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Ao redor do mundo, uma conspiração monolítica implacável se opõe a nós. Baseia-se, primeiramente, no encobrimento para expandir sua esfera de influência. É um sistema que tem recrutado vastos recursos materiais e humanos para formar uma poderosa e eficiente máquina, que combina operações militares, diplomáticas, de inteligência, económicas, científicas e políticas. Suas preparações são ocultas do público. Seus erros são enterrados. Não vão para capas de jornais. Seus discordantes são silenciados, não aclamados.”

John F. Kennedy

Artigos

O dia em que desligarão a Internet

outubro 25th, 2009 | Author: Ecocidio

Pior que americano dizer que a capital do Brasil é Buenos Aires,

é o brasileiro não se inteirar do que acontece nos Estados Unidos, potência mundial que foi tomada de assalto e virou a base de operações da quadrilha internacional que pretende dominar o mundo – que aliás já tem inteiro nas mãos, “não é mesmo, companheiro?“, muito menos se informar corretamente sobre o dia a dia do próprio umbigo, o Brasil.

Em agosto desse ano o Senador americano e presidente do comitê de comércio do senado Jay Rockefeller propôs um ato que dá ao presidente americano o poder de controlar temporariamente as redes do setor privado durante um período chamado de emergência de cybersegurança.

O rascunho revisado do Ato de Cybersegurança de 2009 (S773) , cujo título maqueado* dá a entender de uma internet segura para o comércio dos EUA com seus parceiros internacionais, contém um capítulo que diz como o governo irá agir, e informa inclusive de uma Cyber Revisão bianual, cujo início está marcado para 2013. É o governo Big Brother querendo saber onde o cidadão e o setor privado está clicando, quando o faz, e acima de tudo, por que clica.

O Ato dá poderes suficientes para o presidente Obama e seus associados causarem um verdadeiro caos que extrapola o mundo virtual e nos afetaria diretamente. Isso fez muita gente se levantar, inclusive os veículos de comunicação.

Em resposta, Jena Longo, diretora de comunicação do comitê de comércio do senado, informou que “o presidente dos Estados Unidos sempre teve a autoridade constitucional, e dever, de proteger os cidaçãos americanos e dirigir a respota nacional para qualquer emergência que ameace a segurança dos Estados Unidos. O ato de Cybersegurança Rockefeller-Snowe deixa claro que a autoridade do presidente inclui proteger nossa cyberinfraestrutura nacional de ataques. A seçao do ato que trata dessa questão, aplica específicamente a resposta nacional a ataques severos ou disastres naturais. Essa linguagem legislativa é baseada em autoridades legais de longa data para o uso de redes de comunicações em períodos de guerra. (Percebam bem o que ela falou). Para ser bem clara, o ato Rockefeller-Snowe não dará o poder do “governo desligar ou tomar o controle da internet”. O propósito dessa linguagem é clarificar como o presidente dirige uma resposta público-privada à uma crise, protege nossa economia e resguarda nossas redes financeiras, proteger o povo americano, sua privacidade e liberdade civis, e coordenar uma resposta governamental.”

Desculpa esfarrapada essa dela. Ainda mais se lembrarmos que tudo que o Obama diz, faz exatamente ao contrário. Então o governo toma o controle para proteger? E toma Big Brother, toma Nova Ordem Mundial sob nossas goelas.

Mas aí alguém pergunta: e o que o Brasil tem a ver com isso?

Ora, onde está localizada a maior parte de nossos servidores de hospedagem, de bancos de dados? E nossos sites e serviços preferidos, onde estão? E os negócios internacionais através de transferências bancárias?

Em resumo, parar a internet nos Estados Unidos significa não apenas os próprios EUA, mas o Brasil e todo o restante do mundo.

Retirado de http://www.ecocidio.com.br/2009/10/25/o-dia-em-que-desligarao-a-internet/
23:39 | 0 sdt2010

Onda crescente de censura na Internet




Onda crescente de censura na Internet


por James Corbett
Cartoon de Chapatte.Os êxitos recentes nos combates contra o controle da Internet serão suficientes para impedir a tirania?

O foco das atenções voltou-se para a censura da Internet esta semana, quando artigos foram publicados simultaneamente no Time Magazine e no The New York Times, defendendo a obrigatoriedade de licença para operar sítios na Internet. Esses artigos foram devidamente criticados por Paul Joseph Watson como uma tentativa coxa de apoiar o monopólio da mídia hoje em desintegração em face de uma blogosfera que está rapidamente a substituí-lo.

Os artigos seguiram-se a apelos de Craig Mundie – chefe de pesquisas e estratégias da Microsoft – por um sistema de licenças para a Internet. Introduzindo a idéia ele disse "Precisamos de um tipo de Organização Mundial da Saúde para a Internet". Evidentemente sem saber da investigação em curso sobre o papel da OMS na fabricação do boato de pandemia da gripe H1N1 para encher os bolsos da grande indústria farmacêutica, Mundie acrescentou que uma autoridade internacional sobre a Internet poderia exercer o mesmo tipo de autoridade que a OMS tem para lidar com uma pandemia. " Quando existe uma pandemia, ela organiza os casos de quarentena. Não nos é permitido organizar a quarentena sistemática de máquinas que estão comprometidas ". Tais apelos são preocupantes porque representam simplesmente o exemplo mais recente de personalidades influentes a proporem com insistência controles tirânicos sobre a liberdade de expressão na Internet.

A presidência Obama tem assistido um crescente alarde sobre ameaças à cibersegurança, com o influente think tank do CSIS (Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais) tendo redigido livros brancos a proporem a cibersegurança como questão-chave para a 44ª presidência. Como informamos em Julho passado, o CSIS argumenta por "um mínimo de padrões para a segurança do ciberespaço" porque "a ação voluntária não é suficiente". 

ROCKFELLER: "A INTERNET NÃO DEVIA TER SIDO INVENTADA" 

Pouco depois de Obama assumir a presidência, no ano passado, o senador Jay Rockefeller apresentou uma proposta de lei senatorial (S. 773) que daria ao presidente o poder de " declarar um estado de emergência cibernético " e encerrar a Internet. A lei também exigiria dos administradores de rede do setor privado que obtivessem uma licença junto ao governo federal depois de se inscreverem em um programa de certificação do governo. Durante as audiências do Comitê, Rockefeller chegou ao ponto de afirmar que teria sido melhor que a Internet nunca tivesse sido inventada .

Em Novembro do ano passado foi noticiado que um acordo estava sendo negociado pelos líderes das economias mais poderosas do mundo (aproveitando as reuniões de Davos sobre a economia mundial) no sentido de forçar os provedores a cortar as assinaturas de quem fosse apanhado mais de duas vezes copiando conteúdos protegidos por direitos autorais. Reportagens recentes indicam que essa proposta não foi discutida na reunião de líderes das economias mais poderosas mês passado, mas já foi aprovada na França com o nome de lei das três faltas.

No início desse ano, foi revelado que o czar das informações de Obama, Cass Sunstein, reclamou que a blogosfera espalha sentimentos anti-governamentais e defendeu que o governo atual empregue pessoas para se infiltrarem em comunidades na Internet e publicarem informações favoráveis ao governo num esforço para desestabilizar essas comunidades. É notável como essa proposta pode vir de um homem do alto escalão do governo, e é somente um aspecto da estratégia do Pentágono para combater a net como se ela fosse uma arma dos inimigos do sistema.

Todas essas propostas e numerosas outras histórias que temos noticiado no passado (p.ex. aqui e aqui ) representam apenas as últimas tentativas de sufocar a liberdade de expressão na Internet. Apesar de grupos como a Fundação Fronteira Eletrônica ( Eletronic Frontier Foundation ) terem lutado contra essa onda por muito tempo, o poder explosivo da comunidade on-line em descarrilar a agenda carbônica-eugênica e desvendar o Federal Reserve tem despertado muitos para o potencial desse meio nascente... e esse é seu valor. O valor da Internet é diretamente ligado à liberdade de expressão, um princípio que é negado pelo monopólio da mídia que prosperou por décadas em uma era virtualmente de livre competição, antes do advento da Internet. Como um comentário no Time Magazine disparou sobre o licenciamento para Internet, "NÃO existe movimento popular em nenhum lugar reivindicando a intervenção do governo na Internet. A Internet não está com problemas. Ela funciona tão bem, que é um problema para os tiranos". 

Assim como acontece com tudo relacionado com a Internet, os esforços de colaboração de cidadãos preocupados em se opor à censura da Internet está sendo pago com desenvolvimentos positivos. A nascente consciência do poder e importância da Internet está sensibilizando as pessoas de que as liberdades on-line são de fato direitos fundamentais que não podem ser negados. Mesmo a China foi forçada a recuar de um regime de licenciamento da Internet (exatamente o mesmo que foi proposto em Davos) devido à pressão pública. Uma lei draconiana da Austrália que teria exigido em todos os comentários políticos o nome completo e o endereço dos comentadores provavelmente será revogada pelo Procurador Geral .

