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Ao redor do mundo, uma conspiração monolítica implacável se opõe a nós. Baseia-se, primeiramente, no encobrimento para expandir sua esfera de influência. É um sistema que tem recrutado vastos recursos materiais e humanos para formar uma poderosa e eficiente máquina, que combina operações militares, diplomáticas, de inteligência, económicas, científicas e políticas. Suas preparações são ocultas do público. Seus erros são enterrados. Não vão para capas de jornais. Seus discordantes são silenciados, não aclamados.”

John F. Kennedy

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Bilderberg Portugal

Mikie Wilde ionline: Wall Photos

Um chamamento ao Patriotismo e alguns factos que poderão mudar a mentalidade dos Portugueses relativamente às politicas postas em prática no SEU PAÍS em detrimento de interesses corporativos Nacionais & Estrangeiros...

Esta é a lista exclusiva de todos os portugueses que já estiveram em reuniões de Bilderberg, um clube que é considerado uma espécie de governo-sombra a nível mundial. Uma das principais tarefas dos jornalistas que investigam o clube é não só saber quem participa nas reuniões mas, sobretudo, acompanhar o seu percurso nos tempos seguintes. Quase todos, ascendem a altos postos.

Na reunião que teve lugar de 3 a 6 de Junho, em Stresa, em Milão, Santana Lopes e José Sócrates estiveram presentes, juntamente com Pinto Balsemão.

Curiosamente, Santana seria primeiro-ministro dois meses depois e nem passaria um ano para José Sócrates chefiar o Governo. Outros três intervenientes na crise política de 2004, o Presidente da República, Jorge Sampaio, Durão Barroso, então primeiro-ministro, e Ferro Rodrigues, então líder do PS, também estiveram em reuniões de Bilderberg. Sampaio esteve presente em 1999, na reuniãode Sintra.

Durão é um velho conhecido de Bilderberg, tendo estado presente em 1994, 2003 e já este ano, na Alemanha, na qualidade de presidente da Comissão Europeia. Já Ferro esteve presente na reunião de 2003.

Francisco Pinto Balsemão - É um membro permanente do Clube de Bilderberg desde 1988, tendo participado em quase todas as reuniões anuais desde essa data. Pertence mesmo ao comité restrito, denominado “Steering”. É ele quem tem convidado muitas personalidades portuguesas a estarem presentes no clube. Em 1988, Pinto Balsemão tinha abandonado o cargo de primeiro-ministro há 5 anos e estava dedicado aos seus negócios, mantendo também o “Expresso”. Anos depois abriria a SIC, aproveitando a liberalização da televisão feita pelo governo de Cavaco Silva.

O processo conturbado, com divisões no próprio Conselho de Ministros, tendo o grupo televisivo de Proença de Carvalho sentido-se desfavorecido. Pinto Balsemão é hoje presidente da Impresa. Falado como potencial candidato presidencial, nunca se concretizou esta hipótese.

Mira Amaral - Ministro da Indústria de Cavaco Silva. Participou na reunião de Bilderberg em 1995, no final do governo de Cavaco Silva, numa altura em que o professor rumava à corrida a Belém e Fernando Nogueira e Durão Barroso disputavam a liderança do PSD. O facto de ter estado presente pode significar que o seu nome esteve fadado para mais altos voos, que depois não se concretizaram. É especialista em energia e tem-se dedicado à sua actividade de administrador de empresas. Foi administrador da Caixa Geral de Depósitos, tendo saído do banco num processo político conturbado.

Só participou em Bilbderberg na reunião de 1995.

Joaquim Ferreira do Amaral - Ministro das Obras Públicas de Cavaco Silva, uma das cartas mais importantes do governo, artíficie das auto-estradas portuguesas. Tem mostrado disponibilidade para combates difíceis, tendo perdido Lisboa para João Soares. Participou na reunião de Bilderberg que ocorreu em Sintra, em 1999, uma das que teve mais participantes portugueses. A sua presença é significativa, tanto que dois anos depois seria candidato à Presidência da República, defrontando Jorge Sampaio. Só esteve presente em 99.

António Barreto - Este investigador esteve presente na reunião de 1992, em pleno cavaquismo, um ano depois de Cavaco obter a sua segunda maioria absoluta. António Barreto foi ministro da Agricultura nos primeiros governos PS, tendo deixado o seu nome associado à Lei Barreto, massacrada pelos comunistas por traduzir o primeiro desmantelamento da reforma agrária. Teve um papel essencial na candidatura presidencial de Soares em 1986, sendo o seu porta-voz. Foi ele quem apelou ao “povo de esquerda” para a segunda volta de Soares contra Freitas do Amaral. Nos últimos anos tem-se dedicado à investigação e a comentários e análises nos jornais. É uma mente brilhante, o género de pessoa que os bilderbergs políticos gostam de ver no seu seio. Só participou na reunião de 92.

Durão Barroso - Participou na reunião de Bilderberg de 1994, quando era ministro dos Negócios Estrangeiros de Cavaco Silva. Não por acaso, um ano depois estava a candidatar-se à liderança do partido. Perdeu para Fernando Nogueira, mas a sorte acabou por o bafejar, porque Nogueira foi derrotado por Guterres (num ciclo político muito desfavorável ao PSD). Durão ficou como reserva e tornou-se líder social-democrata em 1999, quando Marcelo Rebelo de Sousa saiu. Apesar de ter perdido as legislativas de 99 para Guterres não se deu por vencido, ficando célebre a sua frase “tenho a certeza que serei primeiro-ministro, só não sei é quando.” O seu vatícinio acabou por confirmar-se, tornando-se primeiro-ministro em 2002. Em 2003, voltou a estar presente no clube de Bilderberg, na qualidade de primeiro-ministro. Em meados de 2004 era designado presidente da Comissão Europeia. Voltou a participar na reunião deste ano de 2005 de Bilderberg, que teve lugar na Alemanha, na qualidade de presidente da Comissão.

António Borges - É o homem português da Goldmam Sachs, curiosamente uma empresa com ligações a Bilderberg. Esteve presente na reunião do clube em 1997, o que mostra que o seu nome é badalado para altos voos há muito tempo. Se estava na calha para a liderança laranja, acabou por ser Durão a tomar o lugar de Marcelo.

Em 1998, escapou, miraculosamente, ao acidente fatal da TWA, que não deixou sobreviventes. Chegou a ter bilhete mas não embarcou. Na reunião de 2003 do clube voltou a estar presente. Em 2004, foi um dos principais critícos da solução Santana Lopes para suceder a Durão Barroso. Actualmente, está posicionado para suceder a Marques Mendes. É um homem muito próximo de Cavaco Silva, ainda que o professor não favoreça as amizades e às vezes até as discrimine.

Maria Carrilho - Investigadora, sempre esteve ligada ao PS, tendo sido deputada à Assembleia da República e ao Parlamento Europeu. Hoje é vice-presidente da Assembleia da República. É especialista em assuntos de defesa, uma área prioritária nas discussões de Bilderberg. Esteve presente na reunião do clube em 1995, o ano da chegada ao poder de António Guterres.

António Guterres - Esteve presente na reunião deste ano na Alemanha, já na qualidade de Alto Comissário das Nações Unidas para os Refugiados. O seu nome continua a ser uma hipótese para outros voos, designadamente o Palácio de Belém, em 2011 ou 2016.

Roberto Carneiro - Ministro da Educação de Cavaco Silva. Esteve presente na reunião de 1992, no auge do cavaquismo. Chegou a ser-lhe vaticinada uma importante carreira política mas, depois da queda de Cavaco, os seus interesses viraram–se para outras áreas. Envolveu-se no projecto inicial da TVI, como profundo católico que é, e tem-se dedicado à investigação universitária e a algumas iniciativas empresariais.

Vitor Constâncio - Esteve presente em Bilderberg em 1988, quando era secretário-geral do PS. Nunca mais participou em nenhuma reunião depois desta data. Afastou-se das lides mais activas do PS e dedicou-se ao que sabe fazer muito bem: os assuntos económicos. O Partido premiou-o com o Banco de Portugal.

Vasco Pereira Coutinho - Um dos maiores empresários portugueses, tendo enriquecido com o negócio da AutoEuropa. Esteve presente na reunião de 1998, numa altura em que Marcelo Rebelo de Sousa liderava o PSD. Durão Barroso fez uma viagem de férias ao Brasil, no avião dele e na sua casa, quando era primeiro-ministro, provocando grande polémica. É apoiante de Cavaco Silva.

João Cravinho - Esteve presente na reunião de 1999, no auge do guterrismo, sendo ministro do Planeamento e da Administração do Território. Alia um pensamento interessante a uma excelente preparação técniva, devendo ter participado no clube como um dos “cérebros” que os políticos gostam de ouvir. Atacou bastante Guterres no fina dos seus dias, sendo um homem próximo de Jorge Sampaio (mas muito senhor do seu nariz).

José Cutileiro - O embaixador português esteve presente na reunião de Bilderberg em 1994, tornando-se presidente da estrutura de defesa da União Europeia, a UEO, logo nesse ano. É um homem culto, brilhante, com opiniões geoestratégicas muito auscultadas por qualquer governante.

José Manuel Galvão Teles - Advogado, homem muito próximo de Mário Soares, de quem é amigo e vizinho. Esteve presente na reunião de Bilderberg de 1997, no auge do guterrismo. É conselheiro de Estado.

Teresa Patrício Gouveia - Fez parte do governo de Cavaco, como secretária de Estado da Cultura e como ministra do Ambiente. Esteve presente na reunião de Bilderberg em 2000.Foi ministra dos Negócios Estrangeiros de Durão Barroso.

Marçal Grilo - Ministro da Educação de António Guterres, de quem era amigo. Esteve presente na reunião de Bilderberg de 1999, em Sintra. Há quem diga que é uma mente brilhante.

Miguel Horta e Costa - Esteve presente na reunião do clube em 1998, no tempo da liderança laranja de Marcelo, sendo vice-presidente da Portugal Telecom. Já no tempo de Durão Barroso ascendeu à presidência da empresa, mantendo-se com Santana Lopes e José Sócrates, todos bilderbergs. Deverá sair da PT já em Janeiro.

Margarida Marante - É um dos dois jornalistas que marcaram presença em Bilderberg, tendo estado presente em 1996, no auge da sua carreira na SIC, onde conheceu Emídio Rangel e contraiu matrimónio. É próxima da área do PSD.

Vasco de Mello - Um dos grandes empresários portugueses. Esteve presente na reunião de Sintra, em 1999. Tem tido um percurso discreto, mantendo pontes com o poder político mas não dando azo a conversas.

Carlos Monjardino - Homem da área do PS, que participou no governo de Macau. Grande empresário, com ligações fortes ao Oriente, sobretudo a Stanley Ho. Presidente da Fundação Oriente. Há muito que é falado para candidato presidencial mas nunca conseguiu concretizar essa aspiração. Esteve presente na reunião de Bilderberg de 1991, no auge do cavaquismo e da reeleição de Mário Soares, de quem é muito próximo.

Murteira Nabo - Ministro fugaz de António Guterres, tendo de se demitir por causa de um caso de sisa. Esteve presente na reunião do clube em 1999, já era presidente da PT há três anos.

Faria de Oliveira - Ministro do Turismo de Cavaco Silva, esteve presente na reunião de Bilderberg em 1993, sendo uma peça essencial na ligação entre o então primeiro-ministro e o mundo dos negócios, quer público, quer privado.

