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Ao redor do mundo, uma conspiração monolítica implacável se opõe a nós. Baseia-se, primeiramente, no encobrimento para expandir sua esfera de influência. É um sistema que tem recrutado vastos recursos materiais e humanos para formar uma poderosa e eficiente máquina, que combina operações militares, diplomáticas, de inteligência, económicas, científicas e políticas. Suas preparações são ocultas do público. Seus erros são enterrados. Não vão para capas de jornais. Seus discordantes são silenciados, não aclamados.”

John F. Kennedy

Artigos

O Futuro do Dólar





O TEXTO DE ROBERT FISK QUE AJUDOU A DERRUBAR O DÓLAR
Atualizado em 06 de outubro de 2009 às 17:44 | Publicado em 06 de outubro de 2009 às 16:34

A queda do dólar, que se acentuou nas últimas horas, tem relação com o seguinte texto do repórter Robert Fisk, publicado no jornal britânico Independent:

A deposição do dólar tem data marcada

6/10/2009, Robert Fisk, The Independent


No movimento de mais profunda mudança financeira da história recente do Oriente Médio, os árabes do Golfo planejam – com China, Rússia, Japão e França – deixar de negociar com dólar nas transações do petróleo, trocando-o por uma cesta de moedas que incluirá o iene japonês e o iuan chinês, o euro, ouro e uma nova moeda unificada planejada para as nações no Conselho de Cooperação do Golfo [ing. Gulf Co-operation Council], incluindo Arábia Saudita, Abu Dhabi, Kuwait e Qatar].

Já houve reuniões secretas entre ministros das Finanças e presidentes de bancos centrais na Rússia, China, Japão e Brasil para elaborar o esquema – o que implica dizer que o petróleo deixará de ser cotado em dólares.

Os planos, confirmados ao Independent por fontes bancárias do Golfo árabe e chinesas em Hong Kong, podem ajudar a explicar o repentino salto nos preços do ouro, mas também anuncia uma extraordinária transição dos mercados de dólar ao longo dos próximos nove anos.

Os norte-americanos, que sabem que as reuniões aconteceram – embora ainda não tenham descoberto os detalhes –, com certeza combaterão contra essa cabala internacional que incluirá Japão e os árabes do Golfo, seu aliados sempre leais. Considerado o pano de fundo das reuniões em curso, Sun Bigan, ex-enviado especial da China ao Oriente Médio, alertou para o risco de que se aprofundem as divisões entre China e EUA, na disputa por petróleo e por influência no Oriente Médio. “São inevitáveis as querelas e os confrontos bilaterais”, disse ele à Asia and Africa Review. “Não podemos baixar a guarda contra hostilidades no Oriente Médio em disputas por interesses energéticos e segurança.”

A frase soa como perigosa predição de futura guerra econômica entre EUA e China na disputa pelo petróleo do Oriente Médio – o que mais uma vez converteria os conflitos na região em batalha pela supremacia entre as grandes potências. A China usa cada vez mais petróleo que os EUA, porque o crescimento chinês é menos eficiente no consumo de energia. A moeda transicional, desse trânsito para longe dos dólares, segundo fontes bancárias chinesas, bem poderá ser o ouro. Pode-se ter uma primeira indicação das quantias envolvidas, se se considera que Abu Dhabi, Arábia Saudita, Kuwait e Qatar têm reservas em dólares estimadas hoje em $2,1 trilhões.

O declínio do poder da economia norte-americana associado à atual recessão global já foi implicitamente reconhecido pelo presidente do Banco Mundial, Robert Zoellick. “Um dos legados dessa crise pode ser o reconhecimento de que as relações de poder econômico mudaram”, disse ele em Istambul, essa semana, antes das reuniões do FMI e do Banco Mundial. Mas foram a China e seu extraordinário novo poder financeiro – além da velha ira de nações produtoras de petróleo e consumidoras de petróleo contra o poder dos EUA para interferir no sistema financeiro internacional – que desencadearam as últimas discussões envolvendo os Estados do Golfo.

O Brasil manifestou interesse em contribuir para pagamentos por petróleo, em outra moeda que não o dólar; e também a Índia. De fato, a China parece ser a mais entusiasmada dentre as várias potências financeiras envolvida, pelo menos por causa de se gigantesco comércio com o Oriente Médio.

A China importa 60% do petróleo que consome, boa parte do Oriente Médio e da Rússia. Os chineses têm concessões para produção de petróleo no Iraque – bloqueadas pelos EUA até esse ano. E desde 2008 mantém um acordo de US$ 8 bi com o Irã para desenvolver capacidade de refino e recursos de gás. A China tem negócios de petróleo com o Sudão (onde substituiu interesses norte-americanos) e negociou concessões de petróleo com a Líbia, onde esses contratos são joint-ventures.

Além do mais, as exportações chinesas para a região correspondem hoje a nada menos que 10% das importações nacionais dos países do Oriente Médio, com pauta diversificada de produtos (de automóveis a sistemas balísticos, alimento, vestuário, até bonecas). Em claro sinal do fortalecimento muscular das finanças chinesas, o presidente do Banco Central Europeu, Jean-Claude Trichet, pediu ontem a Pequim que deixe subir a cotação do Yuan frente a um dólar em queda livre e, por extensão, para que reduza a dependência da China da política monetária dos EUA – para ajudar a reequilibrar a economia mundial e diminuir a pressão altista sobre o euro.

Desde os acordos de Bretton Woods – os acordos, depois da II Guerra Mundial, que lançaram as vigas da arquitetura do moderno sistema financeiro internacional –, os parceiros comerciais dos EUA foram forçados a lidar com o impacto do controle por Washington e, mais recentemente, também com a hegemonia do dólar como moeda de reserva global.

Os chineses creem, por exemplo, que os EUA persuadiram os britânicos para que se mantivessem fora do euro, com vistas a evitar que surgisse algum movimento precoce de fuga para longe do dólar. Mas fontes bancárias chinesas dizem que suas novas discussões já avançaram demais para que possam ser bloqueadas. “Os russos eventualmente trarão o rublo para a cesta de moedas” – disse ao Independent um importante corretor de Hong Kong. “Os britânicos estão presos no meio disso tudo, e entrarão no euro. Não têm escolha, porque não poderão usar o dólar norte-americano.”

Fontes financeiras chinesas acreditam que o presidente Barack Obama está ocupado demais consertando a economia dos EUA, para poder pensar nas extraordinárias implicações de uma transição para fora do dólar num período de nove anos. O prazo final para a troca de moedas é 2018.