Se esses êxitos individuais na luta para impedir a tirania on-line vão ou não finalmente descarrilar a agenda do establishment ainda veremos. Dependerá em grande medida de o clamor público contra a perda das liberdades on-line se transformar em um genuíno movimento popular de base. 
05/Fevereiro/2010
O original encontra-se em http://globalresearch.ca/index.php?context=va&aid=17433 e em The Corbett Report.
Tradução de Alex Lombello Amaral. 


Este artigo encontra-se em http://resistir.info/ .

24/Fev/10

19:51 | 0 sdt2010

Onda crescente de censura na Internet

por Radicalismo Ideológico, 11-03-2010

Os êxitos recentes nos combates contra o controle da Internet serão suficientes para impedir a tirania?

O foco das atenções voltou-se para a censura da Internet esta semana, quando artigos foram publicados simultaneamente no Time Magazine e no The New York Times, defendendo a obrigatoriedade de licença para operar sítios na Internet. Esses artigos foram devidamente criticados por Paul Joseph Watson como uma tentativa coxa de apoiar o monopólio da mídia hoje em desintegração em face de uma blogosfera que está rapidamente a substituí-lo.

Os artigos seguiram-se a apelos de Craig Mundie – chefe de pesquisas e estratégias da Microsoft – por um sistema de licenças para a Internet. Introduzindo a idéia ele disse “Precisamos de um tipo de Organização Mundial da Saúde para a Internet”. Evidentemente sem saber da investigação em curso sobre o papel da OMS na fabricação do boato de pandemia da gripe H1N1 para encher os bolsos da grande indústria farmacêutica, Mundie acrescentou que uma autoridade internacional sobre a Internet poderia exercer o mesmo tipo de autoridade que a OMS tem para lidar com uma pandemia. ” Quando existe uma pandemia, ela organiza os casos de quarentena. Não nos é permitido organizar a quarentena sistemática de máquinas que estão comprometidas “. Tais apelos são preocupantes porque representam simplesmente o exemplo mais recente de personalidades influentes a proporem com insistência controles tirânicos sobre a liberdade de expressão na Internet.

A presidência Obama tem assistido um crescente alarde sobre ameaças à cibersegurança, com o influente think tank do CSIS (Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais) tendo redigido livros brancos a proporem a cibersegurança como questão-chave para a 44ª presidência. Como informamos em Julho passado , o CSIS argumenta por “um mínimo de padrões para a segurança do ciberespaço” porque “a ação voluntária não é suficiente”.

ROCKFELLER: “A INTERNET NÃO DEVIA TER SIDO INVENTADA”

Pouco depois de Obama assumir a presidência, no ano passado, o senador Jay Rockefeller apresentou uma proposta de lei senatorial (S. 773) que daria ao presidente o poder de ” declarar um estado de emergência cibernético ” e encerrar a Internet. A lei também exigiria dos administradores de rede do setor privado que obtivessem uma licença junto ao governo federal depois de se inscreverem em um programa de certificação do governo. Durante as audiências do Comitê, Rockefeller chegou ao ponto de afirmar que teria sido melhor que a Internet nunca tivesse sido inventada .

Em Novembro do ano passado foi noticiado que um acordo estava sendo negociado pelos líderes das economias mais poderosas do mundo (aproveitando as reuniões de Davos sobre a economia mundial) no sentido de forçar os provedores a cortar as assinaturas de quem fosse apanhado mais de duas vezes copiando conteúdos protegidos por direitos autorais. Reportagens recentes indicam que essa proposta não foi discutida na reunião de líderes das economias mais poderosas mês passado, mas já foi aprovada na França com o nome de lei das três faltas.

No início desse ano, foi revelado que o czar das informações de Obama, Cass Sunstein, reclamou que a blogosfera espalha sentimentos anti-governamentais e defendeu que o governo atual empregue pessoas para se infiltrarem em comunidades na Internet e publicarem informações favoráveis ao governo num esforço para desestabilizar essas comunidades. É notável como essa proposta pode vir de um homem do alto escalão do governo, e é somente um aspecto da estratégia do Pentágono para combater a net como se ela fosse uma arma dos inimigos do sistema.

Todas essas propostas e numerosas outras histórias que temos noticiado no passado (p.ex. aqui e aqui ) representam apenas as últimas tentativas de sufocar a liberdade de expressão na Internet. Apesar de grupos como a Fundação Fronteira Eletrônica ( Eletronic Frontier Foundation ) terem lutado contra essa onda por muito tempo, o poder explosivo da comunidade on-line em descarrilar a agenda carbônica-eugênica e desvendar o Federal Reserve tem despertado muitos para o potencial desse meio nascente… e esse é seu valor. O valor da Internet é diretamente ligado à liberdade de expressão, um princípio que é negado pelo monopólio da mídia que prosperou por décadas em uma era virtualmente de livre competição, antes do advento da Internet. Como um comentário no Time Magazine disparou sobre o licenciamento para Internet, “NÃO existe movimento popular em nenhum lugar reivindicando a intervenção do governo na Internet. A Internet não está com problemas. Ela funciona tão bem, que é um problema para os tiranos”.

Assim como acontece com tudo relacionado com a Internet, os esforços de colaboração de cidadãos preocupados em se opor à censura da Internet está sendo pago com desenvolvimentos positivos. A nascente consciência do poder e importância da Internet está sensibilizando as pessoas de que as liberdades on-line são de fato direitos fundamentais que não podem ser negados. Mesmo a China foi forçada a recuar de um regime de licenciamento da Internet (exatamente o mesmo que foi proposto em Davos) devido à pressão pública. Uma lei draconiana da Austrália que teria exigido em todos os comentários políticos o nome completo e o endereço dos comentadores provavelmente será revogada pelo Procurador Geral .

Se esses êxitos individuais na luta para impedir a tirania on-line vão ou não finalmente descarrilar a agenda do establishment ainda veremos. Dependerá em grande medida de o clamor público contra a perda das liberdades on-line se transformar em um genuíno movimento popular de base.
05/Fevereiro/2010

O original encontra-se em http://globalresearch.ca/index.php?context=va&aid=17433 e em The Corbett Report.

Tradução de Alex Lombello Amaral.

Este artigo encontra-se em http://resistir.info/.

in Radicalismo Ideológico (http://radideologico.wordpress.com/2010/03/11/onda-crescente-de-censura-na-internet/)
00:38 | 0 sdt2010

Big Brother (Google) is Watching You!



Published October 26, 2009 by: Jessie Penn

Most likely, you are familiar with the things Google provides, such as email, images, maps, and much more. Do you ever feel like someone is watching when you're online? Well, guess what?

You're gut feeling is correct! Are you aware of just how much Google knows about you?

Google knows the following things about you, perhaps a lot more!

What you Search for: They are aware of every search you perform.

Web Pages: Many web pages use Google AdSense for their online advertising, and cookies record the web sites you visit. Not once, but every time!

Blogs: Google knows the blogs that you visit and subscribe to, even if you don't use Google Reader.

Financial Information: Every seller that uses AdSense share financial information, addresses, and other personal information about you with Google.

Website or Blog Information: If you have a website or blog, Google knows about your sites, the business income, and trends about your product.

Email: Every time you send from or receive an email in your Gmail box, Google knows the information.

Computer Files: Google knows everything you store on your computer, if you use Google Desktop.

Bills and More: Documents, spreadsheets, blogging, and paying bills are all exposed to Google.

Personal Calendar: Using a Google Calendar publishes your business and personal schedules to the eyes of Google.

Social Networking and Chat Rooms: Websites like Facebook, MySpace, Twitter, and more all have access to the information you expose on line. This includes addresses, name, and interests.

Illness: Google can predict what illnesses, surgeries, or medical problems you may have by tracking relative searches that you did.

Where You Are: Google Maps can approximate your geological location.

What You Watch: Since Google owns YouTube, they know what times of videos you watch, including pornographic videos!

Online Viewing: Everyone that uses the Google Chrome browser, allows Google to see the web pages your are visiting.

Your Problems: If you ask a question or provide an answer on Google Answers, your personal life will be revealed to Google.


Medical Issues: Everyone that uses Google Health shares their medical history with Google.

Home Address: If you use Google maps, checkout, or AdSense, most likely Google knows your home address.

Cell Phone: When you sign up for Gmail, or any other software Google offers, you reveal your cell phone number.

Sound of Your Voice: If you use Google Talk, the sound of your voice is shared with Google.

Pictures: When you use the photo editor Picasa, you reveal your photographs and personal life moments to Google.

Online Work: Your data is encrypted by Google Secure Access, and everything you do online for school or work is recorded.

Shopping: If you buy or have purchased online, every catalog and product you searched online is known to Google.

Business Information: If you advertise a business by using Google keywords, they have information about your business.

What's Important To You: If you set up Google Alerts, they are aware of all the online things that are important to you.


in (Jessie Penn) http://www.associatedcontent.com/article/2327418/big_brother_google_is_watching_you.html?cat=15
22:38 | 0 sdt2010

Google is Watching You - Google Latitudes

A Google, uma das empresas mas inovadoras do mundo, acabou de lançar a Google Latitudes que é uma funcionalidade da Google Maps. A ideia é "mapear" a localização duma pessoa através do número de telemóvel: se quiseres saber onde "ele" ou "ela" está num dado momento do dia é só clicar na "google latitudes" no seu telemóvel, colocar o número de telemóvel dele ou dela e... voilá, ele ou ela está na rua x, porta y. Alguns dirão que isso é, nada mais nada menos, tornar realidade a novela "1984" de Orson Wells. Ah,importa dizer: este instrumento, infelizmente para alguns, não está ainda disponível para CV!

