e um intenso debate sobre se isto indicava o enfraquecimento do partido de Obama.

Embora não seja tão simples - mais legisladores republicanos que democratas anunciaram a sua retirada de ambas as câmaras, ao aproximar-se o ciclo eleitoral que culminará nas eleições de novembro - quase todas as previsões são de uma derrota democrata, e a única pergunta é de que tamanho será.

Muito dependerá de se Obama irá animar as mesmas bases que o levaram à sua vitória histórica a manterem seu apoio e defenderem a sua agenda. Isso, em grande medida, será determinado pela evolução da crise econômica, mas também dependerá de ele oferecer mais do que mera retórica e de ser capaz de renovar a imagem que perde o seu encanto, como demonstram todas as sondagens.

"Estamos dispostos a apoiá-lo na reforma da saúde, embora estejamos desapontados com a reforma, porque sabemos que, se ele falhar, a sua presidência estará sufocada", disse um líder Latino ao jornal La Jornada. "Mas não estamos dispostos a fazer tudo e chegará o momento em que ele terá que responder às nossas demandas de assistência aos trabalhadores, aos que perderam suas casas, aos trabalhadores migrantes, ao meio ambiente e outras questões prioritárias, ou simplesmente nosso povo não irá mais apoiá-lo. "

Fonte: La Jornada
http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_secao=9&id_noticia=122516
15:36 | 0 sdt2010

ZDay. What is ZDay?


ABOUT:
“Zeitgeist Day”, or ZDAY for short, is an annual, global event day which occurs in the middle of March, each year. The goal is to increase public awareness of The Zeitgeist Movement and The Venus Project. If you are not familiar with the tenets and goals of The Zeitgeist Movement and its relationship to The Venus Project, please see the following information:


In 2009, we had over 450 events in over 70 countries. These events were well documented by news agencies across the world, including the New York Times in America. An archive list of these events can be found HERE.

A Zeitgeist Day Event can take many forms, ranging from a simple showing of DVD media like Zeitgeist: Addendum to prerecorded lectures by Meadows, Joseph or Fresco; to interactive question-and-answer events with Chapter Organizers in various regions, giving their own unique presentations.
While it is not required to be in a regional Zeitgeist Movement Chapter to have an event, it is recommend. To find a Chapter in your area, please check HERE. Generally speaking, we encourage each Chapter to help organize events in their region. This is not a requirement, however.

HOW IT WORKS:
This website allows for the submission of events and user access to change event properties. Once you submit an event, your event is posted in our Event List and Map View. A password will be sent to your email to allow for editing your submission/data access. Each event must be approved by our Admins. Incomplete event posts will remain unapproved and all events will be checked for integrity through contacting the venues denoted. Once approved, your event will be denoted as such and others can then see your event information and submit their emails to you, denoting attendance.

RESOURCES:
To assist in the development of your event, we have materials for you to download, for free. Please go to our Toolkit Page to download these materials. Also, on our Global Site, we have a special ZDAY 2010 Forum category for this topic, if you care to exchange ideas with others.

PRIVACY:
Any emails submitted to this website by both Event Hosts and Attendees will be held private and will never be released to any outside parties. If you choose to attend an event and submit your email, that email will be accessible by the Host of the respective event and you will likely be contacted by that Host. It is suggested that Event Hosts create custom emails for their events. The possibility of spam occurring due to web posted emails is always there, so it is suggested that Hosts be prepared for this by using designated emails, which are separate from their private accounts.

CONTACT:
We have tried to make this website as self-contained as possible and hopefully most questions are answered. If you do have a question, or have a press inquiry, please email HERE

16:18 | 0 sdt2010

The Zeitgeist Movement

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O Objetivo

Os Meios são o Fim:

Pretendemos restaurar as necessidades fundamentais e a consciência ambiental da espécie revogando a maioria das idéias que temos de quem e o que realmente somos, juntamente com como a ciência, a natureza e a tecnologia (em vez de religião, política e dinheiro) são a chave para nosso crescimento pessoal, não só como indivíduos, mas como civilização, estrutural e espiritualmente. As percepções centrais dessa consciência são o reconhecimento dos elementos Emergentes e Simbióticos das leis naturais e de como o alinhamento dessa compreensão como base para nossas instituições pessoais e sociais, a vida na Terra transformar-se-á em um sistema que crescerá continuamente, onde consequências negativas sociais como camadas sociais, guerras, preconceitos, elitismo e atividades criminosas serão constantemente reduzidos e, esperamos, venham a deixar de existir no comportamento humano.