Carlos Pimenta - Ministro do Ambiente de Cavaco, um dos mais activos de sempre. Chegou a ser-lhe vaticinando um futuro político risonho. Esteve na reunião de Bilderberg de 1991. Nos últimos anos, afastou-se da política.

Francisco Lucas Pires - O malogrado líder do CDS, que depois se aproximou do PS, era uma mente brilhante, a quem pareciam reservados altos voos. No entanto, só esteve presente na reunião do clube de 1988.

Ricardo Salgado - Um dos grandes banqueiros portugueses. Esteve na reunião de 1997, quando Marcelo era líder do PSD e voltou a estar na reunião de 1999, em Sintra. É um homem com relações privilegiadas com o poder político à direita. Santana Lopes chegou a chamá-lo para uma reunião privada. Viu o seu banco, o BES, ser alvo de buscas judiciais este ano.

Jorge Sampaio - Presidente da República. Participou na reunião de Bilderberg, em Sintra, na qualidade de primeiro magistrado da Nação portuguesa, uma presença, sem dúvida, polémica.

Nicolau Santos - O outro jornalista que participou em Bilderberg, tendo estado em Sintra em 1999. É especialista em assuntos económicos. Curiosamente, os jornalistas que estiveram no clube eram ambos profissionais no grupo de Balsemão, Nicolau Santos no “Expresso” e Margarida Marante na SIC.

Artur Santos Silva - Um dos grandes banqueiros portugueses, com o seu BPI. Tem relações privilegiadas à esquerda e é um homem culto, de uma família espiritual. Esteve presente na reunião de 1999. Curiosamente, nesta reunião só acabou por faltar um banqueiro do BCP, um banco com outra estratégia, mais europeia.

Marcelo Rebelo de Sousa - Esteve presente na reunião de 1998, quando era líder do PSD e ainda julgava que era possível fazer renascer a AD com Paulo Portas e ganhar as eleições legislativas de 1999 a António Guterres. As coisas correram-lhe mal, metendo o caso da Universidade Moderna pelo meio (afectando Portas). Regressou ao comentário político. A entrada na corrida de Belém também falhou, porque tudo correu bem a Cavaco.

Miguel Veiga - Advogado nortenho, um histórico do PSD, com relações fortes com a ala soarista do PS. Esteve em Bilderberg em 1994, no fim do cavaquismo. Tornou-se um dos piores inimigos de Santana Lopes, sendo a voz mais forte contra a sua indigitação para primeiro-ministro, sucedendo a Durão Barroso.

António Vitorino - Era a eminência-parda do guterrismo, tendo estado na reunião de Bilderberg de 1996, quando era vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa. Por causa de um caso de sisa, acabou por se demitir. Foi comissário europeu e o seu nome chegou a estar na calha para presidir à Comissão. Rejeitou ser candidato à Presidência da República.

Oliveira Martins - Participou na reunião de 2001, quando era ministro da Presidência do governo Guterres, já no ocaso do guterrismo, depois da queda da ponte de Castelo de Paiva. Se não fosse independente, tinha sido um nome possível para a corrida à liderança do PS. Tornou-se presidente do Tribunal de Contas este ano, numa nomeação polémica, face à natureza das funções do órgão, que requerem independência e imparcialidade.

Vasco Graça Moura - Deputado ao Parlamento Europeu pelo PSD, poeta e erudito. Esteve presente na reunião de 2001 de Bilderberg. É um intelectual brilhante, que os políticos gostam de ouvir.

Ferro Rodrigues - Esteve presente na reunião de 2003, quando era líder do PS, pouco depois de ter deflagrado o caso Casa Pia no partido. Depois de Jorge Sampaio ter dado posse a Santana Lopes, demitiu-se, tomando a decisão presidencial como uma derrota pessoal. É hoje embaixador português da OCDE em Paris.

Santana Lopes - Esteve presente na reunião de 2004, que ocorreu de 3 a 6 de Junho em Stresa, Milão. Curiosamente, pouco mais de um mês depois era primeiro-ministro de Portugal. A vida, contudo, não lhe correu bem. Ao ponto de Jorge Sampaio ter dissolvido o Parlamento e convocado eleições legislativas.

José Sócrates - Tal como Santana Lopes, esteve presente na reunião de Stresa de 2004. Curiosamente, menos de um ano depois seria primeiro-ministro de Portugal, parecendo estar no cargo de pedra e cal. Malgré Cavaco Silva.

Nuno Morais Sarmento - Esteve presente na reunião de Bilderberg deste ano, tendo sido convidado por Pinto Balsemão, um facto que pode ter significado nos próximos tempos.


Comentário:

A lista continua incompleta, falta o Augusto Santos Silva, caceteiro do Ps, Rui Rio, Manuela Ferreira Leite e António Costa...

Professor Ramiro Marques:

O Clube Bilderberg tem sido acusado de ter uma agenda secreta com vista a forçar os sistemas educativos do Ocidente à estupidificação dos alunos oriundos dos meios mais desfavorecidos, de forma a criar as condições para uma mão-de-obra barata, ignorante e dócil. Não será isso que o Governo de Sócrates esta a fazer no nosso país?!

By:Mikie Wilde

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23:59 | 0 sdt2010

Bilderberg

Bilderberg
O Império do Mercado


Os alicerces do Império do Mercado foram lançados há cerca de 90 anos, no final da I Guerra Mundial. Desde então teceram-se os canais de uma rede de ligações perigosas, onde se estabelecem sinergias entre a actividade visível e as organizações secretas. A rede maturou entre as duas guerras mundiais e ganhou novo incremento após a II Guerra Mundial. As organizações multiplicaram-se e, em 1960, Friedrich von Hayek fixou o programa do neoliberalismo. Com a queda do muro de Berlim, em Novembro de 1989, e a posterior desagregação dos países de Leste, a globalização neo-liberal apropriou-se da tomada de decisão no mundo. Sob o manto das corporações transnacionais, nasceram instituições, fundações e organizações que produzem ideias, influência e quadros. A elite forma os herdeiros que lhes hão-de suceder nas empresas, no campo político, nos meios académicos e no campo dos media.
O grupo Bilderberg é uma sociedade secreta criada há 54 anos, em Oosterbeek, na Holanda. O presidente honorário do grupo é Etienne Davignon, ex-comissário europeu e vice-presidente da Suez-Tractebel, enquanto o representante português na comissão de direcção é, desde há 17 anos, Francisco Pinto Balsemão, conselheiro de Estado por escolha da Assembleia da República e presidente do grupo Impresa.
O Presidente da República, Jorge Sampaio, e os quatro últimos primeiros-ministros portugueses participaram nas conferências. António Guterres, Durão Barroso, Santana Lopes e José Sócrates foram convidados por Pinto Balsemão antes de terem ascendido à governação.
A participação de dirigentes políticos nas conferências secretas de Bilderberg suscitou interpelações no Parlamento Europeu, designadamente em 1998, 1999, 2003 e 2004, e na Câmara dos Comuns (Reino Unido) desde 1996.
Patrícia Makenna, deputada irlandesa ao Parlamento Europeu, questionou a Comissão Europeia sobre a participação de comissários europeus nos encontros desta sociedade secreta. A deputada estabeleceu a correlação entre as competências dos comissários e os temas da ordem de trabalhos dos encontros de Bilderberg. Desmontou também o argumento de que essa participação tinha natureza privada.
Embora insistisse que essa participação se fazia a título pessoal, Jacques Santer, que presidia à Comissão, reconheceu em 1999 que se os comissários «foram convidados a participar nessas reuniões, isso deve-se em grande parte à função que exercem». A Comissão Europeia de Jacques Santer demitiu-se colectivamente, nesse ano, na sequência do relatório do Comité de Peritos Independentes sobre as acusações relativas a fraude, má gestão e nepotismo.
No Parlamento Europeu e na Câmara dos Comuns, as interpelações visaram igualmente a contradição entre essas alegadas participações a título pessoal e a deslocação dos convidados em helicóptero ou viaturas de Estado. O deputado italiano ao Parlamento Europeu Mario Borghezio questionou também em 2004 se essas «filiações ocultas» não podiam criar «graves e insanáveis problemas de conflito de interesses entre as decisões da Comissão Europeia e os objectivos e as decisões secretas».
As respostas foram evasivas. Todavia, a incompatibilidade de papéis, a utilização de meios e recursos dos Estados para apoiar a realização dos encontros, a ocultação da participação dos políticos nesses conclaves e a proibição de acesso a jornalistas por parte das autoridades dos países anfitriões, que chegaram mesmo à detenção e incriminação de profissionais da comunicação social, constituem indícios de derrogação de princípios fundamentais da democracia.
Portugal foi palco de um dos encontros que envolveu, como sucede em todos os casos, um procedimento e um aparato que os precede. As unidades hoteleiras são desocupadas com antecedência e passadas a pente-fino, são estabelecidos vários perímetros de segurança. Apesar disso, a elite não dispensa os seus próprios guarda-costas. Na conferência de Sintra, na Quinta da Penha Longa, um helicóptero sobrevoava a serra.
Os convidados chegam em limusinas de vidros fumados e com escolta policial. Nalguns casos deslocam-se de helicóptero. São protegidos por agentes de serviços secretos como o MI6, CIA e Mossad, entre outros, e por forças policiais dos países anfitriões.
Chefes de Estado, chefes de governo, presidente e comissários europeus, chefes de corporações transnacionais, gestores, professores universitários, investigadores e jornalistas podem então falar entre si sem que qualquer deles viole o código de silêncio. Podem debater o devir do mundo, a recato de ouvidos e olhos indiscretos. Editores e patrões dos media, entre eles Francisco Pinto Balsemão e Juan Luís Cebrián, asseguram que nada será noticiado sobre o acontecimento, mas que, igualmente, tudo será difundido sobre a construção da realidade aí produzida.
O código de silêncio baseia-se numa regra estabelecida em 1927 pela Chatham House, organização oficialmente conhecida por The Royal Institute of International Affairs. Os participantes «são livres de usar a informação recebida, mas não a identidade nem a filiação dos oradores, nem o que qualquer outro participante possa ter revelado». Nos casos em que a regra não é suficientemente restritiva, pode ser evocado o «off the record», o que determina que a informação não pode ser usada.