Publicada por Edy em Quinta-feira, Fevereiro 05, 2009

in http://alibemtempu.blogspot.com/2009/02/google-is-watching-you.html
21:23 | 0 sdt2010

Google is watching you


'Big Brother' row over plans for personal database

By Robert Verkaik, 
Law Editor
Thursday, 24 May 2007


Google, the world's biggest search engine, is setting out to create the most comprehensive database of personal information ever assembled, one with the ability to tell people how to run their lives.

In a mission statement that raises the spectre of an internet Big Brother to rival Orwellian visions of the state, Google has revealed details of how it intends to organise and control the world's information.

The company's chief executive, Eric Schmidt, said during a visit to Britain this week: "The goal is to enable Google users to be able to ask the question such as 'What shall I do tomorrow?' and 'What job shall I take?'."

Speaking at a conference organised by Google, he said : "We are very early in the total information we have within Google. The algorithms [software] will get better and we will get better at personalisation."

Google's declaration of intent was publicised at the same time it emerged that the company had also invested £2m in a human genetics firm called 23andMe. The combination of genetic and internet profiling could prove a powerful tool in the battle for the greater understanding of the behaviour of an online service user.

Earlier this year Google's competitor Yahoo unveiled its own search technology, known as Project Panama, which monitors internet visitors to its site to build a profile of their interests.

Privacy protection campaigners are concerned that the trend towards sophisticated internet tracking and the collating of a giant database represents a real threat, by stealth, to civil liberties.

That concern has been reinforced by Google's $3.1bn bid for DoubleClick, a company that helps build a detailed picture of someone's behaviour by combining its records of web searches with the information from DoubleClick's "cookies", the software it places on users' machines to track which sites they visit.

The Independent has now learnt that the body representing Europe's data protection watchdogs has written to Google requesting more information about its information retention policy.

The multibillion-pound search engine has already said it plans to impose a limit on the period it keeps personal information.

A spokesman for the Information Commissioner's Office, the UK agency responsible for monitoring data legislation confirmed it had been part of the group of organisations, known as the Article 29 Working Group, which had written to Google.

It is understood the letter asked for more detail about Google's policy on the retention of data. Google says it will respond to the Article 29 request next month when it publishes a full response on its website.

The Information Commissioner's spokeswoman added: "I can't say what was in it only that it was written in response to Google's announcement that will hold information for no more than two years."

Ross Anderson, professor of Security Engineering at Cambridge University and chairman of the Foundation for Information Policy Research, said there was a real issue with "lock in" where Google customers find it hard to extricate themselves from the search engine because of the interdependent linkage with other Google services, such as iGoogle, Gmail and YouTube. He also said internet users could no longer effectively protect their anonymity as the data left a key signature.

"A lot of people are upset by some of this. Why should an angst-ridden teenager who subscribes to MySpace have their information dragged up 30 years later when they go for a job as say editor of the Financial Times? But there are serious privacy issues as well. Under data protection laws, you can't take information, that may have been given incidentally, and use it for another purpose. The precise type and size of this problem is yet to be determined and will change as Google's business changes."

A spokeswoman for the Information Commissioner said that because of the voluntary nature of the information being targeted, the Information Commission had no plans to take any action against the databases.

Peter Fleischer, Google's global privacy Ccunsel, said the company intended only doing w hat its customers wanted it to do. He said Mr Schmidt was talking about products such as iGoogle, where users volunteer to let Google use their web histories. "This is about personalised searches, where our goal is to use information to provide the best possible search for the user. If the user doesn't want information held by us, then that's fine. We are not trying to build a giant library of personalised information. All we are doing is trying to make the best computer guess of what it is you are searching for."

Privacy protection experts have argued that law enforcement agents - in certain circumstances - can compel search engines and internet service providers to surrender information. One said: "The danger here is that it doesn't matter what search engines say their policy is because it can be overridden by national laws."

How Google grew to dominate the internet

It's all about the algorithms. When Google first started up, in summer 1998, it quickly made its mark by being the internet's best, most efficient search engine. Now Google wants to know everything - all the knowledge contained on the world wide web, and everything about you as a computer user, too.

The key, at every step of the way, has been the methodology the company has used to catalogue and present information. The first stroke of genius that the company's founders, Larry Page and Sergey Brin, had while they were still in graduate school was to measure responses to an internet search not only by the frequency of the search word but by the number of times a given web page was accessed via other web pages. It was a revolutionary idea at the time, now copied by every one of their rivals.

A decade later, their technical brilliance is operating on an altogether more ambitious scale. Google is now a $150bn (£77bn) company and a seemingly unstoppable corporate, as well as technical juggernaut.

The big question, of course, is whether the idealism that first fired up Page and Brin can survive in a dirty corporate world where information is not just an intellectual ideal, but also a legal and political hot potato involving profound issues of privacy, intellectual property rights and freedom of speech. "You can make money without doing evil," runs one of their most celebrated mantras. Does that extend to signing a deal with China whereby its search functions will be subject to state censorship? The furore over that particular decision, made at the beginning of last year, still rages.

Google's activities thus touch on some of the key philosophical questions of our digital age. Because of its power and prominence, it will also be the benchmark by which we come to measure many of the answers.

Andrew Gumbel

in http://www.independent.co.uk/news/science/google-is-watching-you-450084.html
21:17 | 0 sdt2010

Documentário "Vril Society"


Ritos secretos, rituais macabros e membros ilustres – conheça tudo o que há por trás de uma das mais famosas e temidas organizações sociais, a Sociedade Vril. O especial com uma hora de duração, SOCIEDADE SECRETA (Dark Fellowships: The Vril Society), revela a história de uma organização que foi um dos pilares do Partido Nazista e compartilha não só membros de sua elite (Hermann Göring, Heinrich Himmler, e até mesmo Adolf Hitler) como também da crença na superioridade da raça ariana e na predestinação ao domínio do mundo. Neste especial você descobrirá a realidade da Sociedade Vril, que continua viva ainda hoje, quase cem anos após sua fundação, e quais os ritos que alimentaram a febre megalomaníaca, a busca pelo poder absoluto e a convicção de superiodade racial que culminaram na tragédia do Holocausto.

Download - http://www.megaupload.com/?d=B7V6GBTT

de http://filmessegundaguerra.blogspot.com/2009/10/sociedades-secretas-vril.html
14:48 | 0 sdt2010

HAARP ataca novamente: Hoje, terremoto na Turquia, o próximo será no Irã

HAARP ataca novamente: Hoje, terremoto na Turquia, o próximo será no Irã
março 8th, 2010 | Author: Ecocidio

Eis mais um terremoto pseudo-natural com fins geopolíticos… Na madrugada de hoje, um tremor de 6 graus na escala Richter assolou a cidade turca de Okcular.

Em uma localidade onde boa parte das construções não é de alvenaria, mas de uma mistura argilosa, um tremor como esse pode causar grande devastação. Entretanto, o terremoto veio ocorrer logo após o Gabinete de Obama condenando o “holocausto armênio” causado pela Turquia no início do século XX. O governo turco suspostamente interpretou como um sinal para aproximar as relações com o também muçulmano Irã, seu tradicional inimigo de outrora.

Um fato intrigante é que o terremoto no Chile, ocorrido há uma semana, aconteceu pouco tempo após a comunidade latino americana ter assinado o acordo do CELC – Comunnity of Latin American and Caribbean States) para se tornar “independente economicamente do Gigante do Norte”.

Ainda na manhã de hoje, agentes do serviços de inteligência russos (GRU) informaram que houve uma reunião no Afeganistão, no gabinete do Presidente Hamid Kazai, entre ninguém menos que Mahmud Ahmadinejad, presidente do Irã e Robert Gates – Secretário de Defesa dos EUA e Chefe da CIA.