Os EUA discutiram superficialmente essa tendência no encontro do G20 em Pittsburgh; o presidente do Banco Central Chinês e outros funcionários já há anos preocupam-se com o dólar e não escondem suas preocupações. O problema deles é que grande parte da riqueza nacional chinesa está amarrada ao dólar.

“Esses planos alterarão a face das transações financeiras internacionais”, disse um banqueiro chinês. “EUA e Grã-Bretanha devem começar a preocupar-se muito. Vocês logo verão a extensão das suas preocupações, pela tempestade de vozes que acorrerão para desmentir essas notícias.”

O Irã anunciou mês passado que suas reservas de moedas estrangeiras serão doravante feitas em euros, não mais em dólares. Os bancos não esquecem, é claro, o que aconteceu ao último produtor de petróleo do Oriente Médio que vendia seu petróleo em euros, não em dólares. Apenas alguns meses depois de Saddam Hussein trombetear sua decisão, EUA e Grã-Bretanha invadiram o Iraque.

in http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/o-texto-de-robert-fisk-que-ajudou-a-derrubar-o-dolar/


WHITNEY: FISK TEM RAZÃO, MAS NEM TANTO
Atualizado em 06 de outubro de 2009 às 17:46 | Publicado em 06 de outubro de 2009 às 17:34

O céu realmente está desabando?


A histeria do dólar


por Mike Whitney, no Counterpunch

Robert Fisk acendeu o estopim com sua narrativa bombada que aparece na edição de terça do jornal britânico Independent, que se tornou viral durante a noite e se espalhou por todos os cantos da internet empurrando o ouro para U$ 1,026 a onça. Agora todo site catastrófico da blogosfera publicou o texto "chocante" de Fisk e os blogs estão congestionados com comentários enlouquecidos dos que querem sobreviver escondidos em bunkers e dos fãs do ouro que acham que o mundo como a gente conhece acabou.

Do artigo de Fisk:

No movimento de mais profunda mudança financeira da história recente do Oriente Médio, os árabes do Golfo planejam – com China, Rússia, Japão e França – deixar de negociar com dólar nas transações do petróleo, trocando-o por uma cesta de moedas que incluirá o iene japonês e o iuan chinês, o euro, ouro e uma nova moeda unificada planejada para as nações no Conselho de Cooperação do Golfo [ing. Gulf Co-operation Council], incluindo Arábia Saudita, Abu Dhabi, Kuwait e Qatar].


Já houve reuniões secretas entre ministros das Finanças e presidentes de bancos centrais na Rússia, China, Japão e Brasil para elaborar o esquema – o que implica dizer que o petróleo deixará de ser cotado em dólares.


Os planos, confirmados ao Independent por fontes bancárias do Golfo árabe e chinesas em Hong Kong, podem ajudar a explicar o repentino salto nos preços do ouro, mas também anuncia uma extraordinária transição dos mercados de dólar ao longo dos próximos nove anos.


Os norte-americanos, que sabem que as reuniões aconteceram – embora ainda não tenham descoberto os detalhes –, com certeza combaterão contra essa cabala internacional que incluirá Japão e os árabes do Golfo, seu aliados sempre leais. Considerado o pano de fundo das reuniões em curso, Sun Bigan, ex-enviado especial da China ao Oriente Médio, alertou para o risco de que se aprofundem as divisões entre China e EUA, na disputa por petróleo e por influência no Oriente Médio. “São inevitáveis as querelas e os confrontos bilaterais”, disse ele à Asia and Africa Review. “Não podemos baixar a guarda contra hostilidades no Oriente Médio em disputas por interesses energéticos e segurança.”

"Cabala internacional"? Dá um tempo, Fisk, você é melhor que isso.

Reportagens sobre o fim do dólar são grandes exageros. O dólar pode cair, mas não vai desabar. E, a curto prazo, com certeza vai se fortalecer quando os mercados reentrarem o campo gravitacional da terra depois de uma longa jornada de 6 meses pelo espaço. A relação entre a queda do preço das ações e o dólar fortalecido está bem estabelecida e, quando os mercados se corrigirem, o dólar vai se recuperar. Pode apostar nisso. Então por que todo esse exagero a respeito de homens do Oriente Médio em "reuniões secretas" e cofiando suas barbas enquanto planejam contra o império?

Não é esse o ponto central do artigo de Fisk?

Sim, o dólar vai cair (eventualmente) mas não pela razão que a maioria das pessoas pensa. É verdade que o aumento dos gastos deficitários [dos Estados Unidos] deixa os que têem dólares no estrangeiro preocupados. Mas eles estão mais preocupados com o programa do Banco Central americano que acrescenta dinheiro ao meio circulante pela compra de papéis assegurados por hipotecas e papéis do Tesouro. Bernanke [o presidente do Banco Central americano] está imprimindo dinheiro e jogando no sistema financeiro para evitar que o rigor mortis se estabeleça. Naturalmente, o Banco Central foi obrigado a quantificar exatamente quanto dinheiro pretende criar "do ar" para aplacar seus credores. E fez isso. (O programa termina no início de 2010). Dito isso, a China e o Japão ainda estão comprando papéis do Tesouro, o que indica que eles ainda não saltaram do barco.

A razão verdadeira pela qual o dólar vai perder seu papel de moeda de reserva mundial é ligada ao fato de que os mercados americanos, que até recentemente contribuíam com 25% da demanda global, estão em queda. Nações dependentes de exportações -- como o Japão, a China, a Alemanha e a Coréia do Sul -- já entenderam o que vem por aí. O consumidor americano está enterrado numa montanha de dívidas, o que significa que não vai voltar a comprar em breve. Além disso, o desemprego está disparando, a riqueza pessoal está em queda, a poupança está aumentando e a tendência antisindical de Washington vai garantir que os salários continuarão estagnados no futuro próximo. Assim, a classe média americana não será mais a força por trás da demanda global como era antes da crise. Se os consumidores são menos capazes de comprar um Toyota Prius ou comprar a parafernália eletrônica chinesa à venda no WalMart, haverá menos incentivo para que governos estrangeiros e seus bancos centrais acumulem montanhas de dólar ou negociem exclusivamente em dólar.