ENCONTROS DE HOTEL

Os encontros em hotéis têm uma velha tradição. Após a I Guerra Mundial, em 1919, membros das delegações norte-americana e britânica à Conferência de Paz de Paris reuniram-se no Hotel Majestic, onde acordaram na constituição de um instituto anglo-americano de assuntos internacionais, por inspiração da organização secreta The Round Table.
Para evitar reacções negativas nos respectivos países, o ramo britânico chamou-se Royal Institute of International Affairs e o ramo norte-americano foi nomeado Council on Foreign Relations. Quem financiou a constituição das duas organizações foram os banqueiros, designadamente, J.P. Morgan e John D. Rockefeller.
Dinheiro dos Rockefeller financiaram também a difusão da teoria do economista austríaco Friedrich von Hayek, aquele que é considerado o pai do neoliberalismo. De acordo com o jornalista Denis Boneau, da Red Voltaire, a sua teoria do «Estado mínimo» converteu-se na ideologia de governantes e corporações.
Agraciado com o prémio Nobel da Economia em 1974, Hayek é um feroz crítico da «justiça social». Numa obra de 1960 (La Constitution de la liberté), expôs o seu programa: desregulamentar, privatizar, reduzir as acções contra o desemprego, eliminar os apoios sociais, reduzir os gastos com a segurança social e limitar o poder sindical.
No pós II Guerra Mundial, um outro Rockefeller, David, filho de John D. Rockefeller, foi um dos fundadores do grupo de Bilderberg. A sociedade secreta deve o seu nome ao hotel onde se realizou o primeiro encontro, de 29 a 31 de Maio de 1954. Os três restantes fundadores são Denis Healey, Joseph Retinger e o príncipe Bernhard da Holanda, pai da actual monarca.
O norte-americano David Rockfeller é um dos herdeiros da fortuna dos magnatas do petróleo e da banca. Em 1946 integrou o quadro do Chase National Bank, que subsequentemente se transformou em The Chase Manhattan Bank e que é hoje o J.P. Morgan Chase & Co. Exerceu cargos de direcção e a presidência do Council on Foreign Relations entre 1949 e 1985, fundou a Comissão Trilateral em 1973 e, além de fundador do grupo Bilderberg, é membro da sua comissão consultiva. Ocupa a 253ª posição na lista dos mais ricos do mundo, publicada em 2005 pela revista «Forbes».
Denis Healey nasceu em Yorkshire, na Inglaterra, estudou em Oxford, onde chegou a associar-se ao Partido Comunista, mas, à data da fundação de Bilderberg, tinha já participado na II Guerra Mundial, na unidade da Royal Engineers das forças armadas britânicas, no Norte de África, Sicília e Itália, e era membro do parlamento britânico, eleito pelo Partido Trabalhista. Entre 1964 e 1970 ocupou o cargo de ministro da Defesa.
Desempenhou entre 1974 e 1979 o cargo de Chancellor of the Exchequer, equiparável à função de ministro das Finanças ou secretário do Tesouro noutras estruturas governativas. Durante esse período recorreu a um empréstimo do Fundo Monetário Internacional e submeteu a economia britânica à supervisão desta organização internacional. Apoiou a ascensão de Tony Blair à liderança do Partido Trabalhista, mas posteriormente tornou-se um seu crítico.
Outro dos fundadores de Bilderberg, Joseph Retinger, era polaco de nascimento, mas estudou na Sorbonne, em Paris, antes de se mudar para Inglaterra, onde privou com o novelista Joseph Conrad. Foi consultor político do Presidente do México, Plutarco Elías Calles, e durante a II Guerra Mundial aconselhou o primeiro-ministro do governo polaco no exílio, general Sikorski. Tornou-se no pós-guerra um defensor da unificação europeia e ajudou a fundar o Movimento Europeu e o Conselho da Europa.
As origens do Movimento Europeu datam de Julho de 1947. Criada no ano seguinte, esta associação internacional de pressão e influência visava coordenar os esforços e iniciativas de outras associações e indivíduos com vista à construção de uma Europa unida. Contribuiu para a criação do Conselho da Europa em 1949.
Desde a sua fundação, o Movimento Europeu tem exercido influência em diferentes assuntos. Defendeu, designadamente, a eleição directa para o Parlamento Europeu, a instituição do Tratado da União Europeia (Maastricht) e uma Constituição Europeia que consagre o federalismo. O actual presidente do Movimento Europeu é José Maria Gil-Robles (antigo presidente do Parlamento Europeu). São presidentes honorários Enrique Baron Crespo (presidente do grupo parlamentar do grupo do Partido dos Socialistas Europeus), Georges Berthoin (antigo representante da Comissão da comunidade europeia para o Reino Unido), Maurice Faure (antigo ministro e membro do Conselho Constitucional de França), Valéry Giscard d’Estaing (presidente da Convenção para o Futuro da Europa), Mário Soares (antigo Presidente da República portuguesa e actual candidato) e Gaston Thorn (primeiro-ministro do Luxemburgo).
O quarto dos fundadores do grupo Bilderberg é o príncipe Bernhard da Holanda, falecido em 2004 com 93 anos. Desempenhou um papel chave na organização e ocupou a sua presidência durante 22 anos, desde o primeiro encontro em 1954 até ao conclave de 1976, o qual acabaria por ser suspenso devido ao escândalo em que esteve envolvido. O príncipe recebeu um suborno de um milhão de dólares do fabricante norte-americano de aviões, a Lockheed Corporation, para influenciar o governo holandês a comprar aviões de combate.
Alemão de nascimento, estudou direito em Lausanne e em Berlim. Nos anos 30, após a ascensão de Adolfo Hitler ao poder, Bernhard teve treino de piloto de combate e ingressou como oficial nas SS. Casou-se, posteriormente, com a princesa Juliana da Holanda e a sua relação com os nazis manteve-se até à invasão do país pelas tropas alemãs.
A família real holandesa partiu para o exílio e o príncipe Bernhard tornou-se piloto da força aérea britânica entre 1942 e 1944, mas nem por isso ganhou a confiança dos aliados. Em 1944 tornou-se comandante das forças armadas holandesas e nessa qualidade esteve presente nas negociações do armistício.
O escândalo Lockheed não foi caso único. As investigações então conduzidas revelaram outras acções, como seja o pagamento de mais de um milhão de dólares de suborno a Juan Peron em troca da compra à Holanda de um novo equipamento de caminho de ferro destinado à Argentina. Tinha relações de amizade e esteve também envolvido com Tibor Rosenbaum, húngaro de nascimento, sionista e agente da Mossad, que fundou na Suiça o Banque du Crédit International (BCI). O banco financiava as operações da Mossad e fazia lavagem de dinheiro do império do crime controlado por Meyer Lansky.
O príncipe Bernhard contratou também um exército de mercenários, na sua maioria britânicos, para combater o tráfico de marfim em reservas selvagens no continente africano. Todavia, essa organização participava no tráfico e estava ao serviço da manutenção do apartheid na África do Sul. Planearam assassinatos de dirigentes da ANC e treinaram os grupos da UNITA e da Renamo.
A sua longa presidência e a suspensão do encontro de 1976 comprovam o importante papel que desempenhava no grupo Bilderberg. Bernhard desempenhou mais de 300 cargos em conselhos de administração e comissões em todo o mundo e marcou a estratégia secreta e de negócios da organização.
O príncipe fundador deixou Bilderberg, mas entrou uma rainha, Beatriz da Holanda, sua filha e da rainha Juliana. No período de 1982 a 2005 e de acordo com a informação relativa a 18 encontros, a monarca só esteve ausente em três deles. A rainha da Holanda e da Casa de Orange é considerada a mulher mais rica do mundo.

CORPO SUPRA-NACIONAL

O grupo considera-se uma entidade supra-governamental e supra-nacional, parte de um conjunto mais vasto de organizações que pretendem governar o mundo. O biógrafo norte-americano Alden Hatch escreveu a biografia de Bernhard. Nessa obra de 1962 e de acesso restrito, o fundador de Bilderberg exprime a opinião de que «é difícil reeducar o povo, que foi criado no nacionalismo, para a ideia de renúncia de uma parte da sua soberania para um corpo supra-nacional».
Mas essa dificuldade não impediu a sua acção. A ideia da criação do grupo partiu de Joseph Retinger que a propôs a Bernhard em 1952. Retinger contactou o presidente dos Estados Unidos da América (EUA), Harry Truman, cuja administração abraçou desde logo a ideia, e Bernhard envolveu líderes da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO) numa discussão aberta sobre assuntos internacionais, que decorreu à porta fechada. O primeiro secretário-geral da NATO foi o britânico Lord Ismay, empossado em 1952. Teve como vice-secretários-gerais dois holandeses, Jonkheer van Vredenburch (1952-1956) e Baron Adolph Bentinck (1956-1958).
Apesar da anuência de Truman, os contactos só foram formalizados com Dwight D. Eisenhouwer, que assumiu a presidência dos EUA em 1953. Este foi comandante supremo das forças que invadiram a França e, no pós-guerra, comandou as novas forças da NATO. A delegação norte-americana, homóloga da de Retinger e Bernhard, teve como actores chave o general Walter Bedell Smitih, Charles Douglas Jackson e David Rockefeller.
O primeiro participou na rendição formal do exército alemão em Maio de 1945, em Rheims, na França, foi posteriormente embaixador dos EUA em Moscovo, director da CIA (1950-1953) e sub-secretário de Estado da administração de Eisenhower, sobre as ordens de quem já tinha servido durante a guerra (1942-1945). O segundo foi durante a II Guerra Mundial especialista em guerra psicológica. Domínio em que continuou a trabalhar na presidência de Truman. Em 1953 e 1954 foi assessor especial de Eisenhower nas áreas de assuntos internacionais, planeamento da guerra-fria e guerra psicológica.
Bilderberg surge, pois, sob os auspícios dos militares, dos homens de negócios, de agências de espionagem e do poder político. É na sua origem um instrumento da guerra-fria que visa a unificação da Europa (incluindo a reunificação das alemanhas), a concertação de posições entre as elites deste continente e do americano, e a governação do mundo. A evolução da organização acentuou o domínio do capital financeiro e a sua influência através dos meios de comunicação social, dos meios académicos e de institutos e fundações.
De acordo com autores como David Icke e Paul Vigay (Reino Unido), que investigaram esta teia de relações de influência na perspectiva da teoria da conspiração, Bilderberg faz parte de um conjunto de organizações que pretendem governar o mundo. A sua origem é The Round Table, que foi fundada no final do século XIX por Cecil Rhodes. O seu enriquecimento proveio das minas de diamantes e ouro da África do Sul, onde Lord Rothschild, que detinha através da companhia De Beers o monopólio dos diamantes, lhe prestou apoio financeiro.
Essa associação foi criada em conjunto com um grupo de homens de Cambridge, também um feudo da família Rothschild. Após a morte de Cecil Rhodes no início do século XX, Lord Alfred Milner sucedeu-lhe no governo do império financeiro e na liderança do grupo e passou a editar a «Round Table Review». O grupo tinha dois ramos, um britânico e outro norte-americano, e, a partir dos anos 20, começou a germinar um núcleo que viria a ser apelidado Cliveden Set.
De acordo com o historiador norte-americano John Taylor, foi o jornalista britânico Claud Cockburn, fundador e editor do semanário «The Week», que cunhou o apelido ao denunciar em 1937 a simpatia pró-nazi do grupo, que preconizava um entendimento com a Alemanha de Hitler. Este núcleo teve como proeminentes membros Geoffrey Dawson, editor do «Times» de Londres, Lord Lothian e Lord Halifax.
Além do Council on Foreign Relations, do Royal Institute of International Afairs e do grupo Bilderberg, foram ainda criados The American Association for the United Nations (em 1943 e que deu origem à The United Nations Association), Clube de Roma (1968) e Comissão Trilateral (1973). A The American Association for the United Nations foi constituída por um grupo de proeminentes cidadãos norte-americanos, a que mais tarde aderiu Eleanor Roosevelt, mulher do presidente dos EUA.
Esta associação defendeu na sua origem a criação da organização das Nações Unidos. Ao fundir-se em 1964 com um grupo de 138 organizações nacionais, nasceu a The United Nations Association. Em 1999, o Business Council for the United Nations (um grupo de homens de negócios e magnatas das maiores empresas norte-americanas criado em 1958) juntou-se também à The United Nations Association, que hoje conta com 20 mil membros.
Desenvolve estudos em que envolve académicos e governos de muitas partes do mundo, estabelece a agenda de prioridades da política internacional e cria oportunidades de negócios. Faz parte da World Federation on United Nations Associations, um rede de associações congéneres criada em 1946 e presente em todos os continentes.
O Clube de Roma é uma organização que apoia uma equipa multidisciplinar de teóricos e intelectuais cuja função é produzir análises ou recomendações políticas. Foi criada em 1968 e, recentemente, em 2001, criou um núcleo destinado a jovens de 30 anos, o tt30. O Clube de Roma é presidido pelo príncipe da Jordânia, El Hassan bin Talal. Entre os membros activos conta-se uma portuguesa, a empresária portuense Estela de Magalhães Barbot, e personalidades e homens de negócios como Fernando Henrique Cardoso, Juan Luis Cebrián e José Sarney.
Entre os membros honorários contam-se Mário Soares, a rainha Beatriz da Holanda, Raymond Barre, Jacques Delors, Mikhail Gorbachev, Vaclav Havel, rei Juan Carlos de Espanha, rainha Sofia de Espanha e príncipe Filipe da Bélgica, entre outros.
A Comissão Trilateral, a última destas organizações, deve o seu nome à sua constituição regional tripartida. É constituída por um grupo europeu de 21 países e 150 membros, por um grupo americano de três países e 110 membros e um grupo asiático de 12 países e 117 membros. As maiores representações nacionais são as dos EUA (85 membros) e do Japão (75 membros). O grupo português da Trilateral foi criado em 1980 e tem direito a uma quota de cinco membros.
Peter Sutherland preside à estrutura da Europa, Thomas Foley à da América do Norte e Yotaro Kobayashi à da Ásia Pacífico. Jorge Braga da Macedo faz parte da comissão executiva da Trilateral e preside, conjuntamente com Francisco Pinto Balsemão, ao Fórum Portugal Global (FPG), uma associação de empresas portuguesas cuja missão é promover a participação portuguesa na Comissão Trilateral.
Jorge Braga de Macedo integra a comissão de honra da candidatura de Cavaco Silva à presidência da República e faz parte do Compromisso Portugal. É professor da Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa, presidente do Instituto de Investigação Científica Tropical e foi ministro das Finanças de Cavaco Silva. Mais dois membros da Trilateral (Diogo Vaz Guedes e Estela Barbot) e outros dois do FPG (António Carrapatoso e António Gomes de Pinho) fazem parte da candidatura de Cavaco Silva.