De acordo com informações da GRU, Gates advertiu Ahmadinejad que o Irã pode esperar uma catástrofe ainda esse mês, criada pelo HAARP – a máquina de terremotos da Marinha Americana, caso as atividades nucleares naquele país não cessem imediatamente. De acordo com o relatório, Ahmadinejad desdenhou de Robert Gates, dizendo “vocês já erraram” – em referência ao terremoto recém ocorrido na Turquia, país vizinho ao Irã. O Secretário de Defesa de pronto respondeu que “nós nunca erramos”. Tal comentário faz com que a GRU o considerasse como uma admissão que o terremoto da Turquia, assim como os do Chile e Haiti, foram deliberadamente usados como arma pelos Americanos contra aqueles países. Ahmadinejad terminou dizendo que o Irã “nunca aceitará ordens de qualquer regime que assassina deliberadamente seus próprios cidadãos” – uma referência ao atentado de 9/11, que o presidente iraniano dias atrás chamou de “Grande Mentira” e que na verdade trava-se de um “complicado cenário e peça da inteligência” usado como “um pretexto para a guerra ao terror e um prelúdio para a invasão ao Afeganistão”

O que nos resta agora é esperar. Vamos acompanhar os movimentos dos países envolvidos, em especial o Irã, que está disposto a não ceder às pressões americanas. Se um terremoto acontecer no Irã dentro das próximas semanas, esse será a prova irrefutável que os EUA possuem o HAARP como arma climática e de catástrofes e não tem medo, pena ou escrúpulos em utilizá-la como arma de subjugação mundial.

de http://www.ecocidio.com.br/2010/03/08/haarp-ataca-novamente-hoje-terremoto-na-turquia-o-proximo-sera-no-ira/
23:59 | 0 sdt2010

Henry Kissinger


Henry Kissinger
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

56º Secretário de Estado dos Estados Unidos da América
Mandato: 22 de setembro de 1973 - 20 de janeiro de 1977
Presidente Richard Nixon
                 Gerald Ford
Precedido por: William P. Rogers
Sucedido por: Cyrus Vance
Nascimento: 27 de maio de 1923, em Fürth, Alemanha
Partido: Republicano
Profissão: Diplomata, estadista, professor

Henry Alfred Kissinger (nascido Heinz Alfred Kissinger; Fürth, 27 de maio de 1923) é um diplomata estado-unidense, de origem judaica, que teve um papel importante na política estrangeira dos Estados Unidos entre 1968 e 1976.
Em 1938, devido às perseguições anti-semitas na Alemanha nazista, emigra com seus pais para os EUA, obtendo a cidadania estado-unidense em 19 de junho de 1943.
Depois de servir na Segunda Guerra Mundial, fez o seu doutoramento pela Universidade Harvard em 1954, tornando-se imediatamente instrutor na mesma instituição; depois de alguns anos, obteve o título de professor.
Kissinger foi conselheiro para a política estrangeira de todos os presidentes dos EUA de Eisenhower a Gerald Ford, sendo o secretário de Estado dos Estados Unidos da América (cargo equivalente a ministro das Relações Exteriores, no Brasil e de Ministro dos Negócios Estrangeiros, em Portugal), conselheiro político e confidente de Richard Nixon.
Em 1973 ganhou, com Le Duc Tho, o Prêmio Nobel da Paz, pelo seu papel na obtenção do acordo de cessar-fogo na Guerra do Vietnam. Le Duc Tho recusou o prêmio.
Henry Kissinger esteve envolvido numa intensa actividade diplomática com a República Popular da China, o Vietnam, a União Soviética e com África. Ainda hoje uma figura polémica e controversa, alguns dos críticos de Kissinger acusam-no de ter cometido crimes de guerra durante sua longa estadia no governo como dar luz verde para a invasão indonésia de Timor (1975) e a golpes de estado no Chile e no Uruguai(1973), sendo que por diversas vezes Kissinger usava de uma política tortuosa, em que parecia jogar com um "pau de dois bicos" ; entre tais críticos incluem-se o jornalista Christopher Hitchens (no livro The Trial of Henry Kissinger) e o analista Daniel Ellsberg (no livro Secrets). Apesar de essas alegações ainda não terem sido provadas em uma corte de justiça, considera-se perigoso para Kissinger entrar em diversos países da Europa e da América do Sul.
Em uma visita oficial ao Brasil, ele chegou a ser abordado em uma hotel no Rio de Janeiro pela estilista de moda Zuzu Angel que buscava apoio por informações do filho morto pelos militares. Ela lhe entregou uma carta, no entanto nada foi feito. Zuzu seria morta pelos militares em 1976.
22:31 | 0 sdt2010

Portugueses & Bildergerg (Participantes & Influências)

A Sociedade Bilderberg/Illuminati, é um grupo americano que existe há longos anos, pouco ou nada se tem falado desta 'sociedade secreta', e muitos desconhecem a sua existência ou os seus objectivos.

Este grupo leva a cabo uma conspiração antidemocrática, um plano oculto de dominação mundial. Este grupo conta nas suas fileiras, Presidentes, Famílias Reais, ministros, industriais e executivos de sucesso, jornalistas, directores de estações de TV, jornais etc.
A primeira conferência da Bilderberg realizou-se em Maio de 1954, desde então esta organização secreta realiza todos os anos em diversas cidades europeias e norte americanas, conferências. A Bilderberg todos os anos preocupa-se em convidar as figuras mais poderosas ou futuros aliados, na execução da estratégia de dominação, para as suas conferências.

Nestas conferências são discutidos diversos assuntos desde política a economia entre outros. Após analisarmos os participantes destes encontros, chegamos à conclusão que nós, povo, não passamos de peças, facilmente manipuladas por estes “grandes” senhores. Considerando como exemplo a última “luta”, durante as legislativas, entre PS e PSD que serviu, e serve, para ridicularizar o povo português. Imaginem o que se passa nos bastidores, as ricas gargalhadas que não se dão nessas reuniões à “nossa” custa. Vivemos portanto numa ditadura “invisível”, onde as nossas escolhas são limitadas a uma só “força”/”poder” com dois ou três nomes diferentes, de modo a nos iludir.

Podemos tomar como outro exemplo, Pinto Balsemão, que controla jornais, empresas de publicidade e recentemente uma estação de TV. Este senhor é convidado assíduo da Bilderberg, pelo menos desde 1988, podemos fazer uma pequena ideia de como a “nossa opinião” é controlada através desta força oculta, quem não vê TV para saber as últimas notícias nacionais e internacionais? Quem não compra o seu jornal de manhã para saber o que se passa ao seu redor? A maioria das pessoas não tem noção que a informação que lhes chega todos os dias através da comunicação social, que jamais é posta em causa a sua veracidade, é um excerto dos factos reais um QB de ficção.

Conferência Bilderberg em Portugal, 1999

No início de Junho de 1999, realizou-se na Penha Longa, Sintra, uma conferência da Bilderberg. Entre os participantes desta 47º conferência estavam dez portugueses, sendo Francisco Pinto Balsemão, Jorge Sampaio, Artur Santos Silva, Ricardo Salgado, Nicolau Santos, Murteira Nabo, Vasco de Melo, Marçal Grilo, João Cravinho e Joaquim Ferreira do Amaral.

De acordo com algumas fontes, a Bilderberg pagou milhões de dólares ao governo Português para este disponibilizar forças militares, policiais e helicópteros para localizar intrusos, de modo a “protegerem o seu secretismo”, pois a segurança nos encontros da Bilderberg é algo que nunca falta. De acordo com o Jornal de Notícias havia ordens para abater qualquer “intruso” que fosse apanhado ou oferecesse resistência. A Bilderberg também exigiu que o hotel no qual se ia realizar a conferência fosse fechado 48 horas antes desta começar.

De acordo com um jornalista do The News, que se encontrava nas imediações do hotel, foi-lhe dito que teria de abandonar o local, mas alguns minutos depois foi detido por dois polícias e esteve sob custódia durante 8 horas sendo tratado como um criminoso, o seu crime terá sido andar na via pública.

António Guterres, que participou na conferência de 1994, na Finlândia, foi, curiosamente, eleito primeiro-ministro em 95. Guterres não constou na lista de convidados da 47ª Conferência e em nenhuma outra depois da de 94.

Mas existem outras coincidências iguais a estas no historial da Bilderberg.

Coincidências?

Bill Clinton que participa no encontro Bilderberg na Alemanha em 91 foi eleito presidente dos Estados Unidos da América em Agosto de 1992.

Tony Blair que participa no encontro Bilderberg na Grécia em 93 torna-se líder do partido em Julho de 94 torna-se primeiro-ministro em Maio de 97.

Jack Santer o anterior chefe de estado (demitido por corrupção) participou no encontro Bilderberg na Alemanha em 91 e torna-se presidente da UE em Janeiro 95.

Romano Prodi participou no encontro Bilderberg em Portugal em Junho de 99 toma posse como presidente da UE em Setembro de 99.

George Robertson participa no encontro Bilderberg na Escócia em 98 e toma posse como secretário-geral da NATO em 99.

Outra GRANDE coincidências é que desde ‘71 todos os líderes da NATO, pertenciam à Bilderberg.

***

Portugueses na Bilderberg

Francisco Pinto Balsemão

É convidado assíduo da Bilderberg pelo menos desde 1988. Um magnata na imprensa e economia portuguesa, fundador do Jornal Expresso/Sojornal em 1972. Após a morte de Sá Carneiro em 1980, Pinto Balsemão, que até então era adjunto do primeiro-ministro, sucedeu-lhe como chefe do governo de coligação da AD. Balsemão tem um “império invejável”, tendo em sua posse desde jornais a estações de TV, tem grande influência nas mais “credíveis” e prestigiadas empresas nacionais.

António Barreto

Participou no Encontro da Bilderberg em 1992 em Evian-les-Bains, França. Ex-deputado à Assembleia Constituinte, Secretário de Estado do Comércio Externo, Ministro do Comércio e Turismo, Ministro da Agricultura e Pescas e Deputado à Assembleia da República. Publicou vários livros e artigos académicos, assim como ensaios. Colabora regularmente, desde os anos setenta, na imprensa diária, assim como na televisão. É colunista do jornal Público desde 1991.