Claro que, para muitos humanos, é uma possibilidade muito difícil de se considerar, uma vez que fomos condicionados pela sociedade a pensar que crime, corrupção e desonestidade são “como as coisas são”, que sempre haverá pessoas que querem abusar, ferir e tirar vantagem dos outros. A religião reforça fortemente essa propaganda, já que a mentalidade “nós e eles”, “bem e mal” promove essa falsa suposição.

A verdade é que vivemos numa sociedade que produz escassez. A consequência dessa escassez é que os humanos devem se comportar de modo a se preservar, mesmo que isso signifique enganar e roubar para conseguirem o que querem. Nossa pesquisa concluiu que a escassez é uma das causas mais fundamentais de desvios de comportamento humano, além de levar a formas complexas de neurose. Uma análise estatística do vício em drogas, da criminalidade e da população carcerária demonstra que a pobreza e condições sociais não saudáveis são parte da experiência de vida das pessoas que adotam tais comportamentos.

Seres humanos não são bons ou ruins... Eles são o resultado da experiência de vida que os influenciam e estão sempre mudando, sempre em movimento. A “qualidade” de um ser humano (se existisse algo assim) está diretamente relacionada a como foi criado e aos sistemas de crença aos quais ele foi condicionado.

Esse simples fato vem sendo gravemente ignorado e hoje em dia as pessoas pensam primitivamente que competição, ganância e corrupção são elementos “embutidos” no comportamento humano e, portanto, precisamos ter prisões, polícia e consequentemente uma hierarquia de controle diferenciado para que a sociedade possa lidar com essas “tendências”. Isso é totalmente ilógico e falso.

O x da questão é que para melhorar as coisas, você fundamentalmente precisa trabalhar nas raízes do problema. O atual sistema de “punição” usado pelas sociedades é ultrapassado, desumano e improdutivo. Quando um assassino em série é preso, a maioria das pessoas faz manifestações exigindo a morte dessa pessoa. Isso está errado. Uma sociedade realmente sã, que entende o que somos e como sistemas de valores são criados, pegaria esse indivíduo e aprenderia sobre os motivos por trás de seu comportamento violento. Essas informações passariam então por um departamento de pesquisa, que consideraria modos de evitar que fatos como esse ocorressem através da educação.

É hora de pararmos de remediar. É hora de começarmos uma nova abordagem social que utilize os conhecimentos atuais. Tristemente, nossa sociedade é amplamente baseada em determinações e resoluções ultrapassadas e supersticiosas. É importante ressaltar que não há utopias ou conclusões. Todas as evidências indicam infinitas atualizações em todos os níveis. Por sua vez, são nossas ações pessoais cotidianas que moldam e perpetuam os sistemas sociais que adotamos. No entanto, paradoxalmente, são as influências do ambiente que criam nossas perspectivas e, portanto, nossas visões de mundo. Logo, a verdadeira mudança nascerá não só do ajuste de nossas decisões e compreensões pessoais, mas também da mudança das estruturas sociais que as influenciam.

Os sistemas elitistas de poder são pouco afetados por protestos tradicionais e movimentos políticos. Devemos dar um passo além dessas “rebeliões do sistema” e trabalhar com uma ferramenta muito mais poderosa: parar de apoiar o sistema, ao mesmo tempo em que propagamos o conhecimento, a paz, a união e a compaixão. Não podemos “lutar contra o sistema”. Ódio, ira e a mentalidade de “guerra” são um modo ineficaz de obter mudança, pois eles perpetuam a mesma ferramenta que os sistemas de poder corruptos estabelecidos utilizam para manter o controle.

Distorção e Paralisia:

Precisamos entender que todos os sistemas são Emergentes e estão constantemente em evolução, juntamente com a realidade de que todos nós estamos Simbioticamente conectados à natureza e uns aos outros de modo simples, porém muito profundo, levando à percepção de que nossa integridade pessoal é equivalente à do resto da sociedade. Então, perceberemos o quão distorcida e invertida é a nossa sociedade atual e como sua perpetuação é a causa maior de sua instabilidade. Por exemplo, o Sistema Monetário é há muito tempo considerado uma força positiva na nossa sociedade graças à sua alegação de que produz incentivos e progresso. Na verdade, o sistema monetário tornou-se um veículo para a divisão e o controle totalitário.

Ele é a expressão máxima do lema “Dividir e conquistar”, pois em seu núcleo estão as suposições de que (1) Devemos lutar uns com os outros para sobreviver (2) Seres humanos precisam de um “estímulo” recompensador para fazer coisas significativas.