Aqui está um clip do Globe and Mail citado no blog de Washington:

Um relatório da UBS Investment Research diz que que embora seja errado dizer que o dólar acabou como moeda de reserva global, o controle de 90 anos daquela posição está enfraquecendo. 'O uso do dólar como moeda de reserva internacional está em declínio', diz o economista do UBS Paul Donovan.


A presença do dólar nas transações internacionais deve diminuir nos próximos meses e anos, mas só um erro político persistente -- ou dificuldades econômicas -- fará com que o dólar perca o status de moeda de reserva completamente.


O relatório do UBS diz que a queda do dólar americano não se dá por causa dos bancos centrais, mas por causa do setor privado, quando companhias individualmente abandonam o dólar como sua moeda de escolha.


"O uso do dólar pelo setor privado é mais importante que o oficial, que as reservas de bancos centrais -- algo como 20 vezes mais importante, dependendo da interpretação", disse Donovan. "Há sinais de que o afastamento do dólar por parte do setor privado se acelerou desde 2000"

Com o setor privado se afastando do dólar, os governos, investidores e bancos centrais seguirão. A suave tirania dominadora do dólar vai se erodir e a paridade entre moedas e governos vai crescer. Isso vai criar oportunidades melhores para consenso internacional em assuntos de interesse mútuo. Uma nação não será capaz de ditar a política internacional.

A assim chamada "hegemonia do dólar" acrescentou grandemente ao grosseiro desequilíbrio de poder no mundo de hoje. Colocou as decisões globais nas mãos de um punhado de guerreiros de Washington cuja visão estreita nunca se estendeu além dos interesses materiais deles próprios e de seus seguidores. Quando o dólar enfraquece e a demanda do consumidor americana entra em declínio, os Estados Unidos serão forçados a reduzir suas guerras e ajustar seu comportamento às normas internacionais. Ou isso, ou serão banidos para o ostracismo político.

Então, qual é exatamente o problema?

O status de superpoder se assenta na fundação mambembe do dólar e o dólar está começando a rachar. Fisk está certo até esse ponto; grandes mudanças estão a caminho. Mas ainda não aconteceram.

Mike Whitney responde e-mail no fergiewghitney@msn.com

23:59 | 0 sdt2010

Conselheiro do governo alemão propõe imposto de carbono para todos



Conselheiro do governo alemão propõe imposto de carbono para todos

Afirma que os ocidentais devem indemnizar os países mais pobres pelas alterações climáticas
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Paul Joseph Watson


7 de Setembro de 2009

O principal conselheiro científico do governo alemão propôs que todos os habitantes do planeta tenham uma cota de emissões de dióxido de carbono (CO2) para a atmosfera, sendo forçados a pagar uma taxa se a ultrapassarem. Acrescentou também que os ocidentais já ultrapassaram esse limite, devendo indemnizar os países pobres pelas alterações climáticas alegadamente provocadas por essas emissões de CO2.
Esta não é apenas outra taxa imposta através do falso pretexto do aquecimento global, é o aumento do controlo dos governos sobre as vidas privadas dos cidadãos. É o «inventário»que Nancy Pelosi, a porta-voz da Câmara dos Representantes norte-americana, pediu durante a sua visita à China em Maio passado.
A 28 de Maio, a Associated Press divulgou que Pelosi disse a um estudante chinês ser«necessário inventariar todos os aspectos das nossas vidas» de forma a reduzir as emissões de CO2.
O conselheiro científico alemão Joachim Schellnhuber está a pedir o mesmo – um Big Brother tornado realidade.
Como será colocada em prática uma taxa pessoal de CO2? Sempre que comprar um bilhete de avião, sempre que abastecer o seu carro, cada quilómetro de cada viagem que fizer será introduzido numa base de dados centralizada, criando um gigantesco sistema para catalogar cada aspecto do seu comportamento. Se exceder o seu limite de carbono terá de pagar uma avultada multa, com a maior parte das receitas a irem directamente para os grandes interesses bancários que gerem o mercado internacional de créditos de carbono, incluindo o banco de investimento N M Rothschild & Sons e pessoas como Maurice Strong e Al Gore (que apresentou o documentário Uma Verdade Inconveniente).
Esta taxa de CO2 vai servir os mesmos interesses internacionais, especificamente grupos como o Clube de Roma, que há décadas atrás decidiram criar um sentimento de histeria em torno das mudanças climáticas – sentimento esse benéfico para os seus planos de globalização.
«Schellnhuber propõe a criação de uma cota de CO2 para cada pessoa no planeta, viva ela em Berlim ou em Pequim»noticia o jornal alemão Der Spiegel, uma ideia «assombrosa»segundo o físico checo Dr. Lubos Motl, confessando que a proposta de Schellnhuber ajudou-o «a entender a forma como movimentos políticos tão dementes como os nazis ou os comunistas possam ter controlado uma nação tão sensível como a Alemanha».
Schellnhuber vai mais longe, declarando que os ocidentais já ultrapassaram as suas cotas de CO2 e terão de indemnizar os países mais pobres pelas alterações climáticas em montantes não inferiores a 100 mil milhões de euros por ano, todos os anos.
«A Humanidade terá de se auto-controlar nas emissões de carbono para a atmosfera até 2050. (…) Porque os países industrializados já excederam as suas cotas se tivermos em conta as anteriores emissões de CO2. (…) Com consumos de energia como os da Alemanha, os Estados Unidos da América e as outras nações industrializadas já terão gasto a sua cota permitida, ou chegarão a ela nos próximos anos. (…) As nações industrializadas estão a deparar-se com uma insolvência de CO2. Isto significa que eles terão de aumentar os esforços para reduzir as mudanças climáticas, caso contrário irão gastar a cota de CO2 designada para os países mais pobres e as gerações futuras», declarou ao Der Spiegel.
Esta proposta é semelhante a outra pedida por vários deputados do parlamento britânico, que forçaria todos os adultos a usar «um ‘cartão de racionamento de carbono’ quando comprassem gasolina, bilhetes de avião ou despesas domésticas de energia».
O próximo passo já foi lançado. No futuro, se você se tornar um infractor da cota de carbono, alguns dos equipamentos da sua casa poderão ser desligados à distância pelas autoridades. Soa demasiado incrível? Segundo uma reportagem do jornal New York Times de Janeiro de 2008«os reguladores estaduais irão ter a capacidade de controlar remotamente equipamentos domésticos como termóstatos, regulando a temperatura através de um dispositivo de rádio que será obrigatório em novos edifícios, de forma a controlar falhas de energia».