Durão Barroso

Participou no encontro da Bilderberg aquando ministro dos negócios estrangeiros. É Presidente do PSD e é actualmente Primeiro-ministro português.

Nuno Brederode

Colunista do Semanário Expresso, Membro do Partido Socialista.

Roberto Carneiro

Participou no encontro de 92 em 1992 em Evian-les-Bains, França. É ex-Secretário de Estado da Educação, e Ministro da Educação. É consultor do Banco Mundial, da OCDE, da UNESCO e do Concelho da Europa.

Vitor Constantino

Governador do banco de Portugal

Vasco Pereira Coutinho

Participou no encontro de 91 em Baden-Baden, Alemanha e de 98 em Turnberry, Escócia. Empresário português.

José Cutileiro

Participa no encontro de 1995 em Zurich, Suiça. ex-secretário-geral na União Europeia.

José Galvão Teles

Participa no encontro de 1997 em Geórgia, EUA. Membro do PS, membro do Conselho de Estado.

Teresa Patrício Gouveia

Participa no encontro de 2001 em Gothenburg, Suécia. Deputada e porta-voz da Comissão Política Nacional do PSD, foi também secretária de Estado da Cultura durante o Governo de Cavaco Silva. É actualmente, também, presidente da fundação de SERRALVES.

Marçal Grilo

Participa no encontro de 1999 em Sintra, Portugal. Ex-Ministro da educação.

João Cravinho

Ex-Ministro da Indústria e Tecnologia do IV Governo Provisório, ex-deputado à Assembleia da República, ex-delegado nacional ao Comité de Ciência e Tecnologia das Nações Unidas. Também foi Membro do Bureau da União dos Partidos Socialistas e Vice-Presidente do Parlamento Europeu, Ministro do Planeamento e da Administração do Território, Ministro do Equipamento.

Miguel Horta e Costa

Participou no encontro de 98 em Turnberry, Escócia. Presidente da Comissão Executiva (CEO) da Portugal Telecom.

Margarida Marante

Participa no encontro de 96 em Toronto, Canadá e 99 em Sintra, Portugal. Uma das mais prestigiadas jornalistas da televisão portuguesa, segundo o «The News» recusa-se a fazer qualquer tipo de declaração sobre a sua participação nestas conferências.

Vasco Mello

Participa no encontro de 99 em Sintra, Portugal. É vice-presidente do Grupo José de Mello e em ‘02 é eleito presidente da Brisa por unanimidade.

Carlos Monjardino

Presidente do da Fundação Oriente.

Murteira Nabo

Participou no encontro de 99 em Sintra, Portugal. Presidente da PT

Fernando Faria Oliveira

Participou no encontro de 93 em Atenas, Grécia. Da sua carreira destacam-se 10 anos de funções governativas, como Ministro do Comércio e Turismo, bem como a passagem por quatro Secretarias de Estado: Exportação, Adjunto do Primeiro-ministro, Tesouro e Finanças e ainda Adjunto. É, ainda, administrador (não executivo) da TAP - Air Portugal. Foi administrador do Banco de Fomento e Exterior, da Siderurgia Nacional, da CELBI, do ICEP, para além de empresas do Grupo IPE, director da Sorefame e docente universitário.

Carlos Pimenta

Participou no encontro de 91 em Baden-Baden, Alemanha. Participou na Coordenação do Grupo Europeu do PSD em 1998/1999. Foi euro deputado e Secretario de Estado do Ambiente.

Francisco Lucas Pires

Participou no encontro de 88. Foi coordenador geral da Aliança Democrática e ministro da Cultura e Coordenação Científica. Foi presidente do CDS entre 1983/85.
A discordância quanto à política Europeia seguida pelo CDS levou-o a sair do partido e a ingressar nas listas do PSD tanto para o Parlamento Europeu como para a Assembleia da República.

Ricardo Espírito Santo

Participou nos encontros de 97 em Geórgia, EUA e 99 em Sintra, Portugal. É Presidente do Grupo Espírito Santo.

Jorge Sampaio

Participou no encontro de 99 em Sintra, Portugal. Após a Revolução do 25 de Abril de 1974, é um dos principais impulsionadores da criação do Movimento de Esquerda Socialista (MES). Foi ainda co-Presidente do “Comité África” da Internacional Socialista. Em 1989, decide concorrer à presidência da Câmara Municipal de Lisboa, cargo para o qual é, então, eleito e depois reeleito, em 1993.
Em 14 de Janeiro de 1996, é eleito, Presidente da República, em 1996, apresentou-se de novo e voltou a ser eleito.

Niculau Santos

Participou no encontro de 99 em Sintra, Lisboa. Ex-director do Expresso.

Artur Santos Silva

Participou no encontro de 99 em Sintra, Portugal. É Presidente do BPI. Artur Santos Silva também foi nomeado presidente da sociedade anónima de capitais públicos (SACP) que geriu o projecto Porto 2001.

Marcelo Rebelo de Sousa

Participou no encontro de 98 em Turnberry, Escócia. É ex-Ministro dos Assuntos Parlamentares e em 1996 o secretário-geral do PSD. É também professor catedrático na Faculdade de Direito.

Miguel Veiga

Participou no encontro de 94 em Helsínquia, Finlândia. Um dos mais prestigiados advogados do Porto.

António Vitorino

Participou no encontro de 96 em Toronto, Canadá. É ex-ministro da defesa.

António Borges

Participou no encontro de 97 na Geórgia, EUA e 02 em Leiden, Holanda. É actualmente vice-presidente da Goldman Sachs Internacional à qual se juntou em 2000 no seu percurso passa por empresas como Petrogal-Petroleos, Vista Alegre, Sonae e Cimpor-Cimentos.

Elisa Guimarães Ferreira

Participou no encontro de 02 em Leiden, Holanda. Ex-representante do Ministério do Plano e Administração do Território na Comissão de Gestão Integrada da Bacia Hidrográfica do Ave (CGIBHA). Foi também Subdirectora do Programa de Investigação sobre Gestão de Recursos Hídricos financiado pela NATO e co-responsável pela candidatura a financiamento do Programa NATO-POWATERS. Ex-Ministra do Ambiente e Ministra do Planeamento. Actualmente é Vice-Presidente do Grupo Parlamentar do PS.

Guilherme Oliveira Martins

Participou no encontro de 02 em Leiden, Holanda. É Ministro das Finanças em 2001, na altura vice-primeiro-ministro, substituindo Joaquim Pina Moura que renunciou ao cargo. Foi também deputado do PS na Assembleia da República.

Vasco Graça Moura

Participou no encontro de 2001 em Gothenburg, Suécia. Deputado ao Parlamento Europeu pelo Partido Social-Democrata. Foi Comissário-Geral da Comissão Nacional para as Comemorações dos Descobrimentos Portugueses.

Freitas do Amaral

Deputado, vice-presidente e presidente da União Europeia das Democracias Cristãs em 81. Foi ministro dos Negócios Estrangeiros, vice Primeiro-Ministro e ministro da Defesa. Candidatou-se à Presidência da República em 1986. Actualmente é presidente da Assembleia-geral das Nações Unidas.

Vítor M. R. Constâncio

Participou no encontro de 88. Ex-ministro das Finanças e do Plano. Foi também Secretario Nacional do PS. Em 85 foi nomeado governador do Banco de Portugal. Depois de ter sido reeleito secretário-geral do PS em 88, demitiu-se do cargo em Outubro do mesmo ano.

António Guterres

Participa no encontro de 94 em Helsínquia, Finlândia. Ex-Primeiro-ministro, deputado da Assembleia da República, pelo Partido Socialista, com mandato suspenso e Vice-Presidente da Internacional Socialista, organização que agrupa mais de cem partidos e organizações socialistas e sociais-democratas à escala mundial.

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por Mikie Wilde
22:07 | 0 sdt2010

A Ilha dos Náufragos

Fábula que faz compreender o mistério do dinheiro
por Louis Even

1 – Salvos do Naufrágio

Uma explosão destruiu o barco. Cada qual agarrou-se ao primeiro destroço flutuante que lhe chegou às mãos. Cinco acabaram por se encontrar reunidos sobre um destroço que as ondas levaram à deriva. Dos outros companheiros de viagem nenhuma notícia.
Depois de horas, de longas horas a escrutar o horizonte: Será que algum navio em rota por estas andanças do oceano os aperceberá? Irá a jangada de sorte dar à alguma paragem hospitaleira?
De repente, um grito ressonante: Teerrrra! terra à vista! Olhem! Olhem para ali! Olhem precisamente na direcção para onde nos levam!
A medida que se desenha o contorno da costa, os rostos se enchem de alegria.
Eles são cinco, cinco canadenses:
Francisco, o grande e vigoroso é carpinteiro, foi o que primeiro lançou o grito: Terra!; Paulo, é aquele que vocês vêm em primeiro plano na jangada, à esquerda, de joelhos com uma mão no chão e a outra no mastro, é cultivador;
Tiago, especializado na criação de animais, é o homem de calças riscadas que de joelhos na jangada olha em direcção à terra;
Henrique, é horticultor agrónomo, um pouco corpulento, sentado sobre uma mala escapada do naufrágio;
Tomás, é geólogo, é o moço vigoroso que está de pé, atrás do carpinteiro, com uma mão no ombro deste.