Quanto ao Número 1 (Devemos lutar uns com os outros para sobreviver), essa característica da competição no sistema é o que produz corrupção em todos os níveis da sociedade, pois parte do “nós contra eles”. Muitos argumentam que o sistema de “livre comércio” é bom... Mas ele é corrupto nos dias de hoje, graças as políticas ruins, favorecimento, auxílios financeiros, etc. Eles supõem que se um mercado livre “puro” fosse instituído, as coisas seriam melhores. Isso é falso, pois o que você está vendo hoje é o livre mercado em funcionamento com todas as suas desigualdades e corrupção. Não há lei que vá impedir vendas privilegiadas, conspirações, monopólios, abuso de mão-de-obra, poluição, obsolescência calculada e coisas do tipo... Isso é o que o sistema baseado em competição cria com eficiência, pois é baseado na premissa de tirar vantagem dos outros para obter lucro. Ponto final.

Precisamos começar a abandonar esses ideais opressivos e caminhar em direção de um sistema projetado para cuidar das pessoas... Não para forçá-las a lutar por sua sobrevivência. Quanto ao Número 2 (“Seres humanos precisam de um ‘estímulo’ recompensador para fazer coisas significativas), essa é uma perspectiva triste e incrivelmente negativa do ser humano. Supor que uma pessoa precise ser “motivada estruturalmente” ou “forçada” a fazer algo é simplesmente absurdo. Lembre-se de quando você era criança e não tinha a menor idéia do que fosse dinheiro. Você brincava, era curioso e fazia muitas coisas... Por quê? Porque você queria. No entanto, conforme o tempo passa em nosso sistema, a curiosidade e auto-motivação naturais são extirpadas das pessoas, pois elas são forçadas a se ajustar a um sistema de trabalho especializado, fragmentado, quase predefinido para poderem sobreviver. Por sua vez, isso costuma criar uma revolta interior natural nas pessoas devido à obrigação e foi assim que separamos os momentos de “lazer” e de “trabalho”. A preguiça que aqueles que defendem o sistema monetário (por alegar que ele cria estímulo) não reconhecem este fato. Numa sociedade verdadeira, as pessoas seguem suas inclinações naturais e trabalham para contribuir para a sociedade – não porque são “pagas” para isso, mas porque têm uma consciência maior de que colaborar com a sociedade ajuda tanto a si próprias quanto a todas as outras pessoas. Esse é o estado elevado de consciência que esperamos transmitir. A recompensa por sua contribuição para a sociedade e o bem-estar daquela sociedade... o que, por consequência, é também o seu bem-estar.

Agora, colocando as coisas em perspectiva, é importante entendermos que nosso mundo é atual e inegavelmente conduzido por um pequeno grupo dominador em altos cargos nas instituições dominantes em nossa sociedade – Negócios e Finanças. O funcionamento do governo é regido pela influência e poder das corporações e dos bancos. O elemento vital é o dinheiro, que na verdade é uma ilusão e hoje tem pouca relevância para a sociedade, servindo como meio de manipulação e desunião num tipo de organização social que gera elitismo, crime, guerras e camadas sociais.

Ao mesmo tempo, as pessoas aprendem que ser “correto” é o que lhes atribui valor como seres humanos. Este conceito de “correto” está diretamente ligado aos valores vigentes na sociedade. Logo, aqueles que aceitam ou apóiam as visões do sistema social são considerados “normais”, enquanto aqueles que discordam são “anormais” ou “subversivos”. Seja isso o dogma de uma tradição social ou o alinhamento com uma religião mundialmente estabelecida, a base é a mesma: o Materialismo Intelectual. Quando percebemos que o conhecimento e, consequentemente, as instituições estão em constante evolução, vemos que qualquer sistema de crença que declare “saber” tudo, sem espaço para o debate, é uma perspectiva errônea. A religião, baseada na fé, é a grande agente de distorção, já que alega ter respostas definitivas sobre as origens mais complexas da humanidade, e isso simplesmente não é possível num universo emergente.

Compreendendo isso, percebemos então que as pessoas que foram condicionadas a aceitar completamente esses ensinamentos estáticos são tão perigosas quanto as Estruturas de Poder Estabelecidas, pois se tornam “guardiãs voluntárias do status quo”. Isso se aplica a todos os sistemas, principalmente ao político, ao financeiro e ao religioso. Uma vez que a identidade das pessoas se associa às doutrinas da ética de um País, Religião ou Empresa, torna-se muito difícil mudá-la, já que sua identidade está mesclada às das ideologias que lhe foram impostas. Assim, os ensinamentos estáticos seguem perpetuando a doutrina da instituição, simplesmente para manter sua integridade pessoal como eles a percebem. Precisamos quebrar esse ciclo, pois ele paralisa nosso crescimento não só como indivíduos, mas como sociedade.