Retirado de escudo.tv
23:59 | 0 sdt2010

Bilderberg 2009

Bilderberg 2009 Attendee List (revised)

May 18, 2009

Note: The previous version of this list, translated from Greek via an automated translation device, has seriously distorted quite of a few of the names on this list. Infowars staff have gone over this list twice; if you have information on the people with question marks (?), please send an email to kurt@infowars.com.

Dutch Queen Beatrix

Queen Sofia of Spain

Prince Constantijn (Belgian Prince)

Prince Philippe Etienne Ntavinion, Belgium

Étienne, Viscount Davignon, Belgium (former vice-president of the European Commission)

Josef Ackermann (Swiss banker and CEO of Deutsche Bank)

Keith B. Alexander, United States (Lieutenant General, U.S. Army, Director of the National Security Agency)

Roger Altman, United States (investment banker, former U.S. Deputy Treasury Secretary under Bill Clinton)

Georgios A. Arapoglou, Greece (Governor of National Bank of Greece)

Ali Babaca , Turkey (Deputy Prime Minister responsible for economy)

Francisco Pinto Balsemão, Portugal (former Prime Minister of Portugal)

Nicholas Bavarez, France (economist and historian)

Franco Bernabè, Italy (Telecom Italia)

Xavier Bertrand, France (French politician connected to Nicolas Sarkozy)

Carl Bildt, Sweden (former Prime Minister of Sweden)

January Bgiorklount, Norway (?)

Christoph Blocher, Switzerland (industrialist, Vice President of the Swiss People’s Party)

Alexander Bompar, France (?)

Ana Patricia Botin, Spain, (President of Banco Banesto)

Henri de Castries, France (President of AXA, the French global insurance companies group)

Juan Luis Cebrián, Spain (journalist for Grupo PRISA; his father was a senior journalist in the fascist Franco regime)

W. Edmund Clark, Canada (CEO TD Bank Financial Group)

Kenneth Clarke, Great Britain (MP, Shadow Business Secretary)

Luc Cohen, Belgium (?)

George David, United States (Chairman and former CEO of United Technologies Corporation, board member of Citigroup)

Richard Dearlove, Great Britain (former head of the British Secret Intelligence Service)

Mario Draghi, Italy (economist, governor of the Bank of Italy)

Eldrup Anders, Denmark (CEO Dong Energy)

John Elkann, Italy (Italian industrialist, grandson of the late Gianni Agnelli, and heir to the automaker Fiat)

Thomas Enders, Germany (CEO Airbus)

Jose Entrekanales, Spain (?)

Isintro phenomena casket, Spain (?)

Niall Ferguson, United States (Professor of History at Harvard University and William Ziegler Professor at Harvard Business School)

Timothy Geithner, United States (Secretary of the Treasury)

Ntermot convergence, Ireland (AIV Group) (?)

Donald Graham, United States (CEO and chairman of the board of The Washington Post Company)

Victor Chalmperstant, Netherlands (Leiden University)

Ernst Hirsch Ballin, Netherlands (Dutch politician, minister of Justice in the fourth Balkenende cabinet, member of the Christian Democratic Appeal)

Richard Holbrooke, United States (Obama’s special envoy for Afghanistan and Pakistan)

Jaap De Hoop Scheffer, Netherlands (Dutch politician and the current NATO Secretary General)

James Jones, United States (National Security Advisor to the White House)

Vernon Jordan, United States (lawyer, close adviser to President Bill Clinton)

Robert Keigkan, United States (? – possibly Robert Kagan, neocon historian)

Girki Katainen, Finland (?)

John Kerr (aka Baron Kerr of Kinlochard), Britain (Deputy Chairman of Royal Dutch Shell and an independent member of the House of Lords)

Mustafa Vehbi Koç, Turkey (President of industrial conglomerate Koç Holding)

Roland GT, Germany (?)

Sami Cohen, Turkey (Journalist) (?)

Henry Kissinger, United States

Marie Jose Kravis, United States (Hudson Institute)

Neelie Kroes, Netherlands (European Commissioner for Competition)

Odysseas Kyriakopoulos, Greece (Group S & B) (?)

Manuela Ferreira Leite, Portugal (Portuguese economist and politician)

Bernardino Leon Gross, Spain (Secretary General of the Presidency)

Jessica Matthews, United States (President of the Carnegie Endowment for International Peace)

Philippe Maystadt (President of the European Investment Bank)

Frank McKenna, Canada (Deputy Chairman of the Toronto-Dominion Bank)

John Micklethwait, Great Britain (Editor-in-chief of The Economist)

Thierry de Montbrial, France (founded the Department of Economics of the École Polytechnique and heads the Institut français des relations internationales)

Mario Monti, Italy (Italian economist and politician, President of the Bocconi University of Milan)

Miguel Angel Moratinos, Spain (Minister of Foreign Affairs)

Craig Mundie, United States (chief research and strategy officer at Microsoft)

Egil Myklebust, Norway (Chairman of the board of SAS Group, Scandinavian Airlines System)

Mathias Nass, Germany (Editor of the newspaper Die Zeit)

Denis Olivennes, France (director general of Nouvel Observateur)

Frederic Oudea, France (CEO of Société Générale bank)

Cem Özdemir, Germany (co-leader of the Green Party and Member of the European Parliament)

Tommaso Padoa-Schioppa, Italy (Italian banker, economist, and former Minister of Economy and Finance)

Dimitrios Th.Papalexopoulo, Greece (Managing Director of Titan Cement Company SA)

Richard Perle, United States (American Enterprise Institute)

David Petraeus, United States (Commander, U.S. Central Command)

Manuel Pinho, Portugal (Minister of Economy and Innovation)

J. Robert S. Prichard, Canada (CEO of Torstar Corporation and president emeritus of the University of Toronto)

Romano Prodi, Italy (former Italian Prime Minister and former President of the European Commission)

Heather M. Reisman, Canada (co-founder of Indigo Books & Music Inc.).

Eivint Reitan, Norway (economist, corporate officer and politician for the Centre Party)

Michael Rintzier, Czech Republic (?)

David Rockefeller, United States

Dennis Ross, United States (special adviser for the Persian Gulf and Southwest Asia to Secretary of State Hillary Clinton)

Barnett R. Rubin, United States (Director of Studies and Senior Fellow, Center for International Cooperation)

Alberto Rouith-Gkalarthon, Spain (?)

Susan Sampantzi Ntintzer, Turkey (?) Guler Sabanci, President of Sabanci Holdings (?)