2 – Uma Ilha Providencial

Repor os pés em terra firme, é para nós humanos um regresso à vida.
Uma vez secos e aquecidos a primeira ânsia é a de fazer o reconhecimento desta ilha para onde eles foram atirados longe da civilização. Ilha que eles baptizaram Ilha dos Náufragos.
Uma rápida excursão à volta à ilha os enche de esperança. A ilha não é um deserto árido. Eles constatam que são os únicos habitantes ali presentes. Outrora porém, ela fôra habitada por outra gente a julgar pelos vestígios de hordas de animais domésticos nela vivendo. Tiago o criador de gado afirma poder tirar um bom rendimento.
Quanto ao solo da ilha, Paulo acha-o em grande parte muito propício à agricultura Henrique descobriu numerosas arvores de fruto e espera tirar delas bom proveito.
Francisco deparou principalmente com a bela extensão de floresta, rica em madeira de várias espécies: será como uma brincadeira cortar árvores para construir casas para a pequena colónia.
Quanto a Tomás o geólogo, o que mais o interessou foi a parte mais rochosa da ilha. Notou com grande interesse sinais indicativos da presença de vários minerais. Apesar da falta de ferramenta adequada, Tomás sente-se capaz de poder transformar esses minerais em metais úteis a todos.
Assim, cada um poderá então dedicar-se às suas tarefas favoritas para o bem comum. Todos são unânimes em louvar a Providência pelo final feliz do trágico incidente.

3 – As verdadeiras riquezas

Eis os moços amigos com as mãos à obra.
As casas e os móveis são assunto do carpinteiro. Nos primeiros tempos o grupo se contentou de alimentos primitivos. Mas bem depressa os campos produziram e o horticultor obteve boas colheitas.
À passagem sucessiva das estações o património da ilha se enriquece. Enriquece não de ouro, não de notas impressas mas sim de verdadeiras riquezas de coisas que nutrem, que vestem, que hospedem e acomodam, que satisfazem as verdadeiras necessidades.
A vida porem não é assim tão doce como eles desejariam, Faltam-lhe certas comodidades a que estavam habituados quando viviam na civilização. Mas sua sorte poderia ter sido bem pior.
Além disso, eles já passaram tempos de crise no Canada – Eles se lembram das privações sofridas então que as lojas estavam repletas, a dois passos de suas portas – Ao menos na Ilha dos Náufragos ninguém os obriga a ver apodrecer à sua vista, coisas que eles necessitam. Taxas e impostos são inexistentes. Confiscações e vendas em leilão, não são a temer.
Se por vezes o trabalho é árduo, ao menos têm o direito de usufruir dos frutos do seu trabalho. Sobretudo explora-se a ilha a louvar a Deus, esperando que um dia se possam rever parentes e amigos com dois grandes bens conservados: a vida e a saúde.

4 – Um Grande Inconveniente

Nossos homens reúnem-se frequentemente por causa dos seus negócios.
No sistema económico bem simples por eles praticado, uma coisa os preocupa cada vez mais. Não têm qualquer espécie de moeda corrente. A troca, o câmbio livre e directo de produtos por produtos tem os seus inconvenientes. Os produtos ao serem trocados não estão sempre à face um do outro, quando da transacção. Por exemplo, a madeira usada pelo agricultor no inverno só poderá ser reembolsada por bens alimentares depois de algum tempo. Isto é, no tempo das colheitas, em seis meses.
Por vezes também, um artigo de grande dimensão entregue de uma vez por um dos homens, e que ele queira em troca diferentes pequenas coisas produzidas por diversos deles em épocas diferentes.
Tudo isto complica os negócios. Se houvesse dinheiro em circulação cada qual venderia os seus produtos por dinheiro. Com o dinheiro apurado nas vendas compraria dos outros as coisas que quer, quando quer e que estejam disponíveis.
Todos estão de acordo quão cómodo seria um sistema monetário. Mas nenhum dentre eles sabe como estabelecer um. Eles aprenderam a produzir a verdadeira riqueza, as coisas, mas eles não sabem estabelecer o valor destas riquezas, o dinheiro.
Eles ignoram como o dinheiro começa e como o iniciar, quando o não há e quando se decide conjuntamente de o haver… Muitos homens instruídos ficariam sem dúvida também embaraçados.
Todos os nossos governos o estiveram dez anos antes da guerra. Só o dinheiro faltava, no país, e o governo ficava paralisado quando confrontado com o problema.

5 – A Chegada de Outro Náufrago

Um dia ao pôr do sol, nossos homens sentados a beira da costa retomam o problema pela centésima vez, quando subitamente deparam com um bote remado por um homem só.
Correm para ele para ajudar o seu ocupante, e oferecer os primeiros socorros. Oriundo da Europa, o novo habitante da ilha fala espanhol e chama-se Martinho.
Felizes por terem mais um companheiro, os nossos cinco homens acolhem-no com muito entusiasmo e fazem-no vistar a ilha.
- Embora perdidos no meio do oceano, longe do resto do mundo, eles não são de muitas queixas. A terra rende bem e a floresta também. Uma única coisa nos faz falta: nós não temos moeda para nos facilitar a troca de nossos produtos.
- Bendigam o acaso que me trouxe até vocês, responde Martinho. O dinheiro não tem mistérios para mim. Eu sou banqueiro e eu posso instalar um sistema monetário, em pouco tempo e que os dará plena satisfação.
Um banqueiro!… um banqueiro!…, um anjo vindo direitinho do céu não teria inspirado mais reverência. Não estamos nós habituados, em país civilizado a nos inclinarmos perante “Suas Excelências” os banqueiros, os quais controlam as pulsações da finança?

6 – O Deus da Civilização

- Senhor Martinho, já que é banqueiro, não trabalha na ilha e somente se ocupará do nosso dinheiro.”
- Eu cumprirei com satisfação, como todo o bom banqueiro, o trabalho de forjar a prosperidade comum.
- Senhor Martinho, nós lhe construiremos uma moradia digna de sua posição. Entretanto, se contentaria de residir no edifício que serve às nossas reuniões públicas?”
- Ora bem meus caros senhores, comecemos por descarregar do bote a bagagem que pude salvar do naufrágio: Uma máquina impressora, papel e acessórios, e sobretudo um pequeno barril que tratarei com muito cuidado.
Depois de tudo descarregado, o pequeno barril desperta a curiosidade de nossos bravos homens.
- Este barril, declara Martinho, é um tesouro sem igual ele está repleto de ouro.”
Cheio de ouro! as cinco almas ameaçavam escapar-se dos cinco corpos tal a sua admiração. O deus da civilização entrava assim na Ilha dos Náufragos. O deus amarelo, sempre escondido, mas poderoso, terrível, onde a presença, a carência, ou o mais pequeno capricho pode decidir a vida de cem nações!
- Ouro! Senhor Martinho você é um banqueiro de verdade. Receba nossa homenagens e aceite nossos juramentos de fidelidade.
- Ouro para enriquecer um continente. Mas não é o ouro que vai circular. É preciso esconder o ouro; o ouro é a alma de todo o dinheiro válido. A alma deve permanecer invisível. Eu lhes explicarei tudo isso, ao lhes passar o dinheiro.

7 – Um enterro sem testemunho

À noite antes de se despedir, Martinho fez uma derradeira pergunta:
- Quanto dinheiro será preciso para começar, para que os negócios andem bem?
Os cinco se entreolham curiosos, mas por fim acabam mesmo por humildemente consultar o ilustre Martinho. Com as sugestões do bondoso banqueiro, concordam que 200 dólares para cada um parece ser o suficiente para começar. Uma reunião foi marcada para o dia seguinte à tarde.
Nossos homens se retiram, trocando estimulantes reflexões. Deitam-se tarde, não adormecem senão de madrugada, depois de terem sonhado de olhos abertos com o ouro.
Martinho, ele não perde tempo, esquece a fadiga não pensando em outra coisa senão nos seus prospectos de banqueiro. Ao romper do dia, ele faz um buraco e enterra o dito barril, e meticulosamente dissimula o local de todo traço de terra remexida.
Depois põe em marcha a sua pequena máquina impressora e imprime mil notas de um dólar. Vendo as notas saindo novinhas de sua impressora, pensa para consigo:
- Como são fáceis de fazer estas notas! O seu valor porém, provem dos produtos que elas vão servir para comprar. Sem produtos estas notas não valeriam nada. Estes meus ingénuos clientes, crêem que é o ouro que garante o dinheiro. Mas eu os tenho seguro pela sua ignorância!
Ao cair da tarde, os cinco ingénuos vão de encontro a Martinho.

8 – A quem o novo dinheiro favorece?