O TABULEIRO DE BILDERBERG

O tabuleiro de Bilderberg é o campo de acção dos poderosos do mundo. Tal como no xadrez, há uma carga simbólica que é intrínseca ao conjunto das peças. Reis, governantes, poder económico, poder militar, poder simbólico, cavaleiros e peões, todos estão aí representados. Embora a guerra não seja travada naquele tabuleiro, também aí se desenrolam jogos de poder e de interesse. E, como noutras instâncias, a representação norte-americana tem um domínio preponderante.
A estrutura de Bilderberg é constituída por uma comissão consultiva de quatro membros (David Rockefeller – EUA, Eric Roll of Ipsden – Reino Unido, Giovanni Agnelli – Itália e Otto Wolff von Amerongen – Alemanha) e por uma comissão de direcção de 31 membros, presidida por Etienne Davignon (Bélgica) e que tem como secretário-geral J. Martin Taylor (Reino Unido). Cerca de 120 pessoas participam em cada conferência. Convidada pelo membro da direcção do respectivo país, cada delegação nacional deve assegurar um equilíbrio tripartido entre empresários, políticos e intelectuais.
Do conjunto das 53 conferências realizadas entre 1954 e 2005, há dados e listas de participantes relativamente a 18 encontros. Reportam-se aos conclaves realizados desde 1982, com excepção dos anos de 1983 a 1987 e 1990. Nesses 18 encontros participaram 902 pessoas, o que se traduz em 1.987 presenças, atendendo a que 305 dos conferencistas participaram em mais do que um dos conclaves.
Das 902 pessoas, 54 pertenciam a instituições internacionais e os restantes participaram em delegações de 35 países. A delegação norte-americana nestes 18 encontros foi constituída por 218 pessoas (25,7% do total) com 501 presenças (27,7%). O segundo país com maior número de pessoas é o Reino Unido. Participaram 65 pessoas (7,7%) com 133 presenças (7,4%).
Há outros 16 países cujo número de participantes é igual ou superior a 14 pessoas. Os primeiros 18 países asseguraram em 18 anos 95,2 por cento dos conferencistas. De acordo com a listagem de pessoas e por ordem decrescente, o terceiro país é o Canadá (6,6%), seguido pelos restantes 15: Alemanha (6,5%), França (6,1%), Itália (4,6%), Portugal (4,4%), Holanda (4,3%), Turquia (3,8%), Finlândia (3,7%), Áustria (3,5%), Grécia (3,5%), Suécia (3,4%), Noruega (2,8%), Suiça (2,6%), Espanha (2,2%), Bélgica (2,1%) e Dinamarca (1,7%).
David Rockefeller, Henry Kissinger, Vernon E. Jordan, Jr e Victor Halberstadt participaram em todos os 18 encontros. Os três primeiros são norte-americanos, membros do Council on Foreign Reletions e da elite empresarial. O quarto é holandês, professor de economia e ex-secretário-geral do grupo Bilderberg.
Com 17 participações surgem Etienne Davignon (Bélgica) e Francisco Pinto Balsemão, com 16 presenças Marie-Josée Kravis (Canadá) e Thierry de Montbrial (França) e com 15 a rainha Beatriz (Holanda), Eric Roll of Ipsden (Reino Unido) e James D. Wolfensohn (EUA). São ao todo 45 os conferencistas que participaram em mais de nove encontros, entre os quais avulta a elite capitalista, membros da Comissão europeia, governantes, dois presidentes do Banco Mundial, um do Banco Central Europeu, um secretário-geral da NATO, diversos professores e vários jornalistas.
De acordo com um levantamento incompleto, nas conferências de Bilderberg participaram, designadamente, nove chefes de Estado, 27 chefes de governo, 97 governantes, 42 deputados de parlamentos nacionais e do Parlamento Europeu, 15 senadores, 20 conselheiros políticos, 24 dirigentes de partidos, sete sindicalistas, 103 jornalistas, 50 professores universitários, 244 magnatas, 47 banqueiros, 20 gestores de bancos nacionais, quatro do Banco Mundial e três do Banco Central Europeu.
A Comissão Europeia tem uma representação qualificada em Bilderberg. Os seus três últimos presidentes foram conferencistas. Além de Jacques Santer, que presidiu à Comissão entre 1995 e 1999, também o vice-presidente Léon Brittan e os comissários Karel Van Miert, Mário Monti e Erkki Liikanen estiveram em Bilderberg.
Estes dois últimos integraram a Comissão presidida por Romano Prodi, ele também um conferencista de Bilderberg. Na sua presidência, entre 1999 e 2004, outros nove comissários participaram nos encontros: Loyola de Palácio, Frits Bolkestein, Gunter Verheugen, Pascal Lamy, David Byrne, António Vitorino, Anna Diamantopoulou, Pedro Solbes e Joaquin Almunia.
Na Comissão de Durão Barroso, têm lugar cinco conferencistas de Bilderberg. Além do presidente e de dois comissários de Prodi que herdou (Verheugen e Almunia), também Neelie Kroes e Peter Mandelson participaram nos encontros do grupo. Apenas um presidente do Parlamento Europeu, Pat Cox, que exerceu o mandato entre 2002 e 2004, participou no conclave.
Pelo contrário, os secretários-gerais da NATO estão em permanência ao serviço de Bilderberg. Pelo menos nove dos 11 titulares da organização foram nomeados para o cargo após passarem pelos encontros: Dirk U. Stikker (mandato de 1961 a 1964), Manlio Brosio (1964-1971), Joseph Luns (1971-1984), Lord Carrington (1984-1988), Manfred Wörner (1988-1994), Willy Claes (1994-1995), Javier Solana (1995-1999), Lord Robertson (1999-2003) e Jaap de Hoop Scheffer (desde 2004).
Também Bill Clinton e Angela Merkel foram introduzidos em Bilderberg antes de ascenderem à presidência dos EUA e à chancelaria da Alemanha. Não são casos únicos, mas uma prática corrente. Clinton esteve presente em Baden-Baden, na Alemanha, em 1991, e a nova chanceler alemã em Rottach-Egern, também na Alemanha, no corrente ano.
O grupo não se limita a seleccionar os governantes, a abrir-lhes a porta do poder ou a indicar-lhes a saída. Controla os negócios, manipula as finanças mundiais e determina a evolução da economia. Estabelece a agenda que garante a reprodução do seu poder e o enriquecimento dos seus membros. A moeda europeia, o Tratado de Nice ou a Constituição europeia foram temas discutidos em Bilderberg antes do seu debate na União Europeia.
Em 1993, por exemplo, a conferência procedeu à abordagem sobre o tipo de Europa com a qual os Estados Unidos deviam lidar, bem como o custo da indiferença face à ex-União Soviética. No ano seguinte, analisaram a redefinição das relações atlânticas num tempo de mudança e o comércio mundial. Encetaram desde então um debate anual sobre o fundamentalismo islâmico.
O futuro da NATO, o exército norte-americano, o modelo social europeu, o alargamento da União Europeia, as relações com a China, a globalização e a governação corporativa, o terrorismo e a guerra no Iraque estiveram na agenda de diversas conferências. Na conferência realizada em Maio deste ano, a discussão incidiu sobre o Irão, o Iraque e o Médio Oriente em geral, sobre a China, a Rússia, as relação EUA-Europa e sobre o estado da economia mundial.
Em Bilderberg, os poderosos do mundo ensaiam as jogadas do xadrez global. Refinam a sua arte de guerra, fazem avançar os cavalos e as torres. Alinham todas as suas forças para policiar o mundo e multiplicar os seus lucros.

ORLANDO CÉSAR

Fontes do dossier Bilderberg:
Biografias e/ou currículos de todos os citados; história, missões e objectivos das organizações citadas; sítios na Internet de instituições, organizações internacionais, como a NATO e CIA, administrações e governos nacionais e instâncias internacionais como a União Europeia; sítios na Internet com artigos e bibliografia sobre Bilderberg; sítios na Internet com informação sobre a lista de conferencistas, designadamente, o Bilderberg.org, criado e mantido por Tony Gosling, e a Wikipedia, the free encyclopedia online.

in revista «Função Pública», da Federação Nacional dos Sindicatos da Função Pública, nº 3, Dezembro de 2005

in http://www.noticiasdaamadora.com.pt/nad/artigo.php?aid=7732
23:43 | 0 sdt2010

Hitler era um Rothschild?

«A história oficial é meramente um véu para esconder a verdade do que realmente aconteceu. Quando o véu é levantado, repetidamente nós vemos que não apenas a versão oficial não é verdadeira, freqüentemente ela é 100% errada.