Indira Samarasekera, Canada (President of University of Alberta, Board of Directors Scotiabank)

Rountol Solten, Austria (?)

Jürgen E. Schrempp, Germany (CEO DaimlerChrysler)

Pedro Solbes Mira, Spain (economist, Socialist, Second Vice President and Minister of Economy and Finance)

Sampatzi Saraz, Turkey (banker) (?) possibly Süreyya Serdengeçti (former Governor of the Central Bank of Turkey) http://arsiv.zaman.com.tr/2002/05/29/eko....

Sanata Seketa, Canada (University of Canada) (?)

Lawrence Summers, United States (economist, Director of the White House’s National Economic Council)

Peter Sutherland, Ireland (Chairman, BP and Chairman of Goldman Sachs International)

Martin Taylor, United Kingdom (former chief executive of Barclays Bank, currently Chairman of Syngenta AG)

Peter Thiel, United States (Clarium Capital Management LCC, PayPal co-founder, Board of Directors, Facebook)

Agan Ourgkout, Turkey (?)

Matti Taneli Vanhanen, Finland, (Prime Minister)

Daniel L. Vasella, Switzerland (Chairman of the Board and Chief Executive Officer at Novartis AG)

Jeroen van der Veer, Netherlands (CEO of Royal Dutch Shell)

Guy Verhofstadt, Belgium (former Prime Minister)

Paul Volcker, U.S. (former Federal Reserve director, Chair of Obama’s Economic Recovery Advisory Board)

Jacob Wallenberg, Sweden (chairman of Investor AB and former chairman of Skandinaviska Enskilda Banken)

Marcus Wallenberg, Sweden (CEO of Investor AB, former chairman of Skandinaviska Enskilda Banken)

Nout Wellink, Netherlands (Chairman of De Nederlandsche Bank, Board of Directors, the Bank of International Settlements)

Hans Wijers, Netherlands (CEO of the multinational corporation AkzoNobel)

Martin Wolf, Great Britain (associate editor and chief economics commentator at the Financial Times)

James Wolfensohn, United States (former president of the World Bank)

Paul Wolfowitz, United States (for U.S. Deputy Secretary of Defense, President of the World Bank, currently AEI scholar)

Fareed Zakaria, United States (journalist, author, and CNN host)

Robert Zoellick, United States (former managing director of Goldman Sachs, President the World Bank)

Dora Bakoyannis, Greece (Minister of Foreign Affairs)

Anna Diamantopoulou, Greece (Member of Parliament for the Panhellenic Socialist Movement)

Yannis Papathanasiou, Greece (Minister of Finance)

George Alogoskoufis, Greece (former Minister)

George A. David, Greece (businessman, president of Coca-Cola)

23:59 | 0 sdt2010

Octopus


A rádio, os jornais, a televisão não vos contam a verdade. Sobre qualquer informação faça a seguinte pergunta: "Quem beneficia com isto?". Procure pontos de vista diferentes, pense por si. Agora sim, retome a notícia.
23:59 | 0 sdt2010

Iraque à Venda: Os Lucros da Guerra



Sinopse

"Iraque à Venda" é um documentário impressionante sobre como corporações como a Halliburton, ligada ao vice-presidente norte-americano Dick Cheney, estão lucrando de forma extremamente desonesta com a Guerra do Iraque. A terceirização de serviços pessimamente prestados e superfaturados não inclui apenas atividades acessórias... além de providenciar serviços de alimentação, escritório, lavanderia, transporte, etc, civis estiveram envolvidos nos interrogatórios e torturas dos prisioneiros de Abu Ghraib.

Informações

Tamanho: 157 MB
Legendas: Português
Download: Rapidshare


in http://www.bestdocs.com.br/2009/02/iraque-venda-os-lucros-da-guerrra.html
23:59 | 0 sdt2010

Iraq For Sale – The War Profiteers


Iraq For Sale – The War Profiteers
Publicado por mastiphal em Janeiro 26, 2009

Iraq for sale – The war profiteers ou Iraque à venda – Os lucros da guerra (Tradução livre) leva-nos a entrar na vida de soldados, condutores de camiões, viúvas e crianças cujas vidas foram devastadas para sempre graças à onda de lucros gerada pela guerra no Iraque. Iraq for sale desmascara as conecções entre as corporações privadas que fazem a guerra actualmente neste pais, e os líderes que permitem que tal seja feito.

O filme debruça-se sob 4 grandes empresas que eram pouco conhecidas ou totalmente existentes antes da guerra no Iraque de 2003, nomeadamente a BlackWater, Halliburton KBR, CACI e L3 Titan.

EDIT: Iraq For Sale Legendas Português – agradecimentos a Docspt.com

Ainda não vi o filme, mas no pequeno clip existente no youtube (e que está disponível para visualização no fim deste post), este centra-se sobretudo numa companhia chamada BlackWater WorldWide, empresa criada em 1997 com a ideologia de treinar militares em tácticas ofensivas e defensivas, bem como defesa pessoal.

Actualmente cerca de 90% dos lucros desta empresa são fornecidos atravez do governo dos EUA, principalmente no teatro de operações existentes no Iraque.

A escalada de lucros criada por esta empresa é fenomenal, passando de um total de lucros de 200 mil dólares para uns fantásticos 200 milhões de dólares por contracto até um acordo mútuo com o governo dos EUA em 2003 que atingiu a modica quantia de 21 milhões de dólares na prestação de protecção de Lewis Paul Bremer, director humanitário e para a reconstrução no Iraque.

Quanto às outras empresas, a Halliburton KBR, dedica-se a todo o tipo de serviços baseados com o petróleo, armazenagem, movimentação e afins, bem como à construção de todo o tipo de infraestruturas.

A CACI e a L3 TITAN dedicam-se a providenciarem interrogatórios e traduções destes mesmo, nas prisões de Abu Ghraib. Com contractos feitos com o governo dos EUA que chegam aos 2 Biliões de dólares.

A totalidade do documentário pode ser mais uma vez adquirido na loja de torrents mais perto de sí!












Aqui fica o link para o próprio filme no Video.google: (Agradecimentos a kalenda pelo link)

in http://odetriunfante.wordpress.com/2009/01/26/iraq-for-sale-the-war-profiteers/













23:59 | 0 sdt2010

Poder Global


segunda-feira, 31 de Março de 2008
O PODER GLOBAL

(ARTIGO LIDO EM http://www.midiasemmascara.com.br/artigo.php?sid=4819)


Os inventores do mundo futuro
por Olavo de Carvalho em 03 de maio de 2006

Resumo: A alta elite financeira e a militância vociferante, que os iluminados comentaristas da nossa midia apresentam como os dois polos de um conflito de vida e morte causado pela "desigualdade" e pela "injustiça social", são exatamente uma só e mesma força.