Em cima da mesa havia cinco pilhas de notas.
- Antes de distribuir este dinheiro a vocês é preciso que compreendam certos pormenores.
- O dinheiro é baseado no ouro guardado no cofre do meu banco. Portanto o dinheiro é meu… não fiquem tristes pois eu vou emprestar este dinheiro, e vocês o empregarão como quiserem. Entretanto eu só lhes cobrarei os juros. Visto que o dinheiro em circulação é raro, ele é mesmo inexistente, eu creio ser razoável pedir um pequeno juro de 8 por cento ao ano somente.
- De fato você é muito generoso!
- Um último ponto, meus amigos: antes de receberem o dinheiro cada um de vocês vai assinar este documento, é um compromisso pelo qual cada um se compromete de pagar juro e capital, sob pena de confiscação de vossas propriedades. Oh! uma simples garantia. Eu não tenho a menor intenção de me apropriar de vossas propriedades. Eu contento-me simplesmente do dinheiro, e estou plenamente seguro que conservarão os seus bens e irão me devolver o dinheiro e me pagarão o juro.”
- É de muito bom senso, Senhor Martinho, nós redobraremos de ardor no trabalho e tudo reembolsaremos.
- E é tudo – Venham me ver, se porventura surgir algum problema. O banqueiro é o melhor amigo do mundo… Agora aqui estão os 200 dólares.
E lá foram os cinco amigos, radiantes com o dinheiro em mãos e no pensamento.

9 – Um problema de aritmética

O dinheiro de Martinho circula na ilha. As trocas são multiplicadas a medida que ficaram mais simples. Todos estão contentes e saúdam Martinho com respeito e gratidão.
Contudo, o geólogo anda inquieto. Os seus produtos estão ainda sob a terra. Já não lhe restam senão notas no bolso. Como reembolsar o banqueiro no próximo pagamento?
Depois de muito reflectir sobre o problema, Tomás aborda-o socialmente.
“Tendo em conta a população da ilha, interroga-se, seremos nós capazes de respeitar os compromissos? Martinho criou no total 1000 dólares, mas ele nos pede uma soma total de 1080 dólares. Se juntássemos o dinheiro todo em circulação na ilha daria um total de 1000 dólares. Ninguém criou os 80 dólares que faltam. Nós fazemos os produtos e não o dinheiro, Martinho poderá então, apropriar-se de todo o património da ilha, pois todos juntos não poderemos nunca reembolsar a soma total, capital e juros.
“Se aqueles que são capazes de pagar por eles mesmos sem se importarem com os demais, alguns vão cair em breve, os outros simplesmente sobreviverão, mas o tempo deles também está contado. Portanto mais cedo ou mais tarde todos cairão nas mãos do banqueiro, que se apoderará de tudo. É melhor nos unirmos de imediato e regularizar o problema socialmente.”
Tomás não encontra dificuldade em convencer os outros que o banqueiro os enganou. Concordam com uma reunião geral com o banqueiro.

10 – A benevolência do banqueiro

Martinho adivinha a situação, mas não se desconcerta, mostra-lhes uma cara amigável. O impulsivo Francisco apresenta o caso:
- Como poderemos nós pagar 1080 dólares, quando não há mais do que 1000 dólares em circulação?
É o juro meus caros senhores, responde o banqueiro. Não aumentou a produção de todos? Pergunta Martinho.
- Sim aumentou, mas o dinheiro não aumentou. Ora é justamente o dinheiro que você quer de volta e não os produtos. Como é que você, a única pessoa que pode fazer dinheiro, fez 1000 dólares e nos pediu 1080 dólares. Isso é impossível!
- Um momento meus senhores, os banqueiros adaptam-se sempre às condições, para o bem estar público… Eu vou lhes pedir unicamente o pagamento dos juros. Nada mais do que 80 dólares. E vocês continuarão a guardar o capital.
- Você perdoa nossa dívida?
- Não. Eu lamento, mas um banqueiro não perdoa nunca uma dívida. Vocês ainda me devem todo o dinheiro emprestado. Mas me reembolsarão apenas o juro cada ano, eu não lhes exigirei o pagamento do capital. Alguns de vocês poderão vir a ser incapazes de pagar até mesmo os juros, uma vez que o dinheiro vai de um para outro. Organizem-se em uma nação, acordem entre si um sistema de impostos. Vocês taxarão mais aqueles que tiverem mais dinheiro, menos os outros. Contanto que me tragam colectivamente o total dos juros, ficarei satisfeito e a nova nação renderá muito.
Os homens retiram-se, meio-calmos meio-pensativos.

11 – O êxtase de Martinho

Martinho recolhe-se, e a sós conclui:
“O meu plano é bom. Gente trabalhadora, mas ignorante. A sua Ignorância e a sua credulidade fazem a minha força. Eles queriam dinheiro e eu lhes meti as correntes, o cativeiro. Cobriram-me de flores enquanto eu os enrolava.
“Oh! grande “Mammom”, eu pressinto o teu génio de banqueiro amparar-se do meu ser. Você bem disse, ilustre mestre: “me concedam o controle do dinheiro de uma nação que eu não me importarei com quem faz as suas leis.” Sou o mestre da Ilha dos Náufragos, porque controlo o seu sistema monetário.
“Eu poderia controlar o universo. O que eu faço aqui, eu, Martinho, poderei fazê-lo no mundo inteiro. Se um dia sair desta ilhota, saberei como controlar o mundo sem ter ceptro.
“Minha voluptuosidade soberana seria a de espalhar minha filosofia pela cabeça dos cristãos: banqueiros, chefes de indústrias, políticos, médicos, professores, jornalistas… eles seriam meus criados. A massa cristã se embala melhor na sua escravidão, quando seus capatazes são eles mesmos cristãos.”
E toda a estrutura do sistema bancário Mammoniano se desenha no espírito encantado de Martinho.

12 – Crise de vida

Entretanto, a situação piora na Ilha dos Náufragos. Nota-se um esforço para o aumento da produtividade, mas constata-se um decréscimo na venda dos produtos. Martinho sorve regularmente os juros – É preciso separar o dinheiro para pagá-lo. O dinheiro não circula.
Aqueles que pagam taxas mais altas queixam-se dos que pagam menos, e em compensação aumentam o preço de seus produtos. Os mais pobres, os que não pagam taxas, queixam-se do alto custo de vida e compram menos.
O moral baixa e a alegria de viver os abandona. Trabalham sem convicção. O que há de bom? A venda dos produtos vai mal; e quando eles vendem, é preciso pagar a taxa a Martinho. O grupo priva-se das coisas. É a crise. E cada um acusa o seu vizinho de falta de virtude e de ser a causa do alto custo de vida.
Um dia a sós no meio do seu pomar, Henrique concluiu que o “progresso” trazido pelo sistema monetário do banqueiro estragou tudo o que era bom na ilha. Com certeza, os cinco homens possuem os seus defeitos; mas o sistema de Martinho alimenta tudo o que há de mais ignóbil na natureza humana.
Henrique decide convencer e juntar os seus companheiros para uma reunião, que ocorre rapidamente. Começa por Tiago: “Ah! diz Tiago, eu não sou sábio. Mas já há muito tempo que sinto que o sistema deste banqueiro é mais nojento que a bosta no meu estábulo na primavera!
Aplaudindo um após outro, uma nova entrevista com Martinho ficou assim decidida.

13 – Em casa do autor do cativeiro

Houve uma tempestade na casa do banqueiro:
- O dinheiro é escasso na ilha porque você o tirou de circulação. Nós o pagamos e pagamos, e lhe devemos ainda o mesmo montante que no início. Nós trabalhamos, construímos belas áreas, e estamos em situação bem pior que antes da sua chegada. Dívida! Dívida! Dívida pelas costas!
- Vamos lá meus amigos, raciocinemos um pouco. Se suas terras estão mais bonitas, é graças a mim. Um bom sistema bancário, é o mais belo activo de um país. Mas para se beneficiar dele, é preciso guardar antes de mais nada toda a confiança no banqueiro. Venham a mim como a um pai… Querem mais dinheiro? Muito bem. O meu barril de ouro vale bem muitos milhares de dólares… Olhem! Eu vou hipotecar de novo suas propriedades e lhes emprestar em seguida outros mil dólares.
- Duas vezes mais em dívida? Duas vezes mais juros a pagar todos os anos, sem fim?
- Sim, mas eu emprestarei ainda mais, contanto que aumentem o património predial; e não me devolverão nada mais que o juro. Consolidaremos os empréstimos; chamaremos isso de dívida consolidada. Dívida que poderá aumentar anualmente. Mas seus rendimentos também. Graças ao meu financiamento, irão desenvolver a nação de vocês.
- Então nesse caso, quanto mais fizermos, prosperar a ilha, mais a nossa dívida global aumentará?
- Como em todo o país civilizado. A dívida pública é um medidor da prosperidade.

14 – O lobo come os carneiros

- É a isto que chama de dinheiro são, Senhor Martinho? Uma dívida nacional tornando-se necessária e impagável, não é sã, é doentia.
- Meus Senhores, toda a moeda válida deve ser baseada em ouro e sair do banco em dívida. A dívida nacional é uma coisa boa: Ela coloca os governos sob a sabedoria sadia dos banqueiros. A título de banqueiro, sou uma chama de civilização na ilha de vocês.
- Senhor Martinho, nós podemos ser uns ignorantes mas nós não queremos essa civilização aqui. Nós não pediremos mais um centavo emprestado. Moeda válida ou não, nós não faremos mais negócios com você.
- Eu lamento essa decisão precipitada, caros Senhores. Se romperem seus compromissos comigo, eu tenho as suas assinaturas. Devolvam-me tudo imediatamente: juros e capital.
- Mas isso é impossível, senhor Martinho. Mesmo se vos devolvermos todo o dinheiro existente na ilha não ficaremos quites.”
- Não quero saber. Vocês assinaram, sim ou não? Sim? Ah! bem, então em virtude da santidade dos contratos, eu confiscarei todas as suas propriedades em penhor tal como acordado entre nós, quando vocês estavam contentes de me terem entre vocês. Se não querem servir de bom grado à potência suprema do dinheiro, irão a servir à força. Irão continuar a explorar a ilha, mas para mim e segundo as minhas condições. Vão embora, que eu amanhã lhes ditarei as ordens.