Verdade e Transição

Uma vez que nós compreendamos que a integridade de nossa existência como pessoa está diretamente relacionada à integridade do Planeta Terra, da vida e de todos os outros seres humanos, teremos então um caminho predefinido. Além disso, quando percebermos que são a ciência, a tecnologia e, portanto, a criatividade humana que trazem progresso para nossas vidas, seremos capazes de reconhecer nossas verdadeiras prioridades para o crescimento pessoal e social e para o progresso. Posto isso, podemos ver que a Religião, a Política e o Sistema de Trabalho baseado em Dinheiro/Competição são modos desatualizados de operação social que agora precisam ser abordados e transcendidos. Nossa meta é um sistema social que funciona sem dinheiro ou política, ao mesmo tempo em que permite que as superstições percam terreno à medida que a educação avançar. Ninguém tem o direito de dizer ao outro em que acreditar, pois nenhum ser humano tem a compreensão completa de nenhum assunto. Entretanto, se prestarmos atenção aos processos naturais da vida, podemos ver como eles se alinham à natureza e assim nosso caminho fica mais claro. Por exemplo, muitas pessoas estão preocupadas com o crescimento populacional, enquanto comentários assustadores de pessoas como Henry Kissinger sugerem que seja necessário algum tipo de “redução”. Porém, a pergunta principal continua sendo: o crescimento populacional é tão ruim assim? A resposta é: em uma perspectiva científica, o planeta pode suportar muito mais pessoas se necessário, desde que haja investimentos em alta tecnologia. 70% do nosso planeta é coberto de água e cidades sobre o mar (um dos muitos projetos de Jacque Fresco são o próximo passo). Por sua vez, a educação sobre o funcionamento da vida informará às pessoas sobre as consequências de seus interesses reprodutivos e o crescimento populacional será reduzido naturalmente à medida que as pessoas percebam como elas estão ligadas ao planeta à capacidade de sustentação.

Na verdade, o único verdadeiro “governo” que pode haver é o gerenciamento da Terra e de seus recursos. A partir daí, todas as possibilidades podem ser consideradas. Por isso, é necessária uma unificação intelectual entre os países, pois as informações mais valiosas que podemos ter como espécie são uma avaliação detalhada e completa do que temos nesse planeta. Assim como você avalia o solo e os recursos antes de plantar algo, precisamos fazer o mesmo com o planeta para otimizar aquilo que podemos fazer enquanto espécie, em termos de recursos.

Naturalmente, muitos que analisarem as idéias apresentadas acima vão perguntar: “Como podemos fazer isso, considerando o sistema de valores distorcidos em vigência? Como faremos essa transição? Essa é a pergunta mais difícil. A resposta: temos que começar de algum lugar. Há muitas coisas que podem ser feitas por uma única pessoa ou comunidade que podem começar a moldar essa visão. O passo mais importante é a educação.

Em 15 de março de 2009 (o Dia Z, como foi chamado em 2008) haverá uma série de ações mundiais para aumentar a consciência sobre esse caminho sociológico. Nossa esperança é termos encontros regionais em tantas cidades, estados e países quanto for possível. Nós aqui do zeitgeistmovement.com vamos trabalhar para oferecer material em todas as línguas que pudermos e faremos o possível para ajudar cada subgrupo. Nós nunca pediremos dinheiro. Estamos aqui para ajudar, pois entendemos uma verdade central que está esquecida há muito tempo: quanto mais você dá, mais você recebe.

Obrigado por sua ajuda.


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15:57 | 0 sdt2010

The Venus Project

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The Venus Project presents a bold, new direction for humanity that entails nothing less than the total redesign of our culture. There are many people today who are concerned with the serious problems that face our modern society: unemployment, violent crime, replacement of humans by technology, over-population and a decline in the Earth's ecosystems.


As you will see, The Venus Project is dedicated to confronting all of these problems by actively engaging in the research, development, and application of workable solutions. Through the use of innovative approaches to social awareness, educational incentives, and the consistent application of the best that science and technology can offer directly to the social system, The Venus Project offers a comprehensive plan for social reclamation in which human beings, technology, and nature will be able to coexist in a long-term, sustainable state of dynamic equilibrium.

15:38 | 0 sdt2010

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