© 2006 MidiaSemMascara.org


Para aqueles que estão acostumados a desprezar como "teoria da conspiração" a hipótese de que o Council of Foreign Relations trama com o Grupo Bilderberg e outros círculos de milionários a implantação progressiva mas rápida de um governo mundial, o próprio CFR acaba de dar uma resposta definitiva, num documento oficial em que assume de vez o projeto e a parceria tão longamente descartados pelos onissapientes comentaristas da mídia.
No relatório "Building a North American Community", recentemente divulgado, o mais poderoso think tank globalista dos EUA propõe nada menos que a abolição das fronteiras entre Canadá, México e EUA e a transformação do continente numa "área onde o comércio, o capital e as pessoas circulem livremente", a base para "o ingresso mais fácil no território americano".
Num momento em que a população americana em peso clama por um controle mais rigoroso das fronteiras e os especialistas militares alertam para os perigos incalculáveis do fluxo contínuo de terroristas e narcotraficantes camuflados de imigrantes ilegais chicanos, a declaração mostra o total desprezo da elite globalista bilionária pela segurança nacional. Não resta a menor dúvida de que o CFR planeja sacrificar friamente a nação americana no altar da unificação administrativa do mundo, a ser atingida, segundo a idéia do velho Morgenthau, por meio de progressivas integrações regionais.
Porém o mais surpreendente no relatório é a admissão de que a fusão dos três países deve ser feita "segundo as linhas propostas pelas conferências de Bilderberg e Wehrkunde, organizadas para fomentar as relações transatlânticas".
Até agora, esses nomes jamais tinham aparecido num documento oficial do CFR. Bilderberg e Wehrkunde são grupos altamente secretos de potentados da política e da economia que se reúnem periodicamente, sob precauções de segurança maiores que as de qualquer encontro de chefes de Estado, para planejar a implantação de um governo mundial e inaugurar uma nova civilização planetária, incluindo, segundo seus críticos, a fusão de todas as religiões num novo culto biônico inspirado no lixo teosófico de Madame Blavatsky e Alice Bailey. Na última reunião dos Bildergergers, em Sintra, Portugal, a cidade inteira foi bloqueada à entrada de repórteres, enquanto, fechados a sete chaves, longe de toda fiscalização crítica, tipos como os Rockefellers, Gorbachov, George Soros e, modéstia à parte, o nosso Fernando Henrique Cardoso, inventavam o mundo em que vão viver nossos netos.
Ao proclamar sua adesão aos objetivos das conferências Bilderberg e Wehrkunde, o CFR confirma ao menos uma parte do que foi denunciado em alguns clássicos da "teoria da conspiração", como "None Dare Call It Conspiracy", de Gary Allen e Larry Abraham (Sealbeach, California, Concord Press, 1972), e sobretudo o mais recente e informado "The Brotherhood of Darkness", de Stanley Montieth (Oklahoma City, Hearthstone Publishing, 2000).
Essa confissão basta para explicar por que, arriscando atrair o ódio da base conservadora que o elegeu, o presidente George W. Bush, pertencente a uma família tradicionalmente ligada ao CFR, insiste em dar seu apoio ao projeto de anistia para doze milhões de imigrantes ilegais, elevando ao nível de uma ameaça apocalíptica os riscos de segurança que, por outro lado, ele anuncia querer controlar com mão de ferro. O projeto não só conta com a rejeição maciça do eleitorado americano, mas foi apresentado por dois políticos que Bush teria razões de sobra para considerar seus inimigos: Ted Kennedy, o mais devotado patrono de todas as causas esquerdistas, e John McCain, um republicano que mesmo examinado em microscópio não se distingue facilmente de um democrata.
Os interesses maiores do globalismo, evidentemente, transcendem as considerações eleitorais, o respeito pela vontade popular e a profunda inimizade política. Segundo o documento do CFR, George W. Bush, o presidente mexicano Vicente Fox e o primeiro-ministro canadense Paul Martin já se declararam "comprometidos" com a causa ali anunciada, quando do seu encontro no Texas em 23 de março de 2005.
No entanto, seria ingenuidade imaginar que o apoio da elite globalista ao estupro das fronteiras se limita a declarações de intenções. Ele inclui o planejamento e a sustentação financeira de ações políticas decisivas.
O relatório "Building a North American Community" foi publicado sob o patrocínio de um grupo de grandes empresas, entre as quais a Archer Daniels Midland Corp., ADM, o maior suporte financeiro do senador Sam Brownback. Logo após receber uma bolada de dinheiro da ADM, esse republicano do Kansas saiu alardeando apoio ao programa de anistia para os ilegais, anunciando que o fazia por piedade cristã.
A luta dos globalistas pela causa mais impopular que já se apresentou na arena política dos EUA também não se contenta com subsidiar manobras parlamentares. Inclui a arregimentação das massas e a ajuda a protestos violentamente anti-americanos. O Boletim G-2, publicado pelo assombroso repórter Joseph Farah como apêndice de seu jornal eletrônico WorldNetDaily, revela na sua última edição os principais suportes financeiros por trás dos movimentos que, para muito além da anistia aos ilegais, visam a entregar ao México os territórios do Texas e da Califórnia. Os mais poderosos entre esses movimentos são "La Raza", "Lulac" (League of United Latin American Citizens) "Maldef" (Mexican American Legal Defense and Educational Fund) e "Mecha" (Movimiento Estudiantil Chicano de Aztlan). Os quatro são financiados por fundações e corporações milionárias associadas ao CFR, como Rockefeller e Ford, Bristol-Meyers Squibb, Chemical Bank, Chevron, Chrysler, General Motors, General Electric, Lockheed, Rockwell, Southwestern Bell, Quaker Oats, Verizon Foundation, AT&T Foundation e o Open Society Institute de George Soros. "La Raza" foi praticamente criada pela Fundação Ford.
Esses quatro movimentos organizaram os recentes protestos que hastearam bandeiras mexicanas pelas ruas dos EUA e anunciaram, nas palavras de Mario Obeldo, líder histórico da Mecha, condecorado em 1998 por Bill Clinton, que "a Califórnia vai ser um Estado hispânico: quem não gostar vai ter de sair".
A alta elite financeira e a militância vociferante, que os iluminados comentaristas da nossa midia apresentam como os dois polos de um conflito de vida e morte causado pela "desigualdade" e pela "injustiça social", são exatamente uma só e mesma força. E o que move o conjunto não é nenhuma das "causas sociais" impessoais e anônimas que a pseudociência ensina serem os motores da história humana: é o planejamento vindo de cima, acompanhado dos meios financeiros, publicitários e políticos de realizá-lo.