Pegue os Rothschilds, a linhagem anteriormente conhecida, entre outros nomes, como os Bauers, uma das mais notórias linhagens ocultas da Alemanha da Idade Média. Ela ficou conhecida como Rothschild (escudo-vermelho or rotes-schild em alemão) no século 18 quando uma dinastia financeira foi fundada em Frankfurt por Mayer Amschel Rothschild trabalhando conjuntamente com a Illuminati House of Hesse e outros. Eles pegaram seu nome do escudo vermelho ou hexagrama/Estrela de Davi em frente à casa deles em Frankfurt. A Estrela de Davi ou Selo de Salomão é um símbolo esotérico e apenas se tornou associada aos judeus após os Rothschilds adotarem-na para si. Ela não tem absolutamente nenhuma conexão com "Davi" ou "Salomão", como as fontes históricas judaicas confirmam. Os Rothschilds são uma das principais linhagens Illuminati no planeta e eles são reptilianos que mudam de forma (veja O Maior Segredo - The Biggest Secret, 1998).

Guy de Rothschild, da Casa Francesa, é quem encabeça essa dinastia atualmente. Ele é um dos mais grotescos expoentes do controle da mente baseado em trauma, certamente o principal segundo muitos dos que têm sofrido impiedosamente sob sua tortura. Eu sempre reluto em usar a palavra mal, mas se mal é o reverso de vida, então Guy de Rothschild é totalmente mau. Ele representa o contrário de vida. Ele tem sido pessoalmente responsável pela tortura e morte de milhões de crianças e adultos, ou diretamente ou por intermédio daqueles que ele controla. Ele conduz rituais satânicos, como todas essas linhagens sempre fizeram, e só Deus sabe em quantos sacrifícios humanos ele está envolvido.

Se o que eu estou dizendo está errado, Guy de Rothschild, então leve-me para o tribunal e vamos analisar as evidências. Você é um multi-bilionário e você controla os tribunais e a mídia. Eu não tenho quase nada. Eu devo, portanto, ser fácil de ser batido. Então venha, Sr. Rothschild. Vamos levar essas alegações para a arena pública e ter você e eu no banco de testemunhas. Faça meu dia valer a pena.


Eu já posso ouvir os clamores se juntando para me condenar como "anti-semita" porque os Rothschilds alegam serem "Judeus". Organizações como a Liga Anti-Difamação e a B'nai B'rith já fizeram extenuantes esforços para me rotular dessa maneira por expor os Rothschilds e para me impedir de falar em público (mais detalhes em outros artigos deste website). É engraçado então que ambas as organizações foram criadas por, e continuam a ser financiadas pelos Rothschilds. Apenas uma coincidência, nada para se preocupar... B'nai B'rith significa, apropriadamente, "Filhos da Aliança" e foi estabelecida pelos Rothschilds em 1843 como um braço da inteligência para difamar e destruir pesquisadores legítimos com o rótulo "anti-semita". Muitos de seus oradores apoiaram abertamente a escravidão durante a Guerra Civil Americana e hoje eles procuram condenar alguns líderes negros como "anti-semitas" ou "racistas"! Todo ano, a Liga Anti-Difamação concede o prêmio "Tocha da Liberdade" (o clássico símbolo Illuminati) à pessoa que eles acreditam ter servido mais à sua causa. Um ano eles o deram a Morris Dalitz, um íntimo do notório sindicato do crime de Meyer Lansky que aterrorizou a América. Perfeita escolha.


Naturalmente, a força do sentimento que alimenta as chamas de condenação contra qualquer um chamado "anti-semita" hoje é a repugnante perseguição ao povo judeu pelos nazistas de Adolf Hitler. Expor ou questionar as ações dos Rothschilds ou de qualquer outra pessoa ou organização Judaica é pedir para ser chamado de "nazista" e "anti-semita", aquele rótulo abrangente que desacreditou muitos pesquisadores e negou-lhes a oportunidade de falar em público devido a protestos de robôs radicais não pensantes e à recusa dos palcos de hospedar seus encontros e palestras. Eu tenho passado por isso de tempos em tempos, principalmente no leste do Canadá graças à campanha do B'nai B'rith e da Liga Anti-Difamação (que passa o tempo todo tentando difamar pessoas). Ambas as organizações, eu repito, foram criadas e são controladas pelos Rothschilds.


Que estranho então que, como eu tenho documentado em "E A Verdade Vos Libertará" e "O Maior Segredo", junto com inúmeros outros pesquisadores e eruditos, Adolf Hitler e os Nazistas foram criados e financiados pelos... Rothschilds. Foram eles que arranjaram para que Hitler chegasse ao poder através das sociedades secretas Illuminati na Alemanha, como a Sociedade Thule e a Sociedade Vril, que eles criaram através de suas redes alemãs; foram os Rothschilds que financiaram Hitler através do Banco da Inglaterra e de outras fontes britânicas e americanas como o banco Kuhn, Loeb, que também financiou a Revolução Russa.


O verdadeiro coração da máquina de guerra de Hitler era a gigante química, I.G. Farben, que tinha um braço americano que era controlado pelos Rothschilds através de seus lacaios, os Warburgs. Paul Warburg, que manipulou à existência o privadamente-controlado "banco central" da América, o Federal Reserve, em 1913, estava na direção da I.G americana. De fato, a I.G. Farben de Hitler, que controlava o campo de trabalho escravo em Auchwitz, era, na realidade, uma divisão da Standard Oil, oficialmente pertencente aos Rockefellers, mas na verdade o império Rockefeller foi trazido à existência pelos... Rothschilds. Veja "E A Verdade Vos Libertará" e "O Maior Segredo", para o pano de fundo detalhado desse e de outros aspectos dessa história. Os Rothschilds também possuíam as agências de notícias alemãs durante ambas as Guerras Mundiais e portanto controlavam o fluxo de "informação" para os alemães e o mundo externo. Incidentalmente, quanto as tropas Aliadas entraram na Alemanha, ele descobriram que as fábricas da I.G. Farben, o verdadeiro núcleo da operação de guerra de Hitler, não tinham sido atingidas por bombardeios em massa, bem como as fábricas da Ford - outra empresa Illuminati que apoiava Hitler. Outras fábricas nas proximidades tinham sido demolidas por ataques de bombas.


Então a força por trás de Adolf Hitler, no interesse da Illuminati, era a Casa de Rothschild, essa linhagem "Judaica" que diz apoiar e proteger a fé e o povo judeu. De fato eles doentiamente usam e abusam do povo judeu para os seus próprios fins horríveis. Os Rothschilds, como os Illuminati em geral, tratam a massa do povo judeu com profundo desprezo. Eles são, como o resto da população global, apenas gado a ser usado para avançar a agenda de controle global pela rede de linhagens híbridas, impregnadas com um código reptiliano, e conhecida pelos pesquisadores como a Illuminati.


De fato, os Illuminati são tão profundamente obcecados por linhagem, devido a esse código genético reptiliano, que não havia nenhuma possibilidade de que alguém como Hitler chegasse ao poder naquelas circunstâncias vitais para a Illuminati, exceto se ele fosse da linhagem reptiliana. Se você pesquisar em outras páginas deste website verá como a mesma linhagem genética tem mantido as posições de poder real, aristocrático, financeiro, político, militar e da mídia no mundo por literalmente milhares de anos. Essa é a linhagem que produziu TODOS os 42 Presidentes dos Estados Unidos, desde e incluindo George Washington em 1789. É a linhagem do favorito disparado para a eleição de 2000, George W. Bush. Os líderes da Segunda Guerra Mundial, Roosevelt, Churchill e Stalin, eram da linhagem, bem como eram Maçons e Satanistas. Eles foram manipulados para dentro do governo e os esforços de guerra de seus respectivos países foram financiados pelos Rothschilds e as outras linhagens Illuminati.


Devemos acreditar, portanto, que embora este mesmo grupo provavelmente tenha financiado a subida ao poder de Adolf Hitler bem como a sua máquina de guerra, que ele foi um líder de importância crucial para a agenda que NÃO era da linhagem?


Mas espere. Hitler não podia ser da mesma linhagem de, digamos, os Rothschilds porque, como todos nós sabemos, os Rothschilds são defensores do povo judeu e Hitler os chacinou, junto com comunistas, ciganos e outros que se opuseram a ele ou que ele gostaria de eliminar. Os Rothschilds são judeus, eles nunca fariam isso.


Oh realmente.


De acordo com um livro de um psicanalista, Walter Langer, chamado a Mente de Hitler, não apenas Hitler foi apoiado pelos Rothschilds, ele ERA um Rothschild. Esta revelação cai como uma luva com as ações dos Rothschilds e outras linhagens Illuminati na Alemanha que trouxeram Hitler à frente como ditador daquela nação. Ele também era apoiado pela Família Real Britânica, a Casa de Windsor (na verdade a Casa Alemã de Saxe-Coburg-Gotha), e essas incluíam o "herói de guerra" real britânico Lorde Mountbatten, um Rothschild e um Satanista. Seus parentes reais na Alemanha, que você nunca pensaria que normalmente apoiariam um aparente homem da rua como Hitler, estavam entre seus apoiadores mais entusiasmados. Mas, naturalmente, eles sabiam quem ele realmente era. Quando você faz qualquer estudo sobre a obsessão dos Illuminati com linhagem genética, você logo vê que não há possibilidade nenhuma de Hitler não ser um deles.


Langer escreve:


"O pai de Adolf, Alois Hitler, era o filho ilegítimo de Maria Anna Schicklgruber. Era geralmente suposto que o pai de Alois Hitler (Schicklgruber) era Johann Georg Hiedler. Há algumas pessoas que duvidam seriamente que Johann Georg Hiedler era o pai de Alois... (um documento austríaco foi) preparado que provava que Maria Anna Schicklgruber estava vivendo em Vienna na época em que ela concebeu. Nesse tempo ela estava empregada como criada na casa do Barão Rothschild. Logo que a família descobriu sua gravidez ela foi mandada de volta para casa... onde Alois nasceu."


A informação de Langer partiu do oficial de alto escalão da Gestapo, Hansjurgen Koehler, publicado em 1940, sob o título "Inside the Gestapo" (Dentro da Gestapo). Ele escreve sobre as investigações sobre as origens de Hitler feitas pelo Chanceler Austríaco, Dolfuss, nos arquivos da família de Hitler.


Koehler realmente viu uma cópia dos documentos de Dolfuss que foram dados a ele por Heydrich, o soberano do Serviço Secreto Nazista. O arquivo, ele escreveu, "causou um estrago que nenhum arquivo no mundo tinha causado antes" (Inside the Gestapo, p 143). Ele também revelou que:
"...O segundo maço no arquivo azul continha os documentos coletados por Dolfuss. O Chan cr Austríaco de pequena estatura mas de grande coração, deveria saber por tal ficha pessoal que ele poderia ser capaz de checar Hitler... Sua tarefa não era difícil; como governante da Áustria ele poderia facilmente descobrir os dados pessoais e da família de Adolf Hitler, que havia nascido em solo austríaco... Através das certidões de nascimento originais, registros da polícia, protocolos, etc, tudo contido no arquivo original, o Chanceler Austríaco teve sucesso em juntar as partes do quebra-cabeças, criando uma entidade mais ou menos lógica...