15 – O controle dos jornais

Como Mammom, Martinho sabe que aquele que controla o sistema monetário de uma nação, controla essa nação. Mas ele sabe também que para manter essa dominação, é preciso manter o povo na ignorância, e entretê-lo com outra coisa.
Martinho notou que entre os cinco insulares, dois são conservadores e três são liberais. Isto transpareceu quando das conversas entre os cinco, sobretudo quando eles se tomaram seus escravos. Há conflitos entre azuis e vermelhos.
De tempos a tempo, Henrique, menos partidário, sugere uma união do povo para fazer pressão sobre os governantes… Uma força perigosa para toda a ditadura. Martinho vai dedicar-se a envenenar o mais rápido possível com discórdias políticas.
Servindo-se de sua impressora faz aparecer dois folhetins semanários: “O Sol”, para os vermelhos, e “A Estrela” para os azuis.
“O Sol” transcreve: Se já não são mais mestres em suas casas é por causa dos atrasados dos azuis, sempre agarrados aos seus interesses.
“A Estrela” transcreve: Sua dívida nacional é obra dos malditos vermelhos, sempre prestes a aventuras políticas.
E assim, nossos dois grupos políticos guerreiam-se a altos gritos, esquecendo-se do verdadeiro causador do cativeiro, o fiscal do dinheiro, Martinho.

16 – Os destroços de um bote salva-vidas

Um dia, Tomás, o geólogo, descobre encalhado ao fundo de uma enseada nos confins da ilha e obstruído por grandes arbustos, um bote salva-vidas, sem remo, sem outro vestígio de serviço que uma caixa muito bem conservada.
Abrindo a caixa, descobre além de roupa e algumas outras miudezas, um livro álbum em bom estado que desperta a sua atenção. O livro tem por titulo: As edições do Primeiro Ano de São Miguel (Vers Demain em francês).
Curioso, nosso Tomás senta-se e abre o volume. O lê. O devora. E finalmente se ilumina:
“Mas veja aqui o que deveríamos ter sabido à muito tempo.
“O dinheiro não tira o seu valor do ouro de maneira nenhuma, mas dos produtos que o dinheiro compra.
“O dinheiro pode ser uma simples contabilidade, os créditos passam de uma conta à outra segundo as compras e vendas. O total do dinheiro em relação ao total da produção.
“A todo o aumento de produção, deve corresponder um aumento equivalente de dinheiro… Nunca juros a pagar sobre o dinheiro nascente… O progresso representa não uma dívida pública mas um dividendo igual a cada um… Os preços, ajustados ao poder de compra por um coeficiente de preços. O Crédito Social…”
Tomás não aguenta mais e corre, com o livro na mão, compartilhar sua esplêndida descoberta com os quatro companheiros.

17 – O dinheiro, simples contabilidade

Tomás instala-se como professor:
“Eis aqui, o que poderíamos ter feito, sem o banqueiro, sem ouro, sem assinar dívida alguma.
“Eu abro uma Conta no nome de cada um de nós. À direita, os créditos, o que acrescenta à conta; à esquerda, os débitos, o que a diminui.
“Nós queríamos para começar, 200 dólares. Num acordo comum, decidimos marcar 200 dólares ao crédito de cada um. Logo, cada um recebe 200 dólares.
“Francisco compra artigos de Paulo, por 10 dólares. Eu subtraio 10 dólares a Francisco, restando 190 dólares. A Paulo acrescento-lhe 10 dólares, ele tem agora 210 dólares.
“Tiago faz compras no Paulo no valor de 8 dólares. Eu suprimo 8 dólares de sua conta e ele fica com 192 dólares. Paulo fica com 218.
“Paulo compra madeira do Francisco por 15 dólares. Eu subtraio 15 dólares de Paulo, ele guarda 203 dólares, eu adiciono 15 dólares a Francisco, sua conta sobe para 205 dólares.
“E por aí fora; duma conta à outra, tudo como notas vão de um bolso a outro.
“Se um de nós tem necessidade de dinheiro para aumentar a sua produção, abre-se para ele o crédito necessário, sem juro. Ele reembolsa o crédito uma vez a produção seja vendida. Mesma coisa para os trabalhos públicos.
“Aumenta-se assim, periodicamente, as contas de cada um de soma adicional, sem tirar nada de ninguém. Em correspondência ao progresso social, é o dividendo nacional. O dinheiro é assim um instrumento de serviço.”

18 – O desespero do banqueiro

A pequena nação tornou-se creditista. No dia seguinte o banqueiro Martinho recebe uma carta assinada dos cinco:
“Caro Senhor, você nos endividou e explorou, sem nenhuma necessidade. Nós não precisaremos mais de você para reger nosso sistema monetário. Nós, de agora em diante teremos todo o dinheiro necessário, sem ouro, sem dívida, sem ladrão. Nós iremos estabelecer imediatamente na Ilha dos Náufragos o sistema do Crédito Social. O dividendo nacional substituirá a dívida nacional.
“Se você, estiver interessado no reembolso de seu dinheiro, nós poderemos lhe devolver todo o dinheiro que fez para nós, nada mais. Não pode reclamar aquilo que não fez.”
Martinho está desesperado. É o seu empório que se desmorona. Para os cinco habitantes tornados creditistas, já não há mais mistério sobre o dinheiro ou sobre crédito para eles.
“Que fazer? Pedir-lhes perdão, transformar-se num deles? Eu banqueiro, fazer isso?… Não. Eu vou antes passar sem eles e viver à parte.”

19 – O engano desmascarado

Para se protegerem contra toda eventual reclamação, nossos homens decidiram fazer o banqueiro assinar uma declaração atestando que ele possui todavia todos os bens que tinha ao desembarcar na ilha.
O inventário geral: O bote, a pequena máquina impressora, e o famoso barril de ouro.
Foi preciso que Martinho indicasse o lugar e a gente desenterrasse o barril. Nossos homens tiram-no do buraco com muito menos cuidado desta vez. O Crédito Social ensinou-os a desprezar o feitiço do ouro.
O geólogo, ao levantar o barril, percebe que para ser ouro o barril devia estar muito mais pesado: “Eu duvido muito que este barril esteja cheio de ouro”, diz ele.
O impetuoso Francisco, não hesita muito tempo. Uma machadada e o barril espalha o seu conteúdo: ouro, nem uma grama! Pedras, nada mais do que simples pedras sem valor!
Nossos homens ficam pasmos:
- E pensar que ele nos mistificou a esse ponto, o miserável! Era preciso sermos bobos, também, para cairmos em êxtase perante a palavra OURO!
- Dizer que nós lhe havíamos confiado todas as nossas propriedades por pedaços de papel baseados sobre quatro pás de pedras! Ladrão e Mentiroso!”
-”Dizer que nós nos mostramos enfadados e odiando-nos uns aos outros durante meses a fio por tal engano! Que demónio!
Mal Francisco havia levantado o machado, o banqueiro já fugia a passos largos para a floresta.

in http://www.ecocidio.com.br/
in http://www.michaeljournal.org/Ilha.htm
17:29 | 0 sdt2010

Atentados de 11 de Setembro são 'uma grande mentira'

Atentados de 11 de Setembro são 'uma grande mentira'
06 de Março de 2010, 20:57

O presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad classificou os atentados de 11 de Setembro de 2001, nos Estados Unidos, como "uma grande mentira" utilizada como pretexto para invadir o Afeganistão, informou a imprensa estatal iraniana.

O Presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad."O 11 de Setembro foi uma grande mentira que abriu caminho para a invasão do Afeganistão, com o pretexto de combater o terrorismo", declarou o presidente, segundo os meios de comunicação oficiais.

Hostil nas relações com os EUA, Ahmadinejad pôs em causa atentado promovido por membros da Al-Qaeda, no qual morreram cerca de 3 mil pessoas.

O presidente da República Islâmica também afirmou que os ataques aéreos contra as torres gémeas do World Trade Center em Nova Iorque não passavam de "uma acção complexa dos serviços secretos".

Estas declarações foram feitas no momento em que os EUA pressionam os membros do Conselho de Segurança da ONU para que votem a favor de novas sanções contra o regime iraniano, por causa do seu plano nuclear.

Washington acusa Teerão de querer construir uma bomba atómica, a coberto do seu programa nuclear civil - acusação sempre desmentida pelo Irão.

@SAPO Notícias/AFP
in http://noticias.sapo.pt/info/artigo/1050805.html
10:35 | 0 sdt2010

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