Espero que o leitor mais desperto compreenda, à primeira vista, o quanto esses fatos tornam inviável e suicida o empenho de continuar pensando o mundo segundo as linhas usuais propostas pela tagarelice intelectual dominante. A identificação de globalismo e americanismo, por exemplo, que a totalidade das nossas classes falantes dá por pressuposta como elemento básico para a compreensão da política internacional, é uma besteira sem mais tamanho, e quem quer que insista nela depois do documento do CFR deve ser considerado um desinformante profissional ou um idiota incurável.
O aspecto mais deplorável em tudo isso não é somente que a humanidade seja arrastada por elites ferozmente ambiciosas em direção a objetivos que não lhe são sequer informados. É que as próprias ciências sociais, intoxicadas de conceitos explicativos que não explicam nada, estejam tão desarmadas para dar conta dos fatos de magnitude incomparável que estão, neste momento, determinando os destinos do mundo. Quando os agentes maiores do processo histórico têm planos que vão além da compreensão da intelectualidade média – para não falar da opinião pública em geral -, é inevitável que esses planos sejam postos em prática sem qualquer possibilidade de discussão crítica. Da noite para o dia, a humanidade atônita despertará num mundo novo, sem saber como foi parar ali nem quais são precisamente as regras do jogo. A ignorância geral terá se tornado um dos pilares do poder constituído. E o grupo dominante estará separado do povo por uma distância similar à que existe entre os deuses do Olimpo e uma multidão de cupins no subsolo.
Meus alunos são testemunhas do esforço que tenho feito para substituir noções pré-históricas de sociologia e ciência política por ferramentas descritivas mais adequadas à presente situação do mundo. Esforços similares vêm-se desenvolvendo em vários centros, mas sempre à margem da corrente acadêmica principal, congelada num verbalismo obsoleto e presunçoso que, se serve de alguma coisa, é de instrumento publicitário para a implantação de políticas que os próprios porta-vozes desse discurso não enxergam nem compreendem.
Não é preciso dizer que, baixando do plano internacional ao nacional, nada dos acontecimentos políticos locais pode ser explicado sem referência ao novo esquema de poder que está se formando no planeta. O apoio descarado das fundações globais bilionárias a movimentos revolucionários como o MST é o fato fundamental que vai determinar o destino nacional nos próximos anos, e os poucos que costumam mencioná-lo, como o sr. Lyndon LaRouche, só o fazem pelo viés de seus próprios planos, que não têm nada a ver com um desejo sincero de compreensão do processo.
Se a esquerda continua obscurecendo suas próprias ações com o discurso padronizado que camufla as verdadeiras relações de poder, nos círculos liberais e conservadores a discussão atém-se obsessivamente a proclamações doutrinais gerais que não ajudam em nada a esclarecer o que está se passando.
Para mim já se tornou evidente, por exemplo, que o sucesso no plano do Foro de São Paulo, a implantação da URSAL, União das Repúblicas Socialistas da América Latina, não somente não se opõe em nada aos objetivos do globalismo, mas contribui decisivamente para eles, fomentando uma integração regional que provocaria orgasmos em Hans Morgenthau e que, a longo prazo, só tornaria a América Latina ainda mais dependente dos bancos internacionais.
E não me venham com a ilusão risível de que o petróleo venezuelano é uma temível arma anti-imperialista. Ninguém no CFR ou nos círculos governamentais americanos ignora que o Estado do Colorado tem reservas de petróleo jamais exploradas, equivalentes a vinte vezes o total das reservas da Arábia Saudita. No Brasil ninguém sabe disso, porque não saiu naquela porcaria do New York Times. Mas o pessoal que em Washington lê revistas especializadas sabe que, se existe um país imune a chantagens petrolíficas (e, de quebra totalmente desnecessitado do petróleo do Iraque, para não falar da Venezuela), são os EUA.
Isso não quer dizer, é claro, que os planejadores globalistas sejam mentes geniais capazes de acertar em tudo. O Tratado Norte-Americano de Livre Comércio (North American Free Trade Agreement, Nafta), concebido pelo próprio CFR como um prefácio à integração total de EUA, Canadá e México, foi um fracasso sublime, e nem por isso os planejadores globalistas se deram por achados. Desde o Nafta, segundo dados da ONU, o número de lares mexicanos abaixo da linha de pobreza (menos de 60 dólares por mês) subiu de 60 para 76 por cento, enquanto o preço das tortillas, alimento básico da população, aumentou em 40 por cento. Os contribuintes americanos também não ganharam nada com isso, tendo hoje em dia de arcar com subsídios de 40 por cento para sua produção nacional de milho. E daí? Quando um sujeito acredita que tem na cabeça a solução para os males do mundo, nada detém sua volúpia de remexer os pilares do cosmos em nome de sua esplêndida utopia. Miséria e prejuízo são detalhes desprezíveis ante a grandiosidade épica dos planos globalistas.
Detalhe esclarecedor
Eu mal tinha enviado este artigo ao Diário do Comércio, quando chegou um despacho da Associated Press com a informação de que o parlamento mexicano acabava de aprovar a liberação do porte e uso de cocaína, maconha, heroína, LSD, anfetaminas, ecstasy e até 2,2 libras (sim, quase um quilo!) de peiote, o cacto alucinógeno que a empulhação literária de Carlos Castañeda celebrizou nos anos 70 como uma fonte de conhecimentos espirituais, porca miséria. A lei precisa ainda do aval do presidente Fox, mas, acrescenta a agência, “isso não parece ser um obstáculo”. Um porta-voz de Fox já demonstrou a satisfação do presidente com a medida, anunciando, com cinismo exemplar, que ela facilitará o combate ao narcotráfico.
A nova lei aumentará incalculavelmente o afluxo de jovens americanos viciados ao território mexicano, e é vista com maus olhos pelas autoridades políciais dos EUA, mas não resta dúvida de que ela dá um passo enorme em direção à supressão das fronteiras nacionais, pretendida pelo CFR e pelos Bilderbergers. Nos círculos globalistas, o maior financiador das campanhas pela liberação das drogas no mundo é George Soros - não por coincidência, também um dos mais generosos doadores de dinheiro para os movimentos de mexicanização da Califórnia e do Texas. Por enquanto, a multidão ainda não atinou com a unidade estratégica por trás de mutações catastróficas de escala global que aparecem na mídia idiota como frutos espontâneos da metafísica do progresso. Aos poucos, a identidade dos agentes por trás do processo vai aparecendo - e, no fim, como anuncia a Bíblia, “sua loucura se tornará visível aos olhos de todos”.