Uma pequena garota servente... (avó de Hitler)... veio para Viena e tornou-se uma empregada doméstica, trabalhando na maior parte para famílias muito ricas. Mas ela não teve sorte; tendo sido seduzida, ela estava a ponto de dar a luz. Ela voltou para casa em seu vilarejo para seu confinamento... Onde estava a pequena criada servindo em Viena? Esse não era um problema muito difícil de solucionar. Viena havia instituído muito cedo o sistema de registro policial compulsório. Ambos empregados e empregadores eram expostos a multas pesadas se eles negligenciassem essa obrigação. O Chanceler Dolfuss conseguiu descobrir o cartão de registro. A pequena, inocente servente tinha sido uma criada na... mansão Rothschild. ... e o avô desconhecido de Hitler deveria provavelmente ser procurado naquela magnífica casa. O arquivo de Dolfuss parou nessa afirmação."

Teria algo a ver a determinação de Hitler em conquistar a Áustria com seu desejo de destruir registros de sua linhagem?


Um correspondente que tem pesquisado esse assunto extensivamente escreve:


"Me parece que Hitler sabia sobre sua conexão antes de se tornar chanceler. Como seu pai antes dele, quando as coisas ficaram difíceis, os Hitlers foram para Viena. O pai de Hitler deixou seu vilarejo natal ainda bem jovem para buscar sua fortuna em Viena. Quando Hitler ficou órfão, depois que sua mãe morreu em dezembro de 1907, ele partiu para Viena não muito tempo após o funeral. Lá ele pareceu desaparecer de vista por 10 meses! O que aconteceu durante esta estadia de dez meses em Viena é um completo mistério no qual a história não traz luz. Faz sentido, agora que se estabeleceu que Hitler era um Rothschild, que ele e os seus primos estivessem se familiarizando, e o seu potencial para futuros empreendimentos da família estivesse sendo medido".


Os Rothschilds e os Illuminati produzem muitos filhos fora do casamento em seus programas secretos de procriação e essas crianças são criadas sob outros nomes com outros pais. Como Bill Clinton, que é quase certamente um Rockefeller produzido do mesmo jeito, esses "garotos comuns de origem comum" tornam-se extraordinariamente bem sucedidos no seu campo escolhido. Hitler, também, teria produzido crianças não oficiais para manter sua parte da linha sanguínea e obviamente existirão pessoas com essa linhagem vivas hoje em dia.


Então qual Rothschild era o avô de Hitler? Meus agradecimentos a um correspondente do site pela informação adicional e atualizada a esse artigo, um homem que pesquisou essa história em detalhes. Alois, pai de Hitler, nasceu em 1837 no período quando Salomon Mayer era o único Rothschild que vivia na mansão de Viena. Nem mesmo sua esposa vivia ali porque o casamento deles ia tão mal que ela permanecia em Frankfurt. O filho deles, Anselm Salomon, passou a maior parte de sua vida de trabalho em Paris e Frankfurt longe de Viena e do seu pai.

Salomon Mayer pai, vivendo sozinho na mansão de Viena onde a avó de Hitler trabalhou, é o primeiro e mais óbvio candidato. E Hermann von Goldschmidt, o filho do escriturário de Salomon Mayer, escreveu um livro, publicado em 1917, que dizia sobre Salomon:


"...por volta de 1840 ele tinha desenvolvido um entusiasmo irrefreável por meninas jovens..."


e


"Ele tinha uma paixão luxuriosa por meninas muito jovens, e suas aventuras com elas tinham que ser acobertadas pela polícia."


E a avó de Hitler, uma jovem trabalhando sob o mesmo teto não teria sido o objeto de desejo de Salomon? E essa mesma garota ficou grávida enquanto trabalhou lá? E seu neto se tornaria chanceler da Alemanha, financiado pelos Rothschilds, e ele começaria a Segunda Guerra Mundial que era tão vital para a agenda dos Rothschild-Illuminati? E os Illuminati são obcecados em colocar suas linhagens no poder em todos os "lados" de um conflito? E os Rothschilds são uma de suas linhagens chave? E tudo isso é apenas coincidência?

HITLER ERA UM ROTHSCHILD!!

A Segunda Guerra Mundial foi incrivelmente produtiva para a agenda de controle global da Illuminati. Ela levou a uma explosão de instituições globalmente centralizadas, como as Nações Unidas e a Comunidade Européia, agora União Européia, e muitas outras nas finanças, nos negócios e na área militar. Precisamente o que eles queriam. Isso também deixou países sob um enorme fardo com as dívidas dos empréstimos feitos para todos os lados pelos... Rothschilds e os Illuminati.


Os Rothschilds tinham há muito tempo um plano de criar um feudo pessoal para eles mesmos e para os Illuminati na Palestina e esse plano envolvia manipular o povo judeu a estabelecer a área como sua "terra natal." Charles Taze Russell, da linhagem Russell Illuminati-reptiliana, foi o homem que fundou a Sociedade Watchtower, mais conhecida como as Testemunhas de Jeová. Ele foi um Satanista, um pedófilo segundo sua esposa, e mais do que certamente um Illuminati. Sua nova "religião" (culto de controle da mente) foi financiado pelos Rothschilds e ele era amigo deles, bem como os fundadores dos Mórmons que eram também financiados pelos Rothschilds por intermédio de Kuhn, Loeb, and Co. Russell e os fundadores dos Mórmons eram todos Maçons. Em 1880, Charles Taze Russell, este amigo dos Rothschilds, previu que os judeus iriam retornar à sua terra natal. Essa provavelmente foi a única previsão de Russell que se realizou. Por que? Porque ele sabia que esse era o plano. Ele escreveu aos Rothschilds louvando seus esforços em estabelecer uma terra natal dos judeus na Palestina.


Então, em 1917, veio a famosa Declaração Balfour, quando o Ministro Britânico de Assuntos Estrangeiros, Lorde Balfour, declarou em nome do seu governo que eles apoiavam a criação de uma terra natal dos judeus na Palestina. Agora quando você ouve essa frase, a Declaração Balfour, você tem a impressão de que ela era uma espécie de nota dirigida ao público. Mas não era.


A Declaração Balfour foi uma carta de Lorde Balfour para... Lorde Lionel Walter Rothschild. Pesquisadores dizem que a carta foi de fato ESCRITA por Lorde Rothschild e seu empregado, o banqueiro, Alfred Milner. Agora veja isso. Uma das mais importantes sociedades secretas do século XX é chamada a Mesa Redonda (Round Table). Ela é baseada na Inglaterra com sub-sedes no mundo todo. É a Mesa Redonda que no final das contas orquestra a rede do Grupo Bilderberg, O Conselho de Relações Exteriores, A Comissão Trilateral e O Instituto Real para Assuntos Internacionais. Veja meus livros para mais detalhes. Que fascinante então, que Lorde Balfour era um membro do círculo interno da Mesa Redonda, Alfred Milner era o líder oficial da Mesa Redonda quando da morte de Cecil Rhodes, e a Mesa Redonda era financiada por... Lorde Lionel Walter Rothschild. Essas eram as três pessoas envolvidas na Declaração Balfour de 1917.


Dois anos depois, em 1919, veio a Conferência de Paz de Versalhes perto de Paris, quando a elite da Mesa Redonda da Inglaterra e dos Estados Unidos, pessoas como Alfred Milner, Edward Mandel House e Bernard Baruch, foram designadas para representar seus países nas reuniões que decidiram como o mundo seria mudado como resultado da guerra que essas mesmas pessoas haviam criado. Eles decidiram impor à Alemanha pagamentos de indenizações de guerra impossíveis, assegurando então o colapso da República Weimar pós-guerra em meio ao inacreditável colapso econômico que levou o Rothschild, Hitler, ao poder. Foi enquanto estavam em Paris que esses Illuminati membros da Mesa Redonda se reuniram no Hotel Majestic para iniciar o processo de criação da rede Bilderberg-CRE-IRAI-Comissão Trilateral. Eles também decidiram em Versalhes que eles então apoiariam a criação de uma pátria para os judeus na Palestina. Como eu mostro em meus livros, CADA UM DELES ou era da linhagem Rothschild ou era controlado por eles.


O Presidente Americano, Woodrow Wilson, foi "aconselhado" em Versalhes pelo Coronel House e Bernard Baruch, ambos clones Rothschild e líderes da Mesa Redonda nos Estados Unidos; O Primeiro Ministro Britânico, Lloyd George, foi " aconselhado" por Alfred Milner, empregado de Rothschild e líder da Mesa Redonda, e Sir Phillip Sassoon, um descendente direto de Mayer Amschel Rothschild, o fundador da dinastia; o líder francês, Georges Clemenceau, foi "aconselhado" por seu Ministro do Interior, Georges Mandel, cujo nome real era Jeroboam Rothschild.

Quem você acha que estava fazendo as decisões aqui??

Mas isso foi bem mais longe. Na delegação americana também estavam os irmãos Dulles, John Foster Dulles, que se tornaria Secretário de Estado dos EUA, e Allen Dulles, que se tornaria o primeiro cabeça da nova CIA após a Segunda Guerra Mundial. Os irmãos Dulles eram da linhagem genética, tornar-se-iam mais tarde apoiadores de Hitler, e eram empregados pelos Rothschilds na Kuhn, Loeb, and Co. Eles também estavam envolvidos no assassinato de John F. Kennedy e Allen Dulles iria servir na Commissão Warren que investigou o assassinato. A delegação americana em Versalhes também foi representedada por Paul Warburg, controlado pelos Rothschild, do Kuhn, Loeb e da filial americana da I.G. Farben, enquanto a delegação alemã incluía seu irmão, Max Warburg, que tornar-se-ia banqueiro de Hitler!! O anfitrião deles na França durante a conferência de "paz" foi o... Barão Edmond de Rothschild, a principal força da época pressionando para a criação de uma pátria judaica em Israel. Veja meus livros para mais detalhes.


Os Rothschilds sempre foram a verdadeira força por trás do Movimento Sionista. Sionismo é de fato SIONismo, Sion = o Sol (the Sun), logo o nome da sociedade secreta de elite por trás da linhagem Merovíngia, o Priorato de Sião (Priory of Sion). Ao contrário do entendimento da maioria das pessoas, Sionismo não é o povo judeu. Muitos judeus não são sionistas e muitos não-judeus são. Sionismo é um movimento político, não uma raça. Dizer que Sionismo é o povo judeu é como dizer que o Partido Democrata é o povo americano. Judeus que se opõem ao Sionismo, no entanto, têm sofrido muita oposição.


Agora, tendo manipulado seus governos-marionete para apoiar seu plano de um feudo pessoal no Oriente Médio, os Rothschilds iniciaram o processo de acomodar pessoas judias na Palestina. Como sempre eles trataram seu próprio povo com desprezo. Entra o Barão Edmond de Rothschild, o"Pai de Israel", que morreu em 1934, o homem que hospedou as delegações de "paz" de Versalhes. Edmond era da casa francesa, como Guy de Rothschild. Edmond, de fato, começou a instalar judeus na Palestina desde a década de 1880 (quando Charles Taze Russell estava fazendo sua previsão). Ele financiou judeus russos para estabelecerem-se na Palestina, mas isso não tinha nada a ver com sua liberdade ou direito de nascença, isso era para avançar a agenda Rothschild-Illuminati. Edmond financiou a criação de fazendas e fábricas e dirigiu toda a operação com uma barra de ferro. Aos fazendeiros judeus era dito o que plantar e eles logo descobriram quem estava no comando se eles questionassem suas ordens. Em 1901, esse povo judeu reclamou a Rothschild da ditadura sobre suas terras ou "Yishuv". Eles perguntaram-lhe:


"...se você deseja salvar a Yishuv, primeiro tire suas mãos dela e... pelo menos por uma vez permita aos colonos a possibilidade de corrigir por eles mesmos qualquer coisa que necessite ser corrigida..."