in http://bastaqsim.blogspot.com/2008/03/o-poder-global.html
23:00 | 0 sdt2010

Organizações Secretas e o Poder em Portugal


segunda-feira, 31 de Março de 2008
O PODER DESSAS ORGANIZAÇÕES EM PORTUGAL

Em determinadas eleições nacionais, os candidatos dos dois principais partidos a primeiro-ministro já tinham participado em reuniões em Itália de uma dessas organizações, convidados por um ex-primeiro-ministro (isto é, o resultado dessas eleições, eram indiferentes para a referida organização). Que líderes políticos eram esses? Em que anos se disputaram essas eleições legislativas? Quem foi o ex-primeiro-ministro que convidou? Qual dessas organizações [1. Skull and Bones (Bonesmen); 2. Conselho de Relações Externas; 3.Bilderberg 4. Comissão Trilateral?] era? Fica à curiosidade de investigação dos blogonautas!

in http://bastaqsim.blogspot.com/2008/03/o-poder-dessas-organizaes-em-portugal.html
22:30 | 0 sdt2010

A Comissão Trilateral



segunda-feira, 31 de Março de 2008 PODER MUNDIAL 4 - Comissão Trilateral

A Comissão Trilateral é uma organização privada, fundada em Julho de 1973, por iniciativa de David Rockefeller.

História

A primeira reunião do comitê executivo foi em Tóquio em Outubro de 1973. Em maio de 1975, a primeira reunião plenária de todos os grupos regionais da comissão foi realizada em Quioto. Actualmente, consiste de aproximadamente 300 a 350 cidadãos da Europa, Ásia/Oceania e América do Norte e existe para promover cooperação política e económica mais íntima entre tais áreas.
Membros
O elenco de membros é dividido em quantidades proporcionais para cada uma das três áreas regionais. Os membros incluem presidentes de corporações, políticos dos maiores partidos, académicos reconhecidos, presidentes de universidades, líderes de uniões de trabalhadores e ONG's envolvidas em filantropia exterior. Membros que adquirem cargo no governo de seus país têm de resignar da comissão.
A América do Norte é representada por 107 membros (15 do Canadá, 7 do México e 85 dos Estados Unidos). O grupo europeu atingiu os seus limite de 150 membros, incluindo cidadãos de: Áustria, Bélgica, Cipro, República Checa [proponho Chéquia] , Dinamarca, Estónia, Finlândia, França, Alemanha, Grécia, Hungria, Irlanda, Itália, Países Baixos, Noruega, Polónia, Portugal, Roménia, Rússia, Eslovénia, Espanha, Suécia, Turquia e Reino Unido.
Inicialmente, a Ásia e a Oceânia estavam representadas apenas pelo Japão. No entanto, em 2000, o grupo japonês de 85 membros expandiu-se, tornando-se o grupo da Ásica do Pacífico, composto por 117 membros: 75 do Japão, 11 da Coréia do Sul, 7 da Austrália e da Nova Zelândia e 15 membros da ASEAN (Indonésia, Malásia, Filipinas, Singapura e Tailândia). O grupo inclui ainda 9 membros da China, de Hong Kong e de Taiwan.

(A Comissão Trilateral é a mais bem implantada em todo o Portugal…)

in http://bastaqsim.blogspot.com/2008/03/4-poder-mundial-comisso-trilateral.html
22:00 | 0 sdt2010

Conselho das Relações Exteriores (CFR)


gunda-feira, 31 de Março de 2008
PODER MUNDIAL – 2. Conselho das Relações Exteriores (Council on Foreign Relations)


O Conselho das Relações Exteriores é uma entidade sediada em Nova Iorque, EUA, voltada para a política internacional. Segundo seus representantes, trata-se de uma entidade dedicada a aumentar a compreensão norte-americana sobre o mundo e contribuir com ideias para a política internacional dos EUA.

A revista do Conselho das Relações Exteriores é o “Foreign Affairs” (pode ser traduzido como: Relações Exteriores), revista científica sobre relações internacionais.
A revista é publicada pelo Council on Foreign Relations (Conselho de Relações Exteriores), um grupo privado fundado em Nova Iorque no ano de 1921 com o objetivo de manter os Estados Unidos envolvidos em assuntos internacionais, mesmo que o governo norte-americano adoptasse políticas isolacionistas. O grupo, na sua maior parte composto por académicos, iniciava uma publicação trimestral que se tornaria a Foreign Affairs.
A revista tornou-se proeminente após a Segunda Guerra Mundial, quando as relações exteriores se tornaram centrais na política dos Estados Unidos, e o próprio Estados Unidos se tornaram um actor influente no cenário global. Muitos artigos extremamente importantes foram publicados na Foreign Affairs, inclusive o trabalho de George F. Keenan, "The Sources of Soviet Conduct" (As fontes da conduta Soviética), o primeiro a explicitar a doutrina de contenção, que se tornaria a base da política norte-americana na Guerra Fria.
Onze secretários de estado (o equivalente a ministro dos negócios estrangeiros em Portugal) escreveram ensaios na Foreign Affairs, entre eles Henry Kissinger, e hoje tais artigos ainda são considerados importantes indicadores da linha de pensamento do Departamento de Estado dos Estados Unidos.
Mesmo com o fim da Guerra Fria, a revista mantém a sua importância, como um espaço para o debate dos rumos da política internacional. A Foreign Affairs foi o primeiro lugar no qual Samuel P. Huntington publicou suas idéias com o influente artigo "Clash of Civilizations" (O choque de civilizações), e foi nela que Francis Fukuyama debateu com outros academicos sua teoria sobre o fim da história.

in http://bastaqsim.blogspot.com/2008/03/poder-mundial-2-conselho-das-relaes.html
21:00 | 0 sdt2010

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