Barão Rothschild respondeu:


"Eu criei a Yishuv, eu somente. Portanto, nenhum homem, nem colonos ou organizações, tem o direito de interferir em meus planos..."


Em uma sentença, você tem a verdadeira atitude dos Rothschilds para com o povo judeu, e de fato, para com a população humana em geral. Essas pessoas NÃO são judias, elas são um linhagem não-humana com um código genético reptiliano que se escondem atrás do povo judeu, usando-o como uma cortina de fumaça e como um meio para um fim. Conforme o livro de Simon Schama, Two Rothschilds and the Land of Israel (Collins, London, 1978), os Rothschilds adquiriram 80% da terra de Israel.

Edmond de Rothschild trabalhou conjuntamente com Theodore Herzl, que apenas aconteceu de ser o fundador do Sionismo, o movimento político criado para assegurar uma pátria "judaica" na Palestina. Rothschild era também o poder por trás de Chaim Weizmann, um outro líder do Sionismo. Como Rothschild disse a Weizmann:


"Sem mim o Sionismo não teria sido bem-sucedido, mas sem o Sionismo meu trabalho estaria fadado ao fracasso."


Então, agora com os Rothschilds aumentando seu financiamento de colônias judias na Palestina, e com seus agentes nos governos oficialmente apoiando seus planos para uma terra natal Rothschild, digo judia, eles precisavam de um catalisador que demolisse os protestos árabes à invasão de seu país. Esse catalisador foi o horrível tratamento dado aos judeus na Alemanha e nos países que eles conquistaram por seus Nazistas Rothschild-financiados e por um dos seus, um Rothschild chamado Adolf Hitler.

A onda de repugnância aos campos de concentração nazistas deu um ímpeto vital e, finalmente, crucial à agenda Rothschild. Foram eles que patrocinaram operações terroristas judias como a Gangue Stern e Irgun, que chegaram a cometer mutilações e assassinatos para trazer o Estado de Rothschild (Israel) à existência em 1948. Esses grupos terroristas, que chacinaram pessoas judias com igual entusiasmo, eram liderados pelas mesmas pessoas que posteriormente ascenderam para liderar a nova Israel... pessoas como Menachem Begin, David Ben-Gurion, Yitzhak Rabin e Yitzhak Shamir. Foram essas gangues Sionistas Rothschild-controladas que assassinaram o mediador internacional Conde Bernadotte em 17 de setembro de 1948, aparentemente porque ele intencionava apresentar uma nova resolução de partilha às Nações Unidas.


E os Rothschilds não estavam satisfeitos ao causarem o inimaginável sofrimento do povo judeu sob o regime Nazista, eles também roubaram sua riqueza quando a guerra terminou, da mesma forma que roubaram a riqueza russa durante a revolução que eles haviam financiado.


No começo de 1998, durante uma turnê de palestra na África do Sul, eu tive um encontro pessoal com P.W. Botha, o Presidente da África do Sul nos anos 80 durante o apartheid. O convite veio de repente quando eu estava palestrando a umas poucas milhas de sua casa. Nós falamos por uma hora e meia sobre a manipulação da África do Sul e não demorou muito para nomes como Henry Kissinger, Lorde Carrington, e os Rothschilds surgirem.


"Eu tive estranhas negociações com os Rothschilds ingleses em Cape Town quando eu era presidente", ele disse, e então prosseguiu me contando uma história que resume os Rothschilds perfeitamente. Ele disse que eles haviam requerido uma reunião com ele e seu ministro de relações exteriores, o operativo Illuminati Pik Botha (sem parentesco). Nessa reunião, ele disse, os Rothschilds disseram-lhe que havia uma enorme riqueza em contas de bancos suíços que haviam pertencido a judeus alemães anteriormente e estava disponível para investimento na África do Sul se eles pudessem entrar em acordo quanto aos juros. Essa é a mesma riqueza, roubada dos judeus alemães que sofreram sob os nazistas, que veio à luz entre grande escândalo nos anos recentes. Os Rothschilds têm feito uma fortuna com isso desde a guerra!! Botha contou-me que ele se recusou a aceitar o dinheiro, mas Pik Botha deixou a reunião com os Rothschilds e ele não tinha certeza se eles tinham chegado a um acordo.


De tirar o fôlego? Com certeza que sim, mas o mundo não é como imaginamos que ele seja.


Até hoje os Rothschilds continuam a controlar o Estado que tem o seu símbolo de família em sua bandeira e são eles que usam aquele país e seu povo para manter o conflito, tanto dentro de suas fronteiras quanto com os países árabes vizinhos, o que permitiu aos Illuminati-Rothschilds controlar o chamado "Arco da Crise" no Oriente Médio por meio do dividir, governar e conquistar. Isso tem permitido a eles, não menos, controlar os países produtores de petróleo desde a guerra quando o petróleo realmente tornou-se importante.

POR FAVOR, POVO JUDEU DE ISRAEL E DO MUNDO, VEJAM ISSO.

VOCÊS ESTÃO SENDO JOGADOS CONTRA AS RAÇAS NÃO JUDIAS E VISA-VERSA. VOCÊS E TODOS NÓS QUE NOS IMPORTAMOS COM NOSSAS CRIANÇAS E A LIBERDADE DO MUNDO DEVEMOS NOS UNIR E NOS FOCAR NA FORÇA QUE ESTÁ TOCANDO TODAS AS PESSOAS COMO UM VIOLINO. MEDO UNS DOS OUTROS E O DIVIDIR E COMANDAR TÊM SEMPRE SIDO AS FERRAMENTAS BÁSICAS DE DITADORES, GLOBAIS OU NÃO.


E EU DIGO ISSO AO POVO ÁRABE:


NUNCA, NUNCA, NUNCA, OS ROTHSCHILDS E OS ILLUMINATI CONTROLAM APENAS UM LADO EM UM CONFLITO. SE ELES O FIZESSEM ELES NÃO PODERIAM TER CERTEZA DO RESULTADO E ESSA NÃO É A FORMA QUE ELES JOGAM O JOGO. EM CADA CONFLITO IMPORTANTE ELES CONTROLAM AS LIDERANÇAS DE TODAS AS FACÇÕES, MESMO QUE ELES POSSAM BATALHAR ENTRE ELES NO PALCO PÚBLICO.


ENTÃO NÓS SABEMOS QUEM CONTROLA A LIDERANÇA JUDIA EM ISRAEL. OS ROTHSCHILDS E OS ILLUMINATI.

MAS QUEM, PORTANTO, CONTROLA YASSER ARAFAT? EU VOU DAR UM PALPITE.


AS MESMAS PESSOAS QUE CONTROLARAM MENACHEM BEGIN DE ISRAEL E O PRESIDENTE SADAT DO EGITO DURANTE O "ACORDO DE PAZ" DA PRESIDÊNCIA DE CARTER. BEGIN, SADAT E CARTER, ERAM TODOS FANTOCHES DOS ILLUMINATI, COMO A LIDERANÇA DE ISRAEL, ARAFAT, E CLINTON SÃO HOJE. É UMA FARSA, UMA SIMULAÇÃO, APENAS UM FILME PARA CONSUMO PÚBLICO.

O QUE ESTÁ FEITO ESTÁ FEITO E O POVO DE ISRAEL-PALESTINA PRECISAM TRABALHAR E VIVER JUNTOS EM HARMONIA E RESPEITO MÚTUO. NÃO HÁ OUTRA MANEIRA, EXCETO MAIS MORTES, MAIS SOFRIMENTO, MAIS CONFLITO - EXATAMENTE O QUE OS ILLUMINATI E OS ROTHSCHILDS QUEREM. ELES TÊM PLANOS TERRÍVEIS PARA ISRAEL NOS QUAIS TODOS OS LADOS VÃO SOFRER, PRINCIPALMENTE SEUS PLANOS PARA UM GRANDE EVENTO NO TEMPLO MONTE MOSQUE, O LOCAL DO CHAMADO "TEMPLO DE SALOMÃO" CONFORME O SISTEMA DE CRENÇA JUDAICO.

VAMOS LÁ POVOS DO MUNDO, NÃO IMPORTA A SUA RAÇA, COR OU CULTURA. NÃO IMPORTA SUA CRENÇA RELIGIOSA OU SUA ROTAÇÃO DE VIDA. A LIBERDADE, O QUE SOBRA DELA, ESTÁ EM JOGO PARA TODOS NÓS E ENQUANTO NÓS ESTAMOS DIVIDIDOS NESSES SOLOS IRRELEVANTES, ESSA LIBERDADE ESTÁ CONDENADA.


VAMOS TRABALHAR JUNTOS


ENQUANTO AINDA HÁ TEMPO.


A GUERRA TERMINA QUANDO NÓS QUISERMOS.

O MUNDO É O QUE PERMITIMOS QUE ELE SEJA

NÓS QUEREMOS MUDAR O MUNDO. OK,


MUDEMOS A NÓS MESMOS.

POR FAVOR DIVULGUEM ESSE ARTIGO O MAIS AMPLAMENTE POSSÍVEL.


OBRIGADO.


DAVID ICKE


NOTA: O livro, "The Bloodlines of the Illuminati" (As Linhagens Genéticas da Illuminati), de Fritz Springmeier é uma outra excelente fonte de informação sobre esses assuntos.


Blood Lines of the Illuminati by Fritz Springmeier


(Agosto de 2001 - este livro está fora de catálogo)


Traduzido por Andrea - andrea@umanovaera.com»

in http://www.umanovaera.com/david_icke/Hitler_Era_um_Rothschild.htm
23:08 | 0 sdt2010

A Comissão Trilateral

The Trilateral Commission

«A Comissão Trilateral: Usurpando a Soberania das Nações


Fonte: The August Review, http://www.augustreview.com


A Comissão Trilateral foi fundada em 1973 por iniciativa de David Rockefeller, o presidente do poderoso banco Chase Manhattan, diretor de diversas empresas multinacionais e de fundações isentas de impostos. Entre os cerca de 300 membros iniciais, estavam acadêmicos, políticos, magnatas da indústria, banqueiros internacionais, líderes de centrais sindicais e diretores dos gigantes da mídia. Desde a eleição de Jimmy Carter, em 1976, o Poder Executivo nos EUA foi literalmente seqüestrado pelos membros da Comissão Trilateral. Esse domínio quase absoluto, especialmente nas áreas do comércio, bancos, economia e política externa continua até hoje. Os fundamentos filosóficos da Comissão Trilateral são coletivistas: pró-marxismo, pró-socialismo e pró-fascismo. A Comissão está solidamente posicionada contra o conceito do Estado-nação e, em particular, contra a Constituição dos EUA. Assim, a soberania nacional precisa ser reduzida e depois abolida totalmente de modo a abrir o caminho para a Nova Ordem Internacional, que será governada por uma elite globalista não-eleita e com sua própria estrutura jurídica.»
22:26 | 0 sdt2010

A Década de 2000/2009

Inquérito
A década da Internet
31.12.2009 - 07:48 Por PÚBLICO

Os leitores do PÚBLICO.PT elegeram a primeira década do terceiro milénio como a Década da Internet e da Tecnologia. Essa foi a resposta dada por 31 por cento (873) dos leitores que responderam ao inquérito que esteve no site entre 8 e 21 de Dezembro.

Entre as cinco definições propostas pelo PÚBLICO, a segunda mais votada foi a Década da Crise (28 por cento), logo seguida por a Década do Terrorismo (25 por cento). As outras escolhas foram a Década dos Países Emergentes (dez por cento) e a Década da Ecologia (quatro por cento).

in http://www.publico.pt/Tecnologia/a-decada-da-internet_1415899
23:59 | 0 sdt2010

H1N1

OMS considera que não foi alarmista
30 Dezembro 2009

A secretária-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS), Margaret Chan, recusou ontem que a OMS tenha sido alarmista no combate à pandemia de gripe A, dizendo que a sua função é prevenir para depois não ter de lamentar. "Houve uma grande diferença entre o que se esperava e a realidade. Esperávamos que a pandemia fosse declarada por causa do vírus da gripe aviária, que mata 60% pessoas infectadas", lembrou, acrescentando que a moderação do H1N1 "é a melhor notícia da década". Margaret Chan disse também que ainda é cedo para dar a pandemia de gripe A por terminada. Por isso, assegurou que o nível de alerta vai manter-se, até porque se teme que o vírus sofra mutações.
23:59 | 0 sdt2010

Zeitgeist, The Movie



Zeitgeist, o Filme
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Zeitgeist, o Filme (Zeitgeist, the Movie, no original) é um filme de 2007 produzido por Peter Joseph, aborda temas como Cristianismo, ataques de 11 de setembro e o Banco Central dos Estados Unidos da América (Federal Reserve). Ele foi lançado online livremente via Google Video em Junho de 2007. Uma versão remasterizada foi apresentada como um premiere global em 10 de Novembro de 2007 no 4th Annual Artivist Film Festival & Artivist Awards.

Em 2 de Outubro de 2008 foi lançado um segundo filme, continuação do primeiro, chamado Zeitgeist: Addendum, onde se trata temas com a globalização, manipulação do homem pelas grandes corporações e instituições financeiras, e aborda a atual insustentabilidade material e moral da humanidade, apresentando o Projeto Vênus como solução para o problema.

O filme é estruturado em três seções:
Primeira parte: "The Greatest Story Ever Told" ("A maior história já contada") - Aos 00:13 min
Segunda parte: "All The World's A Stage" ("O mundo inteiro é um palco") - Aos 00:40 min
Terceira parte: "Don't Mind The Men Behind The Curtain" ("Não se importem com os homens atrás da cortina")- Aos 01:14 min

23:29 | 0 sdt2010

Zeitgeist, Addendum

23:24 | 0 sdt2010

Loose Change



Loose Change 2ª Edição - Versão Portuguesa
(11 de Setembro: Conspiração Interna)


[This is the Portuguese version of "Loose Change - 2nd Edition"]

Realizado por Dylan Avery (Louder Than Words), "Loose Change - 2ª Edição" é um dos mais polémicos documentários sobre o 11 de Setembro. Apresenta informações ocultadas pelos políticos e pela comunicação social, tais como vídeos transmitidos pelas cadeias de televisão nas primeiras horas após os atentados, evidências científicas e testemunhos dos sobreviventes. Os verdadeiros terroristas nunca estiveram escondidos no Afeganistão nem no Iraque: eles estão no poder, tanto nos EUA como nos seus regimes aliados, nos quais se inclui o de Portugal. "Teoria da conspiração"? Não é uma teoria quando se consegue provar.

Para saber mais:
http://MoteparaMotim.blogspot.com
http://asombra.blogspot.com
http://paramimtantofaz.blogspot.com

23:02 | 0 sdt2010

Otto Lambsdorff

Otto Lambsdorff (1926 - 2009)

Político alemão, durante anos presidiu ao FDP (liberais) e ajudou o partido a tornar-se uma peça fundamental da governacão da Alemanha Ocidental em coligações com o SPD e a CDU.

José Cutileiro (www.expresso.pt)
0:01 Sábado, 26 de Dez de 2009

Otto Friedrich Wilhelm Freiherr von der Wenge Graf Lambsdorff - isto é, barão de Wenge e conde Lambsdorff - que morreu no passado sábado, dia 5, em Bona onde há muitos anos vivia, nascera numa família aristocrática alemã com grande tradição de serviço público originária da Vestefália, nobilitada no século XIV, que se viera a estabelecer mais tarde na Livónia, sobre o Mar Báltico, de cujo solar ancestral ao longo de gerações haviam saído membros ilustres da corte dos czares - perto do nosso tempo, o conde Vladimir Lamsdorff (nem todos os ramos da família ortografavam o nome da mesma maneira) fora ministro dos Estrangeiros do czar Nicolau II de 1901 a 1906 e um general Lambsdorff distinguira-se na infantaria imperial - sem nunca por isso deixarem de ser e de se sentirem fidalgos alemães, de tal maneira que quando a revolução, primeiro menchevique e depois bolchevique, triunfou e substituiu no Kremlin Nicolau II por Lenine, o pai de Otto, que saíra cadete da academia militar russa, fugiu para a Alemanha ancestral estabelecendo-se como homem de negócios em Aachen (que conhecemos mais em Portugal por Aix-la-Chapelle, cidade na qual o imperador Carlos Magno se fez coroar) onde seu filho viria a nascer.
A primeira metade do século XX não deu muito tempo seguido de sossego aos habitantes do Norte e do Centro da Europa e aos 17 anos, mal saído do liceu, com a Alemanha a recuar a passos largos para a derrota, Otto foi mobilizado, perdendo uma perna durante ataque aéreo aliado em 1944. Era ainda prisioneiro de guerra quando se matriculou na faculdade de direito de Bona.
Advogou, trabalhou na banca mas cedo foi atraído pela vida política, entrando para o partido liberal (o Partido Democrata Livre) a que viria a presidir e que ajudou a confirmar como elemento fundamental da governação político-partidária da Alemanha Ocidental, desde o começo dos anos 70 até 1998. Embora raras vezes obtendo nas eleições gerais mais de 8% dos sufrágios, ao aliarem-se primeiro com os sociais democratas (1972-1982), depois com os conservadores (1982-1998) os democratas livres participavam no governo com a pasta dos estrangeiros e da economia. Titular desta, foi Lambsdorff quem instigou a mudança do centro-esquerda para o centro-direita, por considerar a orientação de Helmut Schmidt demasiado estatizante. Em 1984, um escândalo de financiamento partidário ilícito pelo grande grupo industrial Flick levou-o a abandonar a pasta mas, absolvido de corrupção e apenas multado por evasão fiscal, manteve o seu lugar de deputado e foi chefe do partido até 1994.
Em 1999 o chanceler Schroeder encarregou-o de negociar pelo lado alemão, com os Estados Unidos, as indemnizações a pagar às vítimas de trabalho escravo imposto pelos nazis a judeus e a alguns outros (a sua nomeação foi de entrada mal aceite por grupos judeus por ter feito a guerra no exército de Hitler). Grandes companhias alemãs estavam a ser processadas em tribunais americanos. Depois de dois anos de negociação o resultado foi melhor do que o que as vítimas ou os seus descendentes teriam conseguido em tribunais. No total a Alemanha pagou mais de 7500 milhões de dólares. Lambsdorff fora, como era seu costume, competente e implacável, alertando os empresários alemães para o risco de uma guerra comercial com os Estados Unidos mas obtendo garantia de que não haveria mais processos.
Era homem elegante na presença, no raciocínio e na coragem de posições, que se distinguira num Bundestag de gente cinzenta, consensual, quase envergonhada às vezes de ser alemã. O tempo não lhe enfraqueceu a fibra: durante a recente crise financeira, enquanto eram alvitradas nacionalizações da banca continuou a verberar tentações que o Estado tivesse de se meter nessas coisas.
Há 16 anos que vinha quase todas as Primaveras a Portugal para os 'Arrábida Meetings' da Fundação Oriente, espécie de mini-Bilderberg a cuja direcção pertencia. Também lá o seu rigor mordaz vai fazer falta.

Texto publicado na edição do Expresso de 19 de Dezembro de 2009
in http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/553161


Otto Graf Lambsdorff
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Dr. Otto Graf Lambsdorff (Aachen, 20 de dezembro de 1926 - Bonn, 5 de dezembro de 2009) foi um político alemão, membro do Partido Democrata Livre.
Entre 1977 e 1982, e depois entre 1982 e 1984, ele foi ministro da economia da República Federal Alemã, bem como presidente do FDP entre 1998 e 1993.
Deste 2004, o seu sobrinho Alexander Graf Lambsdorff representa o FDP no Parlamento Europeu.

in http://pt.wikipedia.org/wiki/Otto_Graf_Lambsdorff
23:59 | 0 sdt2010

Climate Gate. Estes são os emails que incendiaram Copenhaga

AMBIENTE
Climate Gate. Estes são os emails que incendiaram Copenhaga
por Marta F. Reis, Publicado em 01 de Dezembro de 2009

A polémica continua. Afinal, podemos ou não confiar nos dados científicos sobre o aquecimento global?

10 de Novembro de 2009. É um dos últimos emails do pacote de 1073 trocados nos últimos 13 anos entre especialistas de todo o mundo e cientistas da Unidade de Investigação Climática da Universidade de East Anglia, nos Reino Unido. O apelo é forte: aproveitar o interesse dos jornalistas durante a Cimeira de Copenhaga e aproveitar as publicações de Dezembro para inverter a "descrença crescente" nas alterações climáticas provocadas pelo homem. O tiro saiu ao lado. A uma semana de Copenhaga, o escandâlo Climate Gate está a incendiar Copenhaga. Em causa estão emails roubados que mostram que a comunidade cientifica não se entende sobre o problema do aquecimento global.

Dezenas de documentos roubados em Novembro dos servidores da universidade americana espalharam-se pela internet e estão agora acessíveis a qualquer curioso - fazer o download do pacote de informação complexo exige a subscrição de sites como o megaupload.com, por preços a partir dos 9 euros.

A pasta de informação dá pelo nome de "FOI2009" e é considerada o último caso de Haktivism - quando ferramentas digitais ilegais substituem as tradicionais manifestações de rua.

Os emails revelados mostram que entre cientistas de topo americano existe um sentimento anticépticos, que envolvem ofensas pessoais. Alguns emails sugerem que dados relativos a temperaturas podem ter sido manipulados para esconder tendências de arrefecimento ou outros dados pouco consistentes com a teoria aceite do aquecimento global. Dá-se também a entender que muitos dos dados utilizados pela instituição teriam sido perdidos, o que impossibilitaria a revisão dos modelos climáticos que nasceram na CRU e hoje são utilizados em diferentes países, inclusive Portugal. "É um assunto constrangedor", comentou ao i João Corte Real, especialista em Clima da Universidade de Évora. O investigador trabalhou directamente com nomes envolvidos no Climate Gate e diz que a hipótese de os dados da CRU serem manipulados provoca alguma preocupação entre a comunidade científica. "Os governos dos países envolvidos, Reino Unido e EUA, têm de garantir que fazem uma investigação conclusiva deste caso", explica. "Este é um dos problemas da ciência estar cada vez mais politizada."

in http://www.ionline.pt/conteudo/35544-climate-gate-estes-sao-os-emails-que-incendiaram-copenhaga
23:59 | 0 sdt2